<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974</id><updated>2012-01-18T11:32:34.680-08:00</updated><category term='Internacional'/><category term='Mulheres negras'/><category term='Nacional'/><category term='Cultura'/><category term='História'/><category term='Pão e Rosas no Haiti'/><category term='Violência'/><category term='Sexualidade'/><category term='Saúde'/><category term='Debates'/><category term='Trabalho'/><category term='Teoria'/><category term='Direito ao aborto'/><category term='Homossexualidade'/><category term='Corpo'/><category term='Universidade'/><category term='Movimento'/><title type='text'>Pão e Rosas</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>561</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-7226668138818744298</id><published>2012-01-18T06:22:00.000-08:00</published><updated>2012-01-18T06:24:37.893-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Corpo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Violência'/><title type='text'>Big Brother Brasil 2012: estupro de mulheres é sinônimo de amor para a rede Globo de televisão</title><content type='html'>&lt;h3 class="yiv31606364post-title yiv31606364entry-title"&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="yiv31606364post-header"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-nFlRGMJZbeI/TxbVqI6keXI/AAAAAAAADVU/Abv5ZX7t9TI/s1600/BBB-estupro.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="236" src="http://1.bp.blogspot.com/-nFlRGMJZbeI/TxbVqI6keXI/AAAAAAAADVU/Abv5ZX7t9TI/s320/BBB-estupro.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Por Adriano Favarin e Clarissa Menezes&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv31606364im" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="yiv31606364MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Conivência e encobertamento de crime pela rede Globo: após exibição de estupro ao vivo no Big Brother Brasil e da emissora tentar mostrar o estupro como algo consentido, Daniel é expulso do programa por ter “infringido as regras do jogo”.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;No dia 15 de janeiro de 2012 foi ao ar a maior inovação da rede Globo de televisão: o estupro ao vivo. Circularam pela internet vídeos que mostram o momento em que Daniel entra debaixo do edredom onde Monique se encontra deitada e durante alguns minutos abusa sexualmente da garota, que permanece imóvel, totalmente desacordada. Após as primeiras manifestações de indignação começarem a circular pelas redes sociais, a emissora tenta retirar os vídeos de circulação da web. Na noite de domingo, na apresentação do programa em rede aberta, a edição do programa faz parecer que toda a situação foi consentida, terminando a exibição com a exclamação de um sorridente Pedro Bial: “o amor é lindo!”. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Além de não ter intercedido para impedir que o crime acontecesse, a emissora, sua direção e produção, agora se valem da lógica machista para encobertar com um véu (no caso, um edredom) de ‘amor’, a sujeira nojenta do crime com o qual foram coniventes! Mas a mídia é podre, e os programas de fofoca também quiseram tirar uma ‘casquinha’ do abuso sofrido pela Monique e ‘sensacionalizaram’ aos quatro ventos o “possível” abuso, cada um tentando abocanhar o maior ponto na corrida pelo IBOPE. Frente a todo esse alarde e a indignação crescente nas redes sociais, na noite do dia 16 de janeiro, o mesmo Pedro Bial da "beleza do amor", anunciou a eliminação do Daniel por ter “infringido as regras do jogo” e só! Em apenas dois dias, a Monique foi violentada por Daniel, Pedro Bial, ‘Boninho’, Sonia Abraão, entre outros...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Enquanto a mídia lucra com a mercantilização da violência à mulher e reproduz a ideologia dominante do machismo, milhares de mulheres são estupradas todos os dias por seus pais e padrastros, irmãos, parentes, amigos, namorados, maridos, com a mesma naturalidade que ocorreu no BBB, e guardam para si a violência, em silêncio, porque o machismo é tão naturalizado, que o homem se sente no direito de violentar, e a mulher se sente envergonhada e culpada por ter sido violentada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O programa de reality show, Big Brother Brasil, que aliás de reality nada tem, é uma verdadeira exibição de opressões. Para dar ao programa um conteúdo menos alheio à realidade e supostamente mais democrático a emissora tem adotado “cotas” e escolhido em suas edições uma ou outra pessoa chamada hoje de “minorias”, como negros e negras, gays e lésbicas, e uma ou outra mulher fora do padrão estético da ditadura da beleza esbelta, ou que seja bissexual. Na “realidade” da rede Globo, as mulheres e homens têm corpos moldados, esbeltos, malhados. Uma “grande” contribuição para a sociedade presta essa emissora, que faz grande alarde midiático em torno de um programa que nada acrescenta à ninguém, e que é pautado em valores burgueses espúrios, como a competição a todo custo, mostrando relações superficiais e falsas entre os participantes, pois tudo não “passa de jogo” no qual todos querem ganhar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt; &lt;br /&gt;A mulher enquanto objeto a ser o mais moldado e lustrado da prateleira &lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Dentro de uma sociedade que sobrevive da repressão sexual, da imposição de valores castos, de uma inibição em forma de tabu acerca da sexualidade e de uma moral voltada para a reprodução e manutenção da família patriarcal monogâmica, a mídia tanto se vale desse recalque sexual da sociedade para lucrar em cima da exploração dos corpos femininos, quanto para reproduzir os valores machistas e sexistas que alimentam essa sociedade sexualmente repressora. Não a toa que, dia-a-dia, nos mais diversos programas, a ditadura da beleza é exposta: seja nos ‘reality shows’, nos programas de auditório, nas novelas, nos programas de fofoca e até nas reportagens de telejornais. Em uma parceria inescrupulosa com as indústrias de cosméticos e com a medicina da beleza.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Na mesma medida que essa exploração gera lucros milionários para esses empresários, reproduz a ideologia de que à mulher não pertence o seu corpo, expropria-se da mulher o seu corpo enquanto totalidade e o seu ser enquanto sujeito e a transformam em partes-objetos a serem degustados: uma bunda, um seio, uma vagina, uma boca, uma coxa, um rebolado, etc. Ao mesmo tempo, a mulher perde todo o seu direito de determinação e se torna a eterna Eva de sua desgraça. A mulher, vítima dessa serpente que é o capitalismo – onde alguns poucos empresários burgueses lucram com a apropriação e exploração sexual do corpo feminino – terminam por serem culpadas do abuso que sofrem, na medida que, nessa empreitada lucrativa, esses mesmos empresário burgueses reproduzem a ideologia opressora machista que permite a continuidade dessa exploração! É hora de transmutarmos essa culpa para os veículos da mídia e as indústrias de cosméticos e da ditadura da beleza que nos exibem como objetos e se valem da nossa utilização enquanto corpos violáveis e disponíveis para lucrarem milhões!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Milhares de mulheres já sofreram abusos sexuais. Muitas na infância, pelo pai, padrasto, tios, parentes próximos ou amigos de familiares. A imposição de uma “ditadura da beleza” é parte do nicho de mercado desses grandes monopólios de comunicações e industrias e é alimentado por estes no ideário de um padrão de beleza pautado na juventude eterna regrada à muitas plásticas, cirurgias e cosméticos, bem como na coisificação da mulher desde a sua mais tenra infância, transformando uma menina em uma mulher, não uma mulher-sujeito, mas desde pequena em uma mulher-objeto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Além da lucratividade, essa prática gera a reprodução ideológica da própria estrutura social construída na base da moral repressora sexual, que além de criarem mulheres para serem frágeis e submissas, criam homens para serem brutos e violentos que só são capazes de garantir sua satisfação sexual na base da força e da possessão do corpo feminino, aqueles que não conseguem cumprir com sua “obrigação social” de possuir uma mulher se sentem no direito de utilizar da sua força física ou de aproveitar determinada situação (quando a mulher está desorientada ou desacordada, seja pelo álcool, seja pela indução de substancias adicionadas sem seu consentimento, conhecidas como o “boa noite cinderela”) ou relação de poder (como abusos de crianças e adolescentes em geral por parte de familiares) para garantir a sua satisfação sexual.  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Enfrentar a gigante Globo, as indústrias da beleza e as demais mídias não é tarefa fácil, ainda mais quando esse enfrentamento representa um combate aos pilares que sustentam a manutenção desse sistema social. Não nos espantaria se Monique viesse a público afirmar que foi um ato consentido. Assim como a maioria das mulheres violentadas terminam obrigadas a regressarem de volta às suas casas, caladas, amedrontadas e desmoralizadas.  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A luta contra o machismo que é perpetrado diariamente em nossas vidas, desde que nascemos, pela família, pela escola, pela igreja e pela mídia tem que se enfrentar contra a moral sexual que constrói ideologicamente os sujeitos e suas relações. Essa moral propagada e reproduzida, porém, é fruto das necessidades econômicas da sociedade, e hoje, ela emana das bases da sociedade capitalista. Combater seriamente o machismo, o sexismo e a homofobia não é tarefa fácil exatamente porque significa combater tanto o sistema capitalista de produção quanto a sua reprodução moral e de valores.   &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Nesse sentido não podemos esperar nada dos governos para além de promessas e barganhas de direitos pontuais em troca de acordos políticos. Demonstração disso foi a tímida manifestação da Ministra petista Iriny Lopes, da Secretaria de Políticas para as Mulheres que solicitou ao Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro que apurasse o caso, enquanto isso, milhares de mulheres continuam sendo abusadas sexualmente e o governo nada faz para atacar o cerne da reprodução dessa lógica social, muito pelo contrário, mantém sua posição contra os mais democráticos direitos da mulher como a legalização ao aborto ou a educação sexual nas escolas em favor do Acordo Brasil-Vaticano pelo ensino religioso! Segundo o jornal O Dia, a polícia foi até o Projac na tarde do dia 16/01 colher depoimento da vítima e do agressor, sendo à noite anunciada por Bial a saída de Daniel por “infringir as regras do programa”. Desde quando a rede Globo possui foro privilegiado? Estupro é crime e devem ser punidos, não somente o Daniel, como a rede Globo, o apresentador, a produção e a direção do programa BBB12 que poderiam ter impedido e não o fizeram, se omitiram, foram coniventes e ainda tentaram transformar o estupro em uma “ linda cena de amor!”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-7226668138818744298?