Acreditamos que a USP têm se tornado um lugar onde a violência tem tido muito espaço. Tendo a noção que a universidade tem se mostrado, ao longo dos anos, cada vez mais fechada à população de fora (que é a população negra, pobre e trabalhadora que financia a universidade), defendemos uma abertura do campus que permita que todas e todos frequentem a USP e façam uso do seu espaço, tornando-o menos deserto, mais movimentado e, portanto, menos perigoso.
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
Nota da agrupação Pão e Rosas sobre a Carta do EME da USP
Acreditamos que a USP têm se tornado um lugar onde a violência tem tido muito espaço. Tendo a noção que a universidade tem se mostrado, ao longo dos anos, cada vez mais fechada à população de fora (que é a população negra, pobre e trabalhadora que financia a universidade), defendemos uma abertura do campus que permita que todas e todos frequentem a USP e façam uso do seu espaço, tornando-o menos deserto, mais movimentado e, portanto, menos perigoso.
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
Os concursos de beleza e os padrões de beleza que a sociedade capitalista impõe as mulheres
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
O debate entre Anitta e Pitty e a liberdade sexual das mulheres no capitalismo.
sábado, 11 de dezembro de 2010
Mais de 1000 pessoas participam do I Festival Interunesp Contra as Opressões numa grande resposta ao “rodeio das gordas” e à política repressiva da reitoria
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
A respeito do InterUnesp, da homofobia na USP e do racismo contra os nordestinos. Espectros do capitalismo em decadência: respondamos à altura!
quarta-feira, 7 de abril de 2010
A todas as mulheres do grupo "Pão e Rosas"... ESTRANHO ENIGMA
A todas as mulheres do grupo "Pão e Rosas"...
ESTRANHO ENIGMA
Esse enigma entorpecente que é a vida
Esse mistério silencioso que é o homem
Esse amor rancoroso que todos temos dentro do peito
Esse egoísmo mascarado por gentilezas
Esse aparato moral que odiamos mas preservamos
Essa covardia que temos diante dos problemas do mundo
Essa diplomacia suja e sutil para se chegar ao poder
Essa miséria milenar que nunca combatemos
Esse cotidiano mesquinho que valorizamos
Essa pseudo-democracia que esquarteja a plenitude humana
Essa guerra pelo poder de oprimir
Essa civilização sem norte
Essa superfície bela que esconde o núcleo horrendo
Esse sorriso podre que me oferecem
Essas verdades prontas que me apresentam
Essas máscaras que ocultam a verdade
Nosso lirismo a séculos aniquilado por mesquinharias?
Até quando? Como assim?
É hora de dizer:
BASTA!!!
Olávo de Adelaide
23/03/2010
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Amanhã apresentação da peça teatral "E Agora, Nora?" seguida do debate "Movimentos políticos e sociais e as mulheres hoje"
A companhia Temporária de Investigação Cênica apresenta seu novo espetáculo, E Agora, Nora?!, na Casa Livre. A peça é formada por quatro blocos em que se é discutido o papel da mulher na sociedade e as transformações femininas ao longo do tempo, seus clichês e manias.A montagem parte da cena final de Casa de Bonecas, de Henrik Ibsen, em que a personagem principal decide romper com seus "papéis de mulher" - mãe, esposa e filha - para buscar sua individualidade. O avanço do feminismo na sociedade, a importância da mídia e de suas revistas voltadas para esse público e as experiências das próprias atrizes permeiam a ação. (Fonte: Guia da Semana São Paulo).