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/7226668138818744298/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=7226668138818744298' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/7226668138818744298'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/7226668138818744298'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2012/01/big-brother-brasil-2012-estupro-de.html' title='Big Brother Brasil 2012: estupro de mulheres é sinônimo de amor para a rede Globo de televisão'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-nFlRGMJZbeI/TxbVqI6keXI/AAAAAAAADVU/Abv5ZX7t9TI/s72-c/BBB-estupro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-4243191896632201438</id><published>2011-12-08T14:21:00.000-08:00</published><updated>2011-12-08T14:21:40.052-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Trabalho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Universidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Violência'/><title type='text'>II Encontro de Mulheres Trabalhadoras da USP: "Opressão - Repressão - Perseguição"</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-9wE0Mw5UxHo/TuE4XAjZB-I/AAAAAAAADVM/_Bw0GqsN6Z0/s1600/Opress%25C3%25A3o+Repress%25C3%25A3o+e+Persegui%25C3%25A7%25C3%25A3o-.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-9wE0Mw5UxHo/TuE4XAjZB-I/AAAAAAAADVM/_Bw0GqsN6Z0/s1600/Opress%25C3%25A3o+Repress%25C3%25A3o+e+Persegui%25C3%25A7%25C3%25A3o-.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 class="spip" style="background-color: white; font: normal normal normal 1.15em/normal Verdana, Arial, Sans, sans-serif; margin-bottom: 1.4em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 2em; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Quinta-feira, dia 15 de dezembro na Faculdade de Educação – Sala 102 Bloco B&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="spip" style="background-color: white; font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;strong class="spip"&gt;10h&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;– MESA de abertura “Opressão, repressão, perseguição”&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-color: initial; border-width: initial;"&gt;&lt;img alt="-" height="11" src="http://ler-qi.org/dist/puce.gif" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" width="8" /&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;strong class="spip"&gt;Diana Assunção&lt;/strong&gt;, diretora do Sintusp e do grupo de mulheres Pão e Rosas&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-color: initial; border-width: initial;"&gt;&lt;img alt="-" height="11" src="http://ler-qi.org/dist/puce.gif" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" width="8" /&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;strong class="spip"&gt;Rosi Santos&lt;/strong&gt;, estudante e militante do Práxis – Socialismo ou Barbárie&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-color: initial; border-width: initial;"&gt;&lt;img alt="-" height="11" src="http://ler-qi.org/dist/puce.gif" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" width="8" /&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;strong class="spip"&gt;Ex-trabalhadoras terceirizadas da UNIÃO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="background-color: white; font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;strong class="spip"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="background-color: white; font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;strong class="spip"&gt;13h&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;– Intervalo para Almoço&amp;nbsp;&lt;strong class="spip"&gt;14h&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;– Roda de discussão sobre a situação da universidade e resoluções&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="background-color: white; font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="background-color: white; font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;O II Encontro de mulheres trabalhadoras da USP ocorre num ano marcado pelas lutas contra a opressão, a repressão e a perseguição. Esses três pilares em que a Reitoria e o governo do estado se baseiam para aprofundar a nossa exploração e para conseguirem implementar o seu projeto privatista de universidade tem se intensificado. Logo nos primeiros dias do ano, tivemos 270 companheiras/os demitidas/os. Dentre eles, vimos companheiras que perderam uma parte essencial de sua renda que sustentava não só a elas e seus filhos, como netos e outros membros da família. Tal medida já anunciava o grande corte que a Reitoria promete fazer no quadro de funcionários, que prepara com a aprovação do PROADE. E com esse projeto pretende demitir também com base em critérios políticos, no caso do funcionário ter participado ou não de greves e manifestações, numa clara perseguição aos lutadores e lutadoras.&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="background-color: white; font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="background-color: white; font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;Justamente em decorrência de uma paralisação que realizamos contra as 270 demissões, mais diretores do Sindicato e ativistas dentre eles 4 mulheres estão sendo processadas com risco de demissão por justa causa, se somando aos outros tantos processos que a diretoria do sindicato está respondendo e à demissão inconstitucional de Brandão que ao exercer o seu papel de representante sindical em atividades e inclusive defendendo o direito das trabalhadoras terceirizadasfoi demitido por justa causa.Também no primeiro semestre, nossas companheiras terceirizadas realizaram uma importante greve que desvendou a intenção da Reitoria em cada vez mais aumentar o trabalho semiescravo na universidade, apoiado na opressão que todas nós sofremos que nos relega aos salários mais rebaixados e às piores condições de trabalho em todo o país. Mais uma greve que fez mais de 400 mulheres levantarem as cabeças e não mais aceitarem a opressão e extrema exploração a que ficam submetidas.&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="background-color: white; font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="background-color: white; font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;Nesse momento, passamos por uma greve das/os nossas/os companheiras/os estudantes que estão lutando contra a presença da polícia no campus e nas favelas e periferias, colocando um questionamento profundo ao papel social dessa instituição em todo o nosso país, e denunciando seu profundo caráter machista, racista e homofóbico, e assassino. Nesse processo, vemos a repressão utilizada pela reitoria atingir um alto grau de ofensividade, ao prender 73 companheiras/os, dentre elas/es 4 funcionários, sendo dois CDBs e uma das diretoras do Sintusp, por se manifestar politicamente.&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="background-color: white; font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="background-color: white; font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;Nessa prisão, a opressão, a repressão e a perseguição se somaram para intensificar ainda mais o ataque da reitoria. Os policiais a mando de Rodas e de Alckmin perseguiram os envolvidos no movimento, reprimiram os que ocupavam, e oprimiram as companheiras que estavam sendo presas. Deixaram-nas numa sala sozinhas com policiais homens que as humilharam e as ameaçaram, e uma das companheiras foi torturada em uma sala isolada por mais de 30 minutos.&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="background-color: white; font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="background-color: white; font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;Esse ano o Reitor mostrou que realmente quer destruir quem luta, quem estuda e quem trabalha, prepara para todos os funcionários (as), estudantes e professores, a intensificação desta verdadeira ditadura. E vemos que claramente nós, mulheres, trabalhadoras, seremos ainda mais atacadas. Nossas companheiras terceirizadas e estudantes já começam a se levantar fortemente contra tudo isso, nos dando força para todas juntas, com nossos companheiros, impedirmos o avanço desses ataques.&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="background-color: white; font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="background-color: white; font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;Por isso, convidamos as trabalhadoras a participar desse II Encontro de Mulheres Trabalhadoras da USP, para que possamos nos organizar para discutir essa opressão e a escalada de perseguições que está posta, e para combatermos com todas as nossas forças a política do Reitor e o governo que querem impor cada vez mais o medo, o silêncio, a submissão. Este é um encontro aberto a todas as mulheres da universidade, bem como as trabalhadoras terceirizadas e as estudantes!&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="background-color: white; font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; font-size: 12px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="background-color: white; font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; line-height: 16px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="spip"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Abaixo à repressão, abaixo à opressão!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="spip" style="background-color: white; font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;div class="spip" style="line-height: 16px; text-align: center;"&gt;Fora Rodas!&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="line-height: 16px; text-align: center;"&gt;Anulação dos inquéritos contra os 73 presos políticos!&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="line-height: 16px; text-align: center;"&gt;Retirada de todos os processos contra estudantes e trabalhadores!&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="spip" style="background-color: white; font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; line-height: 16px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="spip"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Readmissão de Brandão!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="background-color: white; font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; font-size: 12px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;strong class="spip"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="background-color: white; font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; font-size: 12px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="-" height="11" src="http://ler-qi.org/dist/puce.gif" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" width="8" /&gt;&amp;nbsp;PARA SE INSCREVER LIGUE OU ENVIE UM E-MAIL PARA O SINTUSP COM NOME COMPLETO E UNIDADE&lt;br /&gt;&lt;img alt="-" height="11" src="http://ler-qi.org/dist/puce.gif" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" width="8" /&gt;&amp;nbsp;Telefone: 30913480&lt;br /&gt;&lt;img alt="-" height="11" src="http://ler-qi.org/dist/puce.gif" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" width="8" /&gt;&amp;nbsp;E-mail: sintusp@sintusp.org.br&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-4243191896632201438?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/4243191896632201438/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=4243191896632201438' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/4243191896632201438'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/4243191896632201438'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/12/ii-encontro-de-mulheres-trabalhadoras.html' title='II Encontro de Mulheres Trabalhadoras da USP: &quot;Opressão - Repressão - Perseguição&quot;'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-9wE0Mw5UxHo/TuE4XAjZB-I/AAAAAAAADVM/_Bw0GqsN6Z0/s72-c/Opress%25C3%25A3o+Repress%25C3%25A3o+e+Persegui%25C3%25A7%25C3%25A3o-.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-2921532697170907599</id><published>2011-11-22T04:13:00.000-08:00</published><updated>2011-11-22T04:13:04.389-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Universidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Violência'/><title type='text'>Nesta 4ª ::debate::  Repressão: na USP, morros e favelas! No IFCS/UFRJ às 18h</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-pg5mZpP_kNw/TsuRlptEoVI/AAAAAAAADVE/U8Fz1iDojq8/s1600/Debate+Cartaz_net--.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://2.bp.blogspot.com/-pg5mZpP_kNw/TsuRlptEoVI/AAAAAAAADVE/U8Fz1iDojq8/s640/Debate+Cartaz_net--.jpg" width="441" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-2921532697170907599?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/2921532697170907599/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=2921532697170907599' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/2921532697170907599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/2921532697170907599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/11/nesta-4-debate-repressao-na-usp-morros.html' title='Nesta 4ª ::debate::  Repressão: na USP, morros e favelas! No IFCS/UFRJ às 18h'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-pg5mZpP_kNw/TsuRlptEoVI/AAAAAAAADVE/U8Fz1iDojq8/s72-c/Debate+Cartaz_net--.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-8892440541571408316</id><published>2011-11-09T03:19:00.000-08:00</published><updated>2011-11-09T03:19:07.439-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Universidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Violência'/><title type='text'>Nota pública dos presos políticos da USP [08/11/11]</title><content type='html'>NOTA PÚBLICA DOS PRESOS POLÍTICOS DA USP&amp;nbsp;&lt;div&gt;São Paulo, 08 de novembro de 2011 - 14h15.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nós, estudantes da USP, que lutamos contra a polícia na universidade e pela retirada dos processos administrativos contra estudantes e trabalhadores, viemos por meio desta nota pública, denunciar a ação da tropa de choque e da polícia militar na madrugada do dia 8/11.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Numa enorme demosntração de intransigência em meio ao período de negociação e na calada da noite, a reitoria foi responsável pela ação da tropa de choque da PM que militarizou a universidade numa repressao sem precedentes. Num operativo com 400 homens, cavalaria, helicópteros, carros especializados e fechamento do Portão 1 instalou-se um clima de terror, que lembrou os tempos mais sombrios da ditadura militar em nosso pais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Resistimos e nos obrigaram a entrar em salas escuras, agrediram estudantes, filmaram e fotografaram nossos rostos (homens sem farda nem identificação). Levaram todas as mulheres (24) para uma sala fechada, obrigando-as a sentarem no chão e ficarem rodeadas por policiais homens com cacetetes nas mãos. Levaram uma das estudantes para a sala ao lado, que gritou durante trinta minutos, levando-nos ao desespero ao ouvir gritos como o das torturas que ainda seguem impunes em nosso país. Tudo isso demonstra o verdadeiro caráter e o papel do convênio entre a USP e a polícia militar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A ditadura vive na USP. Tropa de choque, polícia militar, perseguições a estudantes e trabalhadores, demissão de dirigentes sindicais, espionagem contra ativistas e estudantes, repressão através de consultas psiquiátricas aos moradores do CRUSP (moradia estudantil).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nós, que estamos desde as 5h sob cárcere e controle dos policias, chamamos todos a se manifestarem contra a prisão de 73 estudantes e trabalhadores por lutarem com métodos legitimos por seus direitos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Responsabilizamos o reitor Joao Grandino Rodas, e toda a sua burocracia acadêmica e o governador do estado de SP Geraldo Alckmin, junto ao seu secretário de seguranca pública, por toda a repressao dessa madrugada. Reafirmamos nossa luta contra a polícia, dentro e fora da universidade, que reprime a população pobre e trabalhadora todos os dias.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Fora PM! Revogação do convênio! Retirada dos processos! Liberdade aos presos políticos!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;"Pode me prender, pode me bater, pode até deixar-me sem comer, que eu não mudo de opinião! Porque da luta eu não saio não!"&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-8892440541571408316?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/8892440541571408316/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=8892440541571408316' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/8892440541571408316'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/8892440541571408316'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/11/nota-publica-dos-presos-politicos-da.html' title='Nota pública dos presos políticos da USP [08/11/11]'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-1949106174969333778</id><published>2011-11-08T12:03:00.000-08:00</published><updated>2011-11-08T12:07:37.167-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Universidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Internacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Violência'/><title type='text'>Exigimos a liberdade imediata de Diana Assunção, diretora do SINTUSP e lutadora pelos direitos das mulheres e a de todos/as os/as presos/as!</title><content type='html'>&lt;div class="nota_central_negrita_fondo" size="2" style="border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 0px; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; padding-bottom: 1px; padding-left: 2px; padding-right: 2px; padding-top: 1px; text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f3f3f3;"&gt;DECLARAÇÃO DO PAN Y ROSAS ARGENTINA E MÉXICO EM APOIO À LUTA&amp;nbsp;DA USP&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f3f3f3;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="titulo_18" style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, Verdana, sans-serif; font-weight: bold; text-align: -webkit-left;"&gt;&lt;b style="background-color: #f3f3f3;"&gt;Exigimos a liberdade imediata de Diana Assunção, diretora do SINTUSP e lutadora pelos direitos das mulheres e a de todos/as os/as presos/as!&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="titulo_18" style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, Verdana, sans-serif; font-weight: bold; text-align: -webkit-left;"&gt;&lt;b style="background-color: #f3f3f3;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="background-color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span class="cuerpo_nota" style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, Verdana, sans-serif; text-align: -webkit-left;"&gt;&lt;i&gt;Liberdade para Diana e todos/as os/as presos/as da USP!&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f3f3f3;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-0B_DAijdTBY/TrmKqu0C0EI/AAAAAAAADU0/U5t5kPAGTZ0/s1600/diana_assun%25C3%25A7%25C3%25A3o_presa_politica_de+Rodas.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f3f3f3;"&gt;&lt;img border="0" height="172" src="http://1.bp.blogspot.com/-0B_DAijdTBY/TrmKqu0C0EI/AAAAAAAADU0/U5t5kPAGTZ0/s320/diana_assun%25C3%25A7%25C3%25A3o_presa_politica_de+Rodas.jpg" width="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, Verdana, sans-serif;"&gt;Desde o começo do semestre, a reitoria da USP se encontra tomada por jovens estudantes, docentes e não docentes, que se organizaram para repudiar a livre circulação das forças policias no interior da Universidade. Essa militarização foi levada adiante pelo reitor João Grandino Rodas, que em nome de uma “educação de excelência” privatista, cercou o prédio da USP com policiais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f3f3f3;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span class="cuerpo_nota" style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, Verdana, sans-serif; text-align: -webkit-left;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="spip" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f3f3f3; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, Verdana, sans-serif;"&gt;No inicio da semana, milhares de estudantes tomaram as ruas da Cidade Universitária e bloquearam a entrada da Universidade exigindo a retirada da policia. Hoje de madrugada, com métodos próprios da ditadura militar, um operativo de 400 adentrou pela força a reitoria detendo 70 estudantes, entre os quais se encontra Diana Assunção, fundadora da agrupação Pão e Rosas Brasil, e diretora do Sindicato dos Trabalhadores da USP.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="cuerpo_nota" style="background-color: #f3f3f3; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, Verdana, sans-serif; text-align: -webkit-left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="cuerpo_nota" style="background-color: #f3f3f3; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, Verdana, sans-serif; text-align: -webkit-left;"&gt;Na luta estudantil ainda aberta no Chile, na UNAM no México e agora na luta contra a militarização na Universidade de São Paulo, vimos as mulheres participar ativamente. Por isso, desde o grupo de mulheres Pão e Rosas Argentina, chamamos a todas as organizações de mulheres, de trabalhadoras/es, estudantes, políticas, sociais e de direitos humanos, a apoiar a luta da USP, denunciando a ação da policia enviada pelo Governador Geraldo Alckmim e o reitor Rodas e exigir a imediata liberdade de todos/as os/as presos/as!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="cuerpo_nota" style="background-color: #f3f3f3; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, Verdana, sans-serif; text-align: -webkit-left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="cuerpo_nota" style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, Verdana, sans-serif; text-align: -webkit-left;"&gt;&lt;strong class="spip" style="background-color: #f3f3f3;"&gt;Basta de criminalização ao movimento estudantil e as/os trabalhadoras/es em luta!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="cuerpo_nota" style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, Verdana, sans-serif; text-align: -webkit-left;"&gt;&lt;strong class="spip" style="background-color: #f3f3f3;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="cuerpo_nota" style="background-color: #f3f3f3; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, Verdana, sans-serif; text-align: -webkit-left;"&gt;&lt;strong class="spip"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="spip" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="cuerpo_nota" style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, Verdana, sans-serif; text-align: -webkit-left;"&gt;&lt;strong class="spip" style="background-color: #f3f3f3;"&gt;Fora a policia da USP! Abaixo o convênio entre USP e a PM! Fora policia das Universidades, periferias e favelas!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip"&gt;&lt;span class="cuerpo_nota" style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, Verdana, sans-serif; text-align: -webkit-left;"&gt;&lt;strong class="spip" style="background-color: #f3f3f3;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip"&gt;&lt;span class="cuerpo_nota" style="background-color: #f3f3f3; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, Verdana, sans-serif; text-align: -webkit-left;"&gt;Pan y Rosas Argentina&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip"&gt;&lt;span class="cuerpo_nota" style="background-color: #f3f3f3; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, Verdana, sans-serif; text-align: -webkit-left;"&gt;Pan y Rosas México&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-1949106174969333778?