Ficha Técnica
Dramaturgia: Cia. Temporária de Investigação Cênica
Concepção e Direção: Joana Dória de Almeida
Elenco: Joana Dória de Almeida, Júlia Novaes e Sofia Boito
Assistente de Direção: Diogo Spinelli
Intervenções Poéticas: Roberta Estrela D´Alva
Orientação: Cibele Forjaz
Desenho de Som: Pedro Semeghini
Desenho de Luz: Sofia Boito
Cenário e Figurinos: Cia. Temporária de Investigação Cênica
Vídeos: Carolina Mendonça e Fernanda Gomes
Após a apresentação da peça, o Pão e Rosas - Letras USP participará do debate "Movimentos sociais e políticos e as mulheres hoje". Dia 02/12 às 20h na Sala Experimental Plínio Marcos do TUSP (Teatro USP) na Rua Maria Antônia, 294 - Consolação.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Ciclo Ken Loach no MIS - Campinas neste 14/11: exibição do filme "Pão e Rosas" seguido de debate com a presença de Cristiane Toledo
Esta atividade é parte do Ciclo de filmes do diretor inglês Ken Loach, promovido pelo Pão e Rosas e Movimento a Plenos Pulmões de Campinas.
Para maiores informações: paoerosas.campinas@gmail.com
Palácio dos Azulejos - R. Regente Feijó nº 859 Centro - Campinas
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Pão e Rosas na Casa Socialista do ABC


Assim como na inauguração da casa, no mês passado, Jenifer Felix, integrante do Pão e Rosas, falou às pessoas presentes sobre a importância de um espaço no ABC paulista que abre as suas portas para que as mulheres se reúnam e se organizem por suas demandas.
Jenifer Felix chama as mulheres a conhecerem o Pão e RosasMaíra, da LER-QI, chamou todos os presentes a fazer um minuto de silêncio em repúdio à morte de Silvanio Pereira, operário da Mercedes de São Bernardo que faleceu na última quinta-feira num acidente de trabalho, numa demonstração de como a superexploração capitalista pode matar os trabalhadores. Relembrou que essa Casa está a serviço das lutas da juventude e da classe trabalhadora, como dos operários da Kraft-Terrabusi, dos eletricistas do México e de todo o povo hondurenho que resiste ao golpe militar
Para deixar uma vez mais nossa presença marcada na Casa Socialista do ABC, renovamos o painel permanente do Pão e Rosas na Casa, trazendo agora a exposição pelo direito ao aborto.
Em breve, mais atividades na Casa Socialista do ABC. Aguardem!

Exposição da Casa Socialista contra o golpe em Honduras
terça-feira, 20 de outubro de 2009
sábado, 10 de outubro de 2009
Artistas contra o golpe em Honduras! Zinho Trindade, Coletivo Sonoro Radiola, Bá Kimbuta, QI Alforria, Gabriel Nascimento e Mara Onijá
Zinho Trindade
Organizada pelo Pão e Rosas, juntamente com o Movimento A Plenos Pulmões e a LER-QI, a jornada cultural Artistas Contra o Golpe em Honduras, contou com a presença de artistas como Zinho Trindade, Gabriel Nascimento, Mara Onijá, Bá Kimbuta, Pedro QI Alforria e Coletivo Radiola, além de exposições e roda de poesias.
Bá Kimbuta
Pedro - QI Alforria
Gabriel Nascimento
Mara Onijá começou sua apresentação saudando as mulheres hondurenhas que resistem bravamente ao golpe que traz ao povo hondurenho uma dura repressão com prisões, torturas, estupros e assassinatos.
Que o sangue derramado não seja negociado! Esta foi a principal afirmação lembrada na apresentação de vários artistas que se colocam contra o golpe em Honduras. Nós do Pão e Rosas, chamamos a redobrar as ações de solidariedade ativa por todo país. Abaixo o golpe em Honduras! Nenhuma negociação sobre o sangue derramado!
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Entrevista com Diana Assunção, trabalhadora da USP, sobre precarização do trabalho e homenagem a Mercedes Sosa hoje, às 19h30 na Rádio MUDA
O programa Pão e Rosas dessa semana traz uma entrevista com Diana Assunção, trabalhadora da USP e integrante do Pão e Rosas sobre terceirização e precarização do trabalho. Saiba como a flexibilização trabalhista que vem ocorrendo nos últimos anos afeta a classe trabalhadora e, principalmente, entenda porque a mulheres são as principais vítimas desse processo. Acompanhe o movimento no Giro Pão e Rosas e fique por dentro da nossa atuação em diversos lugares. Ouça ainda uma homenagem a cantora argentina Mercedes Sosa, falecida no último dia 04. O programa Pão e Rosas vai ao ar toda quinta às 19h30. Ao vivo em Barão Geraldo na rádio Muda, 105,7MHz FM ou pela internet no site http://muda.radiolivre.org/ . Não perca!
sábado, 23 de maio de 2009
Centro Ángel Rama organiza debate sobre o filme "Pão e Rosas"
No dia 21 de maio, o grupo de mulheres Pão e Rosas participou de uma atividade convocada pelo Centro Ángel Rama, na qual compareceram 40 pessoas, entre estudantes e funcionários da universidade. Ocorreu a exibição do filme de mesmo nome “Pão e Rosas”, do diretor Ken Loach, seguido de um debate, no qual a mesa foi composta por Diana Assunção, trabalhadora da USP e fundadora do grupo de mulheres Pão e Rosas no Brasil, e Cristiane Toledo, mestranda da USP.Cristiane, que estuda a estética de Ken Loach, abriu o debate, comentando que o diretor se utiliza da arte cinematográfica – em boa parte de sua obra – para expressar a luta dos trabalhadores contra a sua exploração e opressão. Disse que ele se baseou numa luta dos trabalhadores da limpeza precarizados nos Estados Unidos, que aconteceu em 1990, na qual reivindicavam o direito de se sindicalizarem e por melhores condições de trabalho e salário. Colocou que a escolha do elenco refletia a necessidade do autor em expressar a realidade; parte dele foi composto não por atores, mas sim por trabalhadores que tinham tido uma experiência de vida parecida com a que seria mostrada no filme, e por outros atores profissionais, porém não famosos, para alcançar o mesmo objetivo. Comentou também que a linguagem utilizada também é expressão dos fatos, com a presença do espanhol e do inglês, por conta dos trabalhadores, aos quais se refere, serem imigrantes latinos.
Diana colocou que a precarização foi bem representada no filme, expressando o nível de exploração e sujeição a que os trabalhadores são submetidos. Deu o exemplo real dos terceirizados da PUC-SP, que escreveram uma carta denunciando suas condições de trabalho, que têm que comer pão mofado, entre baratas. Ou então dos próprios terceirizados da USP que têm que comer no banheiro, recebem menos que um salário mínimo para sustentar sua família, e que fizeram uma manifestação em 2006 contra isso. E que hoje os trabalhadores da USP em greve incorporaram em sua pauta de reivindicações a luta contra a terceirização na universidade, e pela incorporação de todos os terceirizados ao quadro de funcionários sem concurso e com igual salário. Apontou inclusive, que um dos motivos que culminou na demissão de Claudionor Brandão, diretor do Sintusp, foi a defesa incodicional dos trabalhadores terceirizados da Faculdade de Educação da USP, que estavam comendo suas refeições no banheiro, sendo ainda mais necessária a luta por sua reincorporação. Disse que o Pão e Rosas está fazendo uma campanha contra a terceirização justamente porque na sua maioria são mulheres que ocupam esses cargos, e que sofrem com o assédio moral e sexual de seus chefes.
Luciana, estudante da USP e militante do Pão e Rosas, convocou todos os estudantes que lá estavam a se somarem à luta dos trabalhadores dessa universidade, para barrarem o processo de precarização do trabalho e do ensino que, a algum tempo, a reitoria vem impondo, e pela liberdade de organização sindical que essa mesma reitoria quer cercear. Depois leu o poema “Pão e Rosas”, de Mara Onijá. Várias pessoas expressaram a sua indignação com a realidade expressa no filme. Ao final, Diana chamou todos a conhecerem o grupo Pão e Rosas e sua política contra a opressão às mulheres e pela sua necessidade de organização, e a se incorporarem nessa luta.


