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/1949106174969333778/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=1949106174969333778' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/1949106174969333778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/1949106174969333778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/11/exigimos-liberdade-imediata-de-diana.html' title='Exigimos a liberdade imediata de Diana Assunção, diretora do SINTUSP e lutadora pelos direitos das mulheres e a de todos/as os/as presos/as!'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-0B_DAijdTBY/TrmKqu0C0EI/AAAAAAAADU0/U5t5kPAGTZ0/s72-c/diana_assun%25C3%25A7%25C3%25A3o_presa_politica_de+Rodas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-1334953622527197200</id><published>2011-11-08T03:39:00.000-08:00</published><updated>2011-11-08T03:40:30.837-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Universidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Violência'/><title type='text'>URGENTE: Liberdade imediata aos presos políticos da USP! Abaixo a ditadura de João Grandino Rodas!</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-tAR9FGkYOjE/TrkUgImhS0I/AAAAAAAADUk/H2T6qzmUSPk/s1600/USP_rEPRESSAO.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="179" src="http://3.bp.blogspot.com/-tAR9FGkYOjE/TrkUgImhS0I/AAAAAAAADUk/H2T6qzmUSPk/s320/USP_rEPRESSAO.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;URGENTE: Liberdade imediata aos presos políticos da USP! Abaixo a ditadura de João Grandino Rodas!&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: arial; font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;Nós, do grupo de mulheres Pão e Rosas, repudiamos a brutal repressão aos lutadores e &amp;nbsp;lutadoras da Universidade de São Paulo e nos manifestamos pela&lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: arial;"&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;IMEDIATA liberdade aos presos políticos&amp;nbsp;do reitor da USP, João Grandino Rodas.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-F_c-esmHSqg/TrkUief_mZI/AAAAAAAADUs/rjgQCM2Y7HE/s1600/diana_assun%25C3%25A7%25C3%25A3o_presa_politica_de+Rodas.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-align: justify;"&gt;&lt;img border="0" height="172" src="http://2.bp.blogspot.com/-F_c-esmHSqg/TrkUief_mZI/AAAAAAAADUs/rjgQCM2Y7HE/s320/diana_assun%25C3%25A7%25C3%25A3o_presa_politica_de+Rodas.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na madrugada de hoje (08/11) um enorme aparato policial, com cerca de 400 policiais da tropa de choque que arrombaram a reitoria ocupada pelos estudantes, prendeu cerca de 70 pessoas, dentre elas Diana Assunção, fundadora do grupo de mulheres Pão e Rosas e diretora do Sindicato de Trabalhadores da USP. Nessa ofensiva que militariza a Universidade, como não se via desde os tempos da ditadura militar (aclamada por Rodas), o reitor da USP junto ao governador Geraldo Alckmin quer calar as vozes de lutadores e lutadoras que lutam contra a presença da PM na universidade, nos morros e favelas! &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estudantes de Letras da USP estão agora&amp;nbsp;paralisados&amp;nbsp;em repúdio à militarização da USP e prisão dos estudantes que lutam, assim como estudantes de Ciências Sociais da Universidade Estadual de São Paulo (UNESP). &lt;b&gt;&amp;nbsp;Não vão nos calar! &lt;/b&gt;Pedimos a mais ampla solidariedade, envio de manifestações de repúdio, apoio de organizações de direitos humanos, sindicatos, entidades estudantis, intelectuais.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Grupo de mulheres Pão e Rosas.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;"&gt;08/11/11 - 9h25&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;paoerosasbr@gmail.com&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;"&gt;&lt;a href="http://nucleopaoerosas.blogspot.com/" target="_blank"&gt;&lt;i&gt;http://nucleopaoerosas.&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;blogspot.com&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-1334953622527197200?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/1334953622527197200/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=1334953622527197200' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/1334953622527197200'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/1334953622527197200'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/11/urgente-liberdade-imediata-aos-presos.html' title='URGENTE: Liberdade imediata aos presos políticos da USP! Abaixo a ditadura de João Grandino Rodas!'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-tAR9FGkYOjE/TrkUgImhS0I/AAAAAAAADUk/H2T6qzmUSPk/s72-c/USP_rEPRESSAO.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-6604112152499550986</id><published>2011-09-29T15:46:00.000-07:00</published><updated>2011-09-29T15:46:08.059-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Corpo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Debates'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sexualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Direito ao aborto'/><title type='text'>Até quando decidirão por nós? Aborto legal, livre, seguro e gratuito!</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="spip"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;28 de setembro - Dia latino-americano e caribenho pelo direito ao aborto&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-zo0J13E8Rgo/ToT064YsfBI/AAAAAAAADUg/4nt90BZURBU/s1600/313276_175284579217429_100002076642568_383935_705320910_n.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-zo0J13E8Rgo/ToT064YsfBI/AAAAAAAADUg/4nt90BZURBU/s320/313276_175284579217429_100002076642568_383935_705320910_n.jpg" width="226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip"&gt;&lt;i&gt;Por Rita Frau&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip"&gt;Faz quase um ano que Dilma foi eleita a primeira mulher presidenta do Brasil com o discurso de que sua vitória representaria a transformação na vida das mulheres brasileiras, mas desde as eleições, vimos os direitos democráticos das mulheres serem trocados por votos retrocedendo a luta pelo direito ao aborto.&lt;/div&gt;&lt;div class="spip"&gt;No Brasil aproximadamente 1 milhão de mulheres realizam abortos clandestinos, e segundo o Ministério da Saúde, 50% são em condições insalubres, feitos pelas próprias mulheres que chegam a levar à morte. Isso, porque as mulheres pobres não podem pagar os altos preços que são cobrados nas clínicas clandestinas. Sendo a quarta causa de morte entre as brasileiras, em alguns estados, é a primeira, como na Bahia, aonde a maioria são mulheres negras, que correm o risco de morte 2,5 vezes a mais do que as mulheres brancas. A curetagem após abortos realizados em condições anti-higiênicas foi a cirurgia mais realizada pelo SUS, entre 1995 e 2007. A Pesquisa Nacional de Aborto (2010), afirma que 1 em cada 5 mulheres, ao completar 40 anos, já fez aborto. Estes dados mostram que apesar da criminalização, a prática do aborto clandestino é uma triste realidade, e o Estado brasileiro junto à Igreja condenam as mulheres à morte e à humilhação.&lt;/div&gt;&lt;div class="spip"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip"&gt;&lt;strong class="spip"&gt;As garras da Igreja pedófila seguem sobre os corpos das mulheres&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip"&gt;&lt;strong class="spip"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip"&gt;O Estado segue de mãos dadas com a Igreja pedófila, nos fazendo acreditar que a realização máxima da vida de uma mulher é a maternidade, enquanto mulheres são presas, estupradas e morrem. O ex-nazi Ratzinger, hoje Papa Bento XVI, e parte de seu escalão clerical foram denunciados, dessa vez para ao Tribunal Penal Internacional, por tolerância e proteção aos padres envolvidos a crimes de pedofilia. Não são poucos os casos de pedofilía e barbaridades cometidas pelas Igrejas contra as mulheres e a classe trabalhadora, como o apoio as ditaduras militares em países da América Latina. A Igreja sempre esteve ao lado da burguesia para defender seus interesses difundindo uma moral cristã, que mantém as mulheres subjugadas, com suas vidas destinadas à construção familiar e proibidas de decidirem pelos próprios corpos. A Igreja além de sustentar o machismo, o patriarcalismo, também legitima a violência contra homossexuais, ao defender a sexualidade destinada apenas à reprodução. E o governo Dilma, em continuidade à política de Lula, segue privilegiando os interesses da Igreja católica e evangélica em detrimento de milhares de mortes de mulheres, e à manutenção da homofobia, como vimos com o veto do governo do Kit-antihomofobia.&lt;/div&gt;&lt;div class="spip"&gt;O Acordo Brasil-Vaticano assinado por Lula, que até hoje se mantém, permite o ensino religioso, reproduzindo a moral cristã que nega a liberdade de discussão nas escolas, o livre exercício da sexualidade, e que nega a anticoncepção e o uso de preservativos. No mês de agosto, o papa fez uma viagem à Espanha que custou R$ 230 milhões, financiada pelo governo Espanhol, e hipocritamente fez uma campanha reacionária para perdoar as jovens que já abortaram, causando protestos de diversos setores que foram reprimidos pela polícia. Nossa luta deve ser completamente independente da Igreja pedófila e assassina!&lt;/div&gt;&lt;div class="spip"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip"&gt;&lt;strong class="spip"&gt;A criminalização do aborto: um apoio à exploração capitalista no Brasil&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip"&gt;O Estado e os capitalistas ao mesmo tempo, que criminalizam o aborto, não permite que as mulheres tenham o direito à maternidade plena, pois legitimam a dupla jornada de trabalho para que sigam responsáveis pelas tarefas domésticas, garantindo assim as necessidades da família e desta maneira negando salários que cubram os reais custos de vida e a existência de restaurantes públicos, lavanderias e creches em todos os locais de trabalho. Além disso, as mulheres trabalhadoras ocupam a maioria dos postos de trabalhos precarizados, permitindo o rebaixamento de toda a mão de obra dos trabalhadores, a divisão entre os trabalhadores e maior exploração, e para isso é fundamental difundir uma ideologia que mantenha a mulher subjugada e refém de uma sexualidade destinada à reprodução, mantendo uma heteronormatividade que não permita que decidam sobre seus próprios corpos e exerçam a sexualidade livremente. É toda esta realidade imposta pelo capitalismo e o Estado que legitima a violência contra as mulheres, tratando-as ora como mercadorias para satisfazer o prazer sexual de outros, ora como seres frágeis, sensíveis por “natureza” incapazes de decidirem sobre as suas vidas. E a criminalização do aborto significa mais uma forma de violência do Estado contra as mulheres para perpetuar ideologia que divide homens e mulheres, heterossexuais e homossexuais, enfraquecendo a luta da classe trabalhadora, da juventude, dos homossexuais e negra(o)s contra a opressão e exploração.&lt;/div&gt;&lt;div class="spip"&gt;&lt;strong class="spip"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip"&gt;&lt;strong class="spip"&gt;Com que estratégia lutamos pelo direito ao aborto?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip"&gt;Em agosto, a Subcomissão Permanente em Defesa da Mulher do Senado, presidida pelas Senadoras Angela Portela (PT-RR) e Lídice da Mata (PSB – BA), e representantes do movimento sindical e feminista, a Marcha Mundial de Mulheres, União Brasileira de Mulheres (PcdoB), CUT e a Frente Nacional pela Legalização do Aborto, se reuniram para discutir os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres. O debate se centrou na denúncia dos projetos de leis reacionários, como o Estatuto do Nascituro, e a necessidade da legalização do aborto e sua realização pelo SUS, mas não votaram um plano de luta para organizar as mulheres em torno deste direito. Por isso perguntamos, como arrancar este direito? Concordamos com a necessidade de um projeto de lei que obrigue o Estado a atender todas as necessidades das mulheres, como se propõe a plataforma elaborada pela Frente pela Legalização do Aborto (ainda que, achamos necessário rever vários pontos desta plataforma), mas já tivemos provas suficientes ao longo dos 8 anos de governo Lula, que Dilma, seguindo a mesma política, não aprovará legalização do aborto. Como é possível o PT se dizer defensor dos direitos das mulheres, se a principal comemoração no 4° Congresso do partido, foi aprovação de 50% de participação feminina na composição das direções, enquanto mantém a política de conciliação com a Igreja e os capitalistas e milhares de mulheres seguem morrendo na clandestinidade do aborto? Esta é a vitória de mulheres como Dilma, mas não da maioria de mulheres trabalhadoras que sofrem com a precarização, a violência e risco de morte. Por isso achamos fundamental que as feministas da MMM revejam seus métodos e que em frente-única arranquemos de fato o direito ao aborto. Precisamos nos auto-organizar nos locais de trabalho, nas escolas, nos bairros, universidades, através de um plano de luta que mobilize as mulheres e juventude junto à classe trabalhadora pra defender este direito com independência do Estado, dos patrões, e da Igreja .&lt;/div&gt;&lt;div class="spip"&gt;Estamos próximo do dia 28 de setembro, dia latino americano e caribenho pelo direito ao aborto, e em todos os locais de estudo e trabalho que estamos faremos atividades em defesa do direito ao aborto e fazemos um chamado aos setores de esquerda, como ANEL, CSP-Conlutas , PSTU e PSOL, entidades estudantis, sindicatos, para possamos impulsionemos uma campanha pelo:&lt;/div&gt;&lt;div class="spip"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip"&gt;&lt;img alt="-" height="11" src="http://ler-qi.org/dist/puce.gif" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial;" width="8" /&gt;&amp;nbsp;Direito ao aborto legal, livre, seguro e gratuito!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="-" height="11" src="http://ler-qi.org/dist/puce.gif" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial;" width="8" /&gt;&amp;nbsp;Basta de mulheres mortas por abortos clandestinos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="-" height="11" src="http://ler-qi.org/dist/puce.gif" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial;" width="8" /&gt;&amp;nbsp;Anticoncepcionais e contraceptivos gratuitos e de qualidade!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="-" height="11" src="http://ler-qi.org/dist/puce.gif" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial;" width="8" /&gt;&amp;nbsp;Separação da Igreja e do Estado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="-" height="11" src="http://ler-qi.org/dist/puce.gif" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial;" width="8" /&gt;&amp;nbsp;Educação sexual em todos os níveis escolares para decidir!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="-" height="11" src="http://ler-qi.org/dist/puce.gif" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial;" width="8" /&gt;&amp;nbsp;Direito ao casamento e adoção homossexuais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="-" height="11" src="http://ler-qi.org/dist/puce.gif" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial;" width="8" /&gt;&amp;nbsp;Revogação imediata do acordo Brasil-Vaticano!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-6604112152499550986?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/6604112152499550986/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=6604112152499550986' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/6604112152499550986'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/6604112152499550986'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/09/ate-quando-decidirao-por-nos-aborto.html' title='Até quando decidirão por nós? Aborto legal, livre, seguro e gratuito!'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-zo0J13E8Rgo/ToT064YsfBI/AAAAAAAADUg/4nt90BZURBU/s72-c/313276_175284579217429_100002076642568_383935_705320910_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-3845729090800577082</id><published>2011-07-27T16:14:00.000-07:00</published><updated>2011-07-27T16:14:51.882-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Trabalho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Universidade'/><title type='text'>Lançamento do livro "A precarização tem rosto de mulher" no Rio: debate com Vírginia Fontes, Camila Valle, Nilzete de Souza e Diana Assunção</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-hEyG0Jh3xyc/TjCbSDO52cI/AAAAAAAADUc/k7hfFYv1O6Y/s1600/Lan%25C3%25A7amento_RJ.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-hEyG0Jh3xyc/TjCbSDO52cI/AAAAAAAADUc/k7hfFYv1O6Y/s320/Lan%25C3%25A7amento_RJ.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;Dia 07/07 ocorreu no IFCS-UFRJ uma importante atividade de lançamento do livro “A precarização tem rosto de mulher” organizado por Diana Assunção, dirigente da LER-QI, diretora do Sintusp e fundadora do Pão e Rosas Brasil, contando com a presença da mesma, da historiadora da UFF Virgínia Fontes, da advogada e professora da UNIRIO Camila Valle, e Nilzete de Souza, ex-trabalhadora da União e uma das protagonistas da greve d@s terceirizad@s da USP. Camila Valle abriu o debate saudando o lançamento do livro e diversas questões levantadas no mesmo. Já a partir de sua primeira fala abriu-se um rico debate programático sobre a incorporação dos terceirizados sem concurso. Ela apontou como muitos setores devem argumentar que o programa de “incorporação sem concurso” seria inconstitucional, porém que esta colocação seria uma interpretação limitada da própria constituição uma vez que sim a constituição afirma a necessidade de concursos, mas ao mesmo tempo afirma o direito à dignidade humana e que neste caso o programa de incorporação sem concurso deveria ser entendido como uma maneira de garantir a mesma. Logo em seguida Virgínia Fontes argumentou concordar com o mesmo programa, mas que, ao mesmo tempo, devemos encarar e problematizar este programa com a antiga luta pelos concursos públicos como uma luta que foi voltada contra as nomeações e privilégios, também apontando a necessidade de incorporação nas empresas privadas, destacando como a luta por igual trabalho e igual salário é uma luta histórica da classe trabalhadora, que na situação atual necessita ser recuperada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Em sua fala a historiadora da UFF também pontuou a importância que o livro trás ao trazer a tona três elementos centrais para pensarmos e lutarmos contra o capital, a questão do trabalho, de gênero e de raça, e como o racismo seria um traço estrutural da dominação capitalista no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nilzete de Souza mostrou com sua fala emocionada como foi o aprendizado seu e de seus companheiros de luta as tradições que o SINTUSP e os estudantes lhes ajudaram a recuperar, com a importância das assembléias, da unidade de ação dos trabalhadores a partir do que era votado e como saia daquele conflito com a certeza que não se pode ficar de braços cruzados, pois “quem não luta, não vence”. Diana Assunção pontuou como a precarização do trabalho insere-se no marco da ofensiva neoliberal voltada a garantir uma maior exploração para recuperar a taxa de lucro bem como para imprimir uma divisão também ideológica dos trabalhadores. Sua fala pontuou diversos aspectos de como os revolucionários da Liga Estratégia Revolucionária encaramos não só a luta contra a precarização do trabalho mas também a atuação nos sindicatos e nas lutas não em si, mas como parte de uma estratégia para que a classe trabalhadora vença na luta contra os capitalistas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O debate foi um primeiro e importante passo inicial para iniciar uma campanha contra a precarização do trabalho e pela incorporação dos terceirizados às empresas em que trabalham e sem concurso público no caso do serviço público, e encarar, a luta contra a precarização do trabalho como parte da luta contra o capital. O exemplo da luta das trabalhadoras da USP bem como o exemplo de programa e orientação levantadas pelo SINTUSP que defende a incorporação dos terceirizados na universidade, sua sindicalização no SINTUSP e que estes trabalhadores tenham os mesmos direitos como creche, hospital, etc, marcaram o debate como um exemplo a ser levado pelos trabalhadores também no Rio de Janeiro. Deu-se um rico debate entre a mesa e o plenário sobre como aqui em nosso estado, onde apesar de vários sindicatos serem dirigidos por setores anti-governistas impera em suas bases uma divisão entre efetivos e terceirizados sem que estes sindicatos sequer levantem um programa aos mesmos, como é o caso do SEPE (sindicato dos profissionais da educação) com as merendeiras e outras funções nas escolas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo o debate ficou marcado pelas falas das debatedoras de como se deve encarar esta luta contra a opressão das mulheres, com suas especificidades, mas ligadas (e não subsumidas - ou homogenizadas nas palavras de Virgínia) pela luta do conjunto dos trabalhadores contra o capital. Não se trata de pensar que a tomada do poder acaba com a opressão, mas como este passo estratégico da classe trabalhadora é necessário para combater a opressão e como a mesma deve ser combatida desde hoje e não só no futuro. Também ficou marcado em todo o debate como não se trata de um problema de tal empresa, de tal tipo de terceirização ou de tal forma de exploração entendida como um “excesso”, mas da luta contra o capitalismo. As centenas de lutas de setores precários que ocorrem no país, como as da USP, de Jirau e centenas de outras, mostram a espontaneidade e como diversos setores se levantam contra suas situações específicas, mas como faz falta uma preparação das organizações de esquerda e dos sindicatos para encarar estes conflitos para além de seus limites específicos e sim como escolas de guerra como parte da preparação para que a classe trabalhadora triunfe.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-3845729090800577082?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/3845729090800577082/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=3845729090800577082' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/3845729090800577082'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/3845729090800577082'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/07/lancamento-do-livro-precarizacao-tem.html' title='Lançamento do livro &quot;A precarização tem rosto de mulher&quot; no Rio: debate com Vírginia Fontes, Camila Valle, Nilzete de Souza e Diana Assunção'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-hEyG0Jh3xyc/TjCbSDO52cI/AAAAAAAADUc/k7hfFYv1O6Y/s72-c/Lan%25C3%25A7amento_RJ.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-6591947274196430801</id><published>2011-06-24T05:56:00.001-07:00</published><updated>2011-06-24T05:56:57.770-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Trabalho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teoria'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Universidade'/><title type='text'>Lançamento do livro "A precarização tem rosto de mulher" no Rio</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-5UPhqkDY0U4/TgSJfnyYMLI/AAAAAAAADUY/fPtpF46fuxI/s1600/Lan%25C3%25A7amento_.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://1.bp.blogspot.com/-5UPhqkDY0U4/TgSJfnyYMLI/AAAAAAAADUY/fPtpF46fuxI/s640/Lan%25C3%25A7amento_.jpg" width="516" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-6591947274196430801?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/6591947274196430801/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=6591947274196430801' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/6591947274196430801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/6591947274196430801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/06/lancamento-do-livro-precarizacao-tem.html' title='Lançamento do livro &quot;A precarização tem rosto de mulher&quot; no Rio'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-5UPhqkDY0U4/TgSJfnyYMLI/AAAAAAAADUY/fPtpF46fuxI/s72-c/Lan%25C3%25A7amento_.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-769849303670040543</id><published>2011-06-20T22:34:00.000-07:00</published><updated>2011-06-20T22:34:09.780-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Debates'/><title type='text'>BOLETIM PÃO E ROSAS DA ECONOMIA/UNICAMP</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;o:DocumentProperties&gt;   &lt;o:Version&gt;12.00&lt;/o:Version&gt;  &lt;/o:DocumentProperties&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: #7030a0; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Onde estão os encantos?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Muitos fatos que acontecem na sociedade nos passam despercebidos. Estamos tão acostumadas à mentira de uma sociedade livre e de iguais condições somada a uma visão fatalista de nossas vidas, que acabamos por naturalizar vários tipos de violência: fome, desigualdade, falta de acesso à água potável e rede de esgoto, analfabetismo, discriminação racial, xenofobia etc. A violência contra a mulher é uma delas: a mulher morta e esquartejada pelo companheiro, a mulher que fica paralítica vítima da violência doméstica, os vários casos de estupros, de abusos, de tráfico de mulheres são capazes de nos sensibilizar, geram ódio, raiva, pena, mas não são capazes de nos mobilizar. Por exemplo, em Campinas, conforme dados da Secretaria de Segurança de SP, só nos primeiros quatro meses desse ano, foram registrados 73 casos de estupro. No estado de SP, em 2011, já ocorreram &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;2699 casos&lt;/b&gt;! Esses dados são reflexos daquilo que ocorre diariamente, e é por nós, mulheres e homens, naturalizado ou banalizado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;S&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;egundo a Unesco, uma em cada três ou quatro &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;meninas&lt;/b&gt; é abusada sexualmente &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;antes&lt;/b&gt; de completar 18 anos e segundo a ONU, uma em cada em três mulheres será espancada, violentada ou estuprada em algum momento de sua vida. Qual a razão desses dados bárbaros? Na nossa sociedade capitalista patriarcal em que tudo é transformado em mercadoria, desde os direitos elementares para sobrevivência humana até o próprio ser humano e suas relações, as mulheres são vistas pelos homens e por elas mesmas como uma propriedade masculina, um objeto, e não um sujeito independente (num sentido amplo que ultrapassa o conceito meramente financeiro englobando a sua independência plena com relação ao homem, à maternidade, à família), capaz de transformar a realidade. A Igreja, o Estado burguês, a mídia possuem um papel fundamental na difusão dessa visão de mulher enquanto objeto sexual, na qual se destaca o papel reprodutivo e o papel submisso de usufruto do homem.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Essa ideologia que legitima e gera esses atos e esses números inadmissíveis é a mesma que se expressa nas &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Economíadas&lt;/b&gt;. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;O que a princípio pode parecer apenas um torneio esportivo despido de qualquer conteúdo ideológico revela, num olhar mais atento e crítico, o machismo, a homofobia e o elitismo ocultos. Na Economíadas Caipira do ano passado, vimos um exemplo escancarado (!) nos hinos divulgados em material oficial da Atlética, ou seja, nas músicas que resumem os objetivos e os valores dos estudantes de economia. &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;“Pinga, maconha, mulher e baixaria/quem manda nessa porra é Unicamp economia”&lt;/i&gt;, &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;“Ela diz que é gatinha, que seu peito é natural/Diz que sua bolsa Prada foi presente de Natal/Mas eu to ligada na pura realidade/Chupa rola e dá o cu pra pagar mensalidade/ Ela é puta graduada!”&lt;/i&gt;, &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;“Aqui só tem coiote louco/Quero beber, quero cheirar/Cuidado biscatinha da Puccamp porque a fodeu vai te pegar!”&lt;/i&gt; ou &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;“Essa é a escola que todos desejam, mas poucos conseguem entrar/Você que tentou e não conseguiu, vai pra puta que pariu!” &lt;/i&gt;são alguns exemplos dos hinos cantados. 2011 é mais um ano em que esses mesmos estudantes se animam para, nos jogos e nas festas, ostentarem “a melhor escola do Brasil”, cheia de encantos - mas só para os poucos vencedores que passaram no vestibular.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Essa visão está tão presente e tão arraigada nos homens e nas mulheres, que o fato de a Atlética ter uma presidente mulher não é capaz de alterar em nada o caráter machista e opressor das festas, como a festa da Senha; dos trotes, com concursos de miss e elefantinhos; dos eventos financiados e promovidos pela entidade cujo símbolo do coiote com a coiote fêmea estereotipada, dinheiro e cerveja está sempre presente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Esse não é um fato isolado das Economíadas, está na maioria dos jogos universitários, independente das faculdades que os organizam. No InterUnesp do ano passado vimos a expressão máxima da barbaridade que permeia esses eventos com o “Rodeio das Gordas”, no qual os homens se aproximavam das mulheres que consideravam gordas, as empurravam no chão, montavam em cima e cronometravam quanto tempo conseguiam ficar sobre elas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;É importante lembrar que tanto o InterUnesp, como as Engenharíadas, as Economíadas e outros desses eventos recebem financiamento de empresas privadas, tais como as de cerveja, cuja publicidade machista é difundida na mídia e nesses tipos de festas, e das reitorias das universidades. No IE sabemos que a Atlética já tentou realizar acordos com empresas como o SANTANDER em troca de publicidade para o banco no uniforme dos times e dentro do instituto, além de receber uma verba da diretoria para a realização das Economíadas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Ao passo que, quando há a tentativa de se contrapor a esse tipo de festa, construindo de forma politizada e consciente uma outra forma de sociabilidade, sem machismo, sem homofobia, sem hierarquia, se propondo a romper com toda a tradição tão reivindicada por essas entidades, como foi no caso do Festival Contra as Opressões promovido pelo DCE da Unesp no ano passado, a resposta dada pela reitoria são processos de sindicância aos alunos organizadores. No IE não é diferente, enquanto temos o auditório negado pela direção para a realização de ciclo de estudos de autores marxistas sob a alegação de que esse não é um assunto de relevância acadêmica, a Atlética tem as portas do auditório escancaradas para a realização do seu “Momento Economíadas”. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Diante de tudo aquilo que denunciamos nas linhas acima não cabe mais aceitarmos os discursos dos que nos dizem que &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;essa é uma questão subjetiva&lt;/i&gt;, &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;apenas uma brincadeira&lt;/i&gt;, que &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;depende da interpretação individual&lt;/i&gt;. Esta é uma situação diante da qual não podemos mais nos calar, achando que é natural. É preciso rompermos o silêncio, é preciso denunciarmos essas atitudes, boicotando esses tipos de eventos, pressionando e discutindo politicamente com e nessas entidades para mudarmos essa realidade bárbara. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: #7030a0; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;A precarização do trabalho tem rosto de mulher&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;“Sim, a precarização do trabalho em nosso país tem rosto de mulher. E é justamente aí que reside o perigo desta constatação: o que aconteceria se milhões de mulheres pobres, trabalhadoras terceirizadas, informais, donas de casa, desempregadas, esse verdadeiro &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;exército silencioso&lt;/i&gt;, se levantasse de uma só vez contra todas as formas de opressão e contra este sistema que nos explora e superexplora cada vez mais?”&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3860028098796638974#_ftn1" name="_ftnref1" style="mso-footnote-id: ftn1;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: EN-US; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: EN-US;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Nosso Brasil do crescimento e desenvolvimento econômico, do Pré-Sal, da Copa do Mundo e das Olimpíadas, incluído entre as maiores economias do mundo, esconde uma realidade muito distinta dessa aí, propagada pelo governo e pela mídia burguesa para todo o mundo. O crescimento que aconteceu com o Governo Lula e continua com o da Dilma ocorreu, como apontam os dados estatísticos do IBGE, com queda no desemprego e maior criação de empregos formais, ocupados principalmente pela força de trabalho feminina. Contudo, o que permanece oculto é que estes postos de trabalho são, na realidade, trabalhos precarizados, sem estabilidade, sem condições decentes no local de trabalho e com contratos flexibilizados – sem garantia de direitos historicamente conquistados, como licença-maternidade, 8 horas diárias de trabalho e auxílios -, permitindo que os trabalhadores ganhem menos de um salário mínino.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Essa realidade do mercado de trabalho que parece tão distante está escancarada na nossa frente. Os terceirizados da limpeza, do bandejão, da segurança, da construção civil aqui da Unicamp são todos empregados com esse tipo de contrato. Trabalham dez horas por dia, inclusive finais de semana, e recebem (líquido) menos que um salário mínimo, não possuem lugar para descansar (no IE, por exemplo, as terceirizadas descansam no bosque porque não possuem um local adequado para ficarem durante o horário de almoço), não possuem direitos trabalhistas, não podem faltar nem se estão doentes porque são ameaçados de serem demitidos, são ignorados pelos alunos, professores e funcionários efetivos, não podem conversar com estes e caso o façam podem sofrer punições, serem demitidos ou transferidos para outra unidade(essa fiscalização aqui na Unicamp tornou-se mais rígida após a tentativa de contato de alguns estudantes com os trabalhadores terceirizados e a mobilização dos primeiros contra a terceirização, no ano passado), enfim, trabalham num regime de semi-escravidão.&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A precarização do trabalho, chamada de terceirização, atinge toda a classe trabalhadora, mas está mais presente entre nós, mulheres. Isto porque a mão-de-obra feminina, sendo considerada por nossa sociedade capitalista como inferior à masculina, recebe salários menores e este fato serve como pretexto para que o salário de toda a classe trabalhadora seja rebaixado. Nós, mulheres, ocupamos os postos de trabalho mais precarizados, com menor remuneração e com serviços que são, em sua maioria, extensão do serviço doméstico. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Além desse trabalho realizado em condições desumanizadoras, estas trabalhadoras ainda possuem sob sua responsabilidade o serviço doméstico e o cuidado da família, realizando uma dupla jornada. De acordo com os dados do Ipea, as mulheres chefes de família e com filho trabalham cerca de 13 horas semanais a mais que os homens na mesma situação, realizam 30 horas semanais de trabalho não remunerado, ou seja, trabalho doméstico, e isso é três vezes mais do tempo gasto pelos homens na realização das mesmas tarefas. É importante ressaltar que este trabalho feito em casa é essencial para o funcionamento do capitalismo, pois irá garantir a manutenção da força de trabalho: um trabalhador precisa se alimentar, ter sua roupa lavada, passada, viver em um local limpo, caso contrário não poderá ir trabalhar e tudo isso é garantido dentro de casa, pela mulher, num papel que lhe é socialmente atribuído. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Estas trabalhadoras, ao contrário do que muitos dizem, não realizam funções secundárias dentro da universidade, são parte dela e são essenciais para o seu funcionamento. Contudo, sabemos que embora suas tarefas sejam essenciais para o funcionamento da universidade, a estes trabalhadores e aos seus filhos nunca será dada a oportunidade de ingressar na universidade com outro papel que não este. De acordo com os dados do Inep apenas cerca de 3,5% da população brasileira tem acesso ao ensino superior. O rendimento médio per capita da população é de 1,3 salários mínimos, já o dos estudantes da Unicamp é o dobro disso, 3 salários mínimos. No caso do curso de economia, um dos mais elitizados, essa renda média salta para cerca de 4,5 salários mínimos por pessoa da família. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Além disso, o conhecimento que é aqui gerado não retorna como benefícios para esses trabalhadores, ao contrário, são vendidos para as transnacionais em acordos com a reitoria e o governo do Estado, em troca de financiamento de laboratórios, festas, atléticas, intercâmbios aos estudantes, estágios. Estas são as mesmas transnacionais e empresas –representantes do imperialismo– que (como bem estudamos no nosso curso) no início dos anos 80, sob o pretexto de se ajustar a um ambiente instável de crise – gerada por elas – flexibilizaram, racionalizaram e terceirizaram a sua produção, aumentando os seus lucros por meio da superexploração dos trabalhadores em todo mundo, mas principalmente nos países subdesenvolvidos.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Estes trabalhadores e, principalmente estas trabalhadoras, mulheres, que sentem sobre si o peso da dupla exploração, dentro e fora de casa, não estão calados. Ainda nesse semestre, vimos as manifestações dos trabalhadores terceirizados em Jirau contra as condições precaríssimas de trabalho, numa obra em construção do grandioso PAC, que teve como resposta do governo federal o envio da Força de Segurança Nacional. E mais perto de nós, na USP, as trabalhadoras terceirizadas da limpeza também realizaram uma greve porque estavam trabalhando ser receber salário já havia três meses, um fato que era agravado pela razão da firma ter declarado falência. Uma greve que, no início, reivindicava apenas recebimento dos salários, transformou-se em uma luta contra a terceirização e pela efetivação sem concurso público dessas trabalhadoras, bandeira levantada também por nós do Pão e Rosas, pois se o objetivo do concurso público é provar a capacitação dessas trabalhadoras para exercerem as suas funções, a maior prova que podemos ter é o fato daquelas já as exercerem. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;O apoio do SINTUSP (Sindicato dos funcionários da USP) e dos estudantes (que foram chamados pelas trabalhadoras a saírem das salas de aula e lutarem com elas) teve como resultado o pagamento dos seus salários pela Reitoria da USP, apesar de não terem sido efetivadas. É importante ressaltar que a Reitoria da USP a princípio tinha se negado a pagar estes direitos às trabalhadoras, sob a alegação de que isso era de responsabilidade da empresa que as contrataram, contudo, em razão das mobilizações, dos piquetes, dos atos e manifestações, da lutas destas trabalhadoras em aliança com os estudantes esse pagamento foi arrancado da Reitoria. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O movimento estudantil e os centros acadêmicos (especialmente este aqui, de economia, cujos alunos estudam esta questão diariamente) devem estar juntos na luta com e por estas trabalhadoras, numa perspectiva clara de uma democratização ampla e radical do acesso ao ensino superior público, gratuito e de qualidade, para que este tipo de trabalho realizado em condições desumanas não ocorra aqui na universidade e nem em local algum. Para que essa grande maioria, que não entra na universidade senão para limpar salas que nunca irão usar, construir prédios nos quais os seus filhos nunca poderão estudar, tenham acesso à universidade. Não podemos mais fechar os olhos e estudar em silêncio numa Universidade que explora trabalho semi-escravo de mulheres e homens para funcionar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: EN-US; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: EN-US;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;b&gt;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;Nós, do grupo de mulheres Pão e Rosas, acreditamos que diante dessa realidade não adianta lutarmos sozinhas, é necessário que nós, mulheres, nos organizemos, para que juntas, nos aliando com os setores mais oprimidos da sociedade, consigamos exigir e arrancar os nossos direitos, tal qual nos ensinaram as trabalhadoras terceirizadas da USP. A nossa luta não deve ser contra os homens, mas sim contra esse sistema capitalista e patriarcal que nos explora e nos oprime diariamente – nos impondo dupla jornada de trabalho, exigindo de nós padrões de beleza inalcançáveis – e que necessita manter e perpetuar o machismo, a homofobia e o racismo pra funcionar. A emancipação da mulher, a construção de uma sociedade verdadeiramente democrática, não virá por meio da chegada ao poder de uma ou outra mulher, que no final estão lá não para representar as milhares de trabalhadoras, tais como as terceirizadas, mas sim para atender ao interesse de uma pequena elite, da classe burguesa. Somente a partir da nossa auto-organização e da nossa luta anticapitalista e antiimperialista numa perspectiva classista&lt;span style="color: red;"&gt; &lt;/span&gt;poderemos mudar esta realidade.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;  &lt;/b&gt;&lt;div style="mso-element: footnote-list;"&gt;&lt;br clear="all" /&gt;  &lt;hr align="left" size="1" width="33%" /&gt;    &lt;div id="ftn1" style="mso-element: footnote;"&gt;  &lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3860028098796638974#_ftnref1" name="_ftn1" style="mso-footnote-id: ftn1;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: EN-US; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: EN-US;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt; A precarização tem rosto de mulher, ORG. Diana Assunção. Edi. ISKRA, 2011. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-769849303670040543?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/769849303670040543/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=769849303670040543' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/769849303670040543'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/769849303670040543'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/06/boletim-pao-e-rosas-da-economiaunicamp.html' title='BOLETIM PÃO E ROSAS DA ECONOMIA/UNICAMP'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-67629950272290577</id><published>2011-06-14T04:55:00.000-07:00</published><updated>2011-06-14T04:55:53.319-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Universidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Debates'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Homossexualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sexualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Violência'/><title type='text'>"ANEL discute HOMOFOBIA"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-wJb0lTAYlYM/TfdLykHbjmI/AAAAAAAADUU/NgZglzH06UQ/s1600/Anel.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="282" src="http://4.bp.blogspot.com/-wJb0lTAYlYM/TfdLykHbjmI/AAAAAAAADUU/NgZglzH06UQ/s400/Anel.jpg" t8="true" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao mesmo tempo em que o Supremo Tribunal aprova a união estável homoafetiva, Dilma veta o kit anti-homofobia e o deputado Jair Bolsonaro (assumidamente hommofófico) conta com o apoio dos setores que espancam e matam homossexuais e travestis. Quais foram os avanços e retrocessos na luta contra a homofobia hoje?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Já estão confirmados para a atividade:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Guilherme&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;em&gt;(estudante da USP e militante&amp;nbsp;da ANEL São Paulo, este ano foi agredido vítima de homofobia)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- &lt;strong&gt;Prof. Dr. Omar Ribeiro&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;em&gt;(Antropologia&amp;nbsp;- Unicamp)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- &lt;strong&gt;Rita Frau &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;(professora da rede pública estadual,&amp;nbsp;militante do grupo de mulheres Pão e Rosas)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Data: &lt;span style="font-size: large;"&gt;16 de junho&lt;/span&gt; (quinta-feira)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Horário: &lt;span style="font-size: large;"&gt;17h30&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Local: &lt;span style="font-size: large;"&gt;Auditório I do IFCH&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-67629950272290577?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/67629950272290577/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=67629950272290577' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/67629950272290577'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/67629950272290577'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/06/anel-discute-homofobia.html' title='&quot;ANEL discute HOMOFOBIA&quot;'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-wJb0lTAYlYM/TfdLykHbjmI/AAAAAAAADUU/NgZglzH06UQ/s72-c/Anel.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-1815047559302402831</id><published>2011-06-08T04:22:00.000-07:00</published><updated>2011-06-08T04:27:03.284-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Trabalho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Movimento'/><title type='text'>Nas eleições da APEOESP: chamamos a votar nas candidatas do Pão e Rosas e da corrente "Professores pela base"!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com a Corrente Professores Pela Base, o Pão e Rosas apresenta suas candidatas às eleições da APEOESP, como parte da  Chapa 2 – Oposição Unificada na Luta. Como um grupo de mulheres que reúne trabalhadoras e estudantes, participamos dessas eleições pra combater a política da Chapa 1 atrelada ao governo Dilma em mostrar para as mulheres que é possível levar adiante a luta pelos seus direitos, junto aos outros  trabalhadores, questionando a educação pública, seu caráter e a serviço de quem está, e as condições de trabalho a que estamos submetidas.&amp;nbsp; A corrente Professores pela base e o Pão e Rosas estão intervindo nestas eleições com o objetivo de denunciar a política da atual Diretoria do Sindicato que no ano passado fez de nossa greve “moeda de troca” pelas eleições de Dilma Roussef, impondo uma brutal derrota contra a categoria, que hoje sente suas conseqüências. Esta verdadeira burocracia sindical convive pacificamente com a enorme fratura que existe em nossa categoria e “livra a cara” do governo mesmo depois do mesmo se opor à distribuição do kit-anti-homofobia. Ao mesmo tempo, como parte da Chapa 2, temos o intuito de fortalecer um pólo antigovernista e justamente por isso consideramos que é vital um debate vivo sobre todas as posições políticas. Reproduzimos abaixo entrevista com dois candidatos e militantes da LER-QI, os professores Márcio Bárbio (Zona Norte) e Rita Helena Frau (Campinas).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://2.gvt0.com/vi/wdHPbtwEEUo/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/wdHPbtwEEUo&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/wdHPbtwEEUo&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://3.gvt0.com/vi/UXrcHdVlZXs/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/UXrcHdVlZXs&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/UXrcHdVlZXs&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-1815047559302402831?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/1815047559302402831/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=1815047559302402831' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/1815047559302402831'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/1815047559302402831'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/06/nas-eleicoes-da-apeoesp-chamamos-votar.html' title='Nas eleições da APEOESP: chamamos a votar nas candidatas do Pão e Rosas e da corrente &quot;Professores pela base&quot;!'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-6198141104635256520</id><published>2011-06-06T13:59:00.000-07:00</published><updated>2011-06-08T04:33:13.985-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Trabalho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Debates'/><title type='text'>Pão e Rosas nas eleições da APEOESP lutando com as professoras efetivas e temporárias! Efetivação dos temporários sem concurso público! Pelo direito ao aborto legal, livre, seguro e gratuito! Campanha contra a homofobia e educação sexual livre! Fora a polícia das escolas! Nos inspiremos nas mobilizações da Primavera Árabe e do Maio Espanhol! A classe trabalhadora e a juventude conquistarão os seus direitos com mobilização nas ruas!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com a Corrente Professores Pela Base, o Pão e Rosas apresenta suas candidatas às eleições da APEOESP, como parte da  Chapa 2 – Oposição Unificada na Luta. Como um grupo de mulheres que reúne trabalhadoras e estudantes, participamos dessas eleições pra combater a política da Chapa 1 atrelada ao governo Dilma em mostrar para as mulheres que é possível levar adiante a luta pelos seus direitos, junto aos outros  trabalhadores, questionando a educação pública, seu caráter e a serviço de quem está, e as condições de trabalho a que estamos submetidas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CHAMAMOS A VOTAR NAS CANDIDATAS DO PÃO E ROSAS E DA CORRENTE PROFESSORES PELA BASE NESTAS ELEIÇÕES! &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: purple;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: purple;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-7XVYCtSC9YE/Te0kFxtxrnI/AAAAAAAADT8/2OLv6Lg701A/s1600/rita.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-7XVYCtSC9YE/Te0kFxtxrnI/AAAAAAAADT8/2OLv6Lg701A/s320/rita.JPG" width="240" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Rita Helena Frau, candidata pela sub-sede de Campinas, n. 101, E. E San Diego&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;“A nossa categoria é fraturada ao meio, fragmentada. Como não começar a nossa luta a partir aí? Não posso aceitar trabalhar lado a lado com professoras e professores que ganham menos do que eu, por não conseguirem atribuir aulas, que têm menos direitos, e não têm sequer a estabilidade, e a cada 2 anos ficam 1 ano inteiro desempregados. Eles não têm os mesmos direitos, sequer a possibilidade de terem a mesma quantidade de faltas abonadas como os efetivos – é uma humilhação. E há muitos motivos para começar a luta a partir disso: por um lado trata-se de um enorme enfraquecimento do conjunto do professorado, pois há professores que por ganharem menos e terem menos direitos, não se consideram parte da mesma categoria. Por outro lado, esta fragmentação também leva a mais precarização do trabalho, ou seja, a condições piores no cotidiano para conseguirmos dar aulas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como acabar com esta situação de forma definitiva? Somente defendendo a efetivação de todos os temporários sem a necessidade de concurso público, já que estes já cumprem a função todos os dias e não necessitariam comprovar que são aptos para fazê-lo. Combinado a isso devemos colocar de pé uma luta intransigente em relação à jornada de trabalho sem redução dos salários – sem falar no caso das professoras mulheres, que depois tem a segunda jornada de trabalho em suas casas. Devemos lutar por uma jornada de 50% horas de atividade fora de sala de aula, com o salário mínimo do DIEESE para todos os professores e pela redução da jornada de trabalho sem redução dos salários. Para isso acontecer de forma concreta, devemos lutar por restaurantes 100% subsidiados nas escolas para todos, não somente para os alunos. Queremos também creches em tempo integral para todas as professoras, as funcionárias e terceirizadas, e também para as jovens adolescentes que já são mães. E diante de tamanho escândalo nacional com a violência homofóbica, devemos colocar de pé uma ampla campanha contra a homofobia e violência aos homossexuais em todas as escolas! Para tanto, devemos nos inspirar na disposição de luta e nos exemplos de mobilização da Primavera Árabe e da juventude espanhola, que estão nas ruas reivindicando seus direitos sociais, se colocando contra os governos que querem descarregar o ônus da crise nas costas dos trabalhadores!Minha candidatura, como militante da LER-QI e do Pão e Rosas, integrando a Chapa 2, estará a serviço destas bandeiras como parte da luta contra este sistema de exploração e opressão”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #741b47;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: justify;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-jXerH1cNXYw/Te06tthxGCI/AAAAAAAADUA/8X1pGbLdSHI/s1600/inaia+3.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-jXerH1cNXYw/Te06tthxGCI/AAAAAAAADUA/8X1pGbLdSHI/s320/inaia+3.JPG" width="270" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;“Não somos carcereiros, somos todos professores. Fora a polícia das escolas!”&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #741b47;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Inaya, candidata pela sub-sede da Zona Norte de SP, nº 56, E.E Prof. Amenaíde Braga&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entramos. No corredor há grades e policiais fazendo vigília. Cada porta representa uma aglomeração cada vez maior de pessoas. Em todas as bifurcações há câmeras. Há também cadernos, lápis e uma lousa. O governo quer o que nenhum professor sonhou ser: ser carcereiro de crianças e jovens. A polícia só é mais um grande passo em direção ao cárcere. Se aceitamos a situação da escola pública como ela está, então a polícia será de grande ajuda, bem como as câmeras, bem como as grades. Mas não somos carcereiros, somos todos professores, e a educação não se faz por entre grades. A polícia não está do nosso lado, está do lado dos que ganham milhões com o trabalho escravo de nossa juventude, está do lado dos corruptos, está do lado de quem tem.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Querem tirar a educação de nossa juventude e transformar nós em mais uma peça da engrenagem trituradora de sonhos, trituradora de revolta, trituradora de vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fora a polícia da escola! Por melhores condições de ensino! Por um ensino público de qualidade!&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: purple;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-pYCOapsuPSc/Te07HKoQCVI/AAAAAAAADUE/cI8gpE9tHAk/s1600/adriana+2.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-align: justify;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-pYCOapsuPSc/Te07HKoQCVI/AAAAAAAADUE/cI8gpE9tHAk/s320/adriana+2.JPG" width="280" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;“São as mulheres pobres as maiores vítimas do aborto clandestino”&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Adriana Paula, candidata pela sub-sede da Zona Norte de SP, nº 53, Cedom&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; É muito importante iniciarmos uma discussão séria e profunda a respeito do aborto com as professoras da Rede Estadual de São Paulo. A categoria é composta majoritariamente por mulheres, 78,28%, segundo dados de dezembro de 2010, de diferentes faixas etárias, configurações sociais, políticas e religiosas. Primeiramente, é preciso considerar que o trabalho docente tem sido muito difícil em função das condições de trabalho, da defasagem salarial e do vínculo precário empreendido a quase metade da categoria (OFAs). Mas, devemos ter claro que apesar das condições não favorecerem uma realização profissional plena e a libertação das amarras da ideologia dominante, o nosso papel deve ser resistir e analisar a questão com cuidado, levando em conta a realidade do aborto no Brasil, as “estatísticas”, as implicações, as conseqüências... O aborto é uma importante causa de morte porque a proibição não impede a prática, além disso, aumenta ainda mais a nossa já gritante desigualdade social, na medida em que são as mulheres pobres as maiores vítimas, por não terem condições financeiras de realizar o aborto com a segurança médica necessária. Nesse sentido, gostaria que cada professora refletisse sobre algumas questões: Até quando vamos fingir que o aborto não existe? Até quando vamos ignorar os inúmeros casos de morte? Resolvemos a questão ao não pensarmos sobre ela? Por fim, devemos nos omitir ou ter a coragem de enfrentar essa difícil questão?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: purple;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-weight: bold;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-IcFuNUgredA/Te078IUM5cI/AAAAAAAADUI/GTXivCByDoE/s1600/diana.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-align: justify;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="http://2.bp.blogspot.com/-IcFuNUgredA/Te078IUM5cI/AAAAAAAADUI/GTXivCByDoE/s320/diana.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;“As candidatas do Pão e Rosas buscarão construir um novo sindicalismo classista e combativo”&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i style="font-weight: normal;"&gt;Diana Assunção, diretora do Sindicato de Trabalhadores da Universidade de São Paulo dirigente da LER-QI e do grupo de mulheres Pão e Rosas&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-weight: normal; text-align: justify;"&gt;Declaro todo meu apoio às companheiras do Pão e Rosas, que integram a Chapa 2 nestas eleições da APEOESP. A categoria de professores, majoritariamente feminina, e fragmentada ao meio entre efetivos e temporários, necessita de dirigentes sindicais que lutem pelas reais necessidades das mulheres assim como pela efetivação de todos temporários, sem necessidade de concurso público, para acabar com esta fragmentação. Nós que participamos ativamente da luta das trabalhadoras terceirizadas da UNIÃO na USP buscamos fazer a diferença nesta luta, e por isso apoiamos os candidatos e candidatas que na categoria de professores buscarão generalizar estas experiências e construir um novo sindicalismo classista, desde a base e que coloque como prioridade a luta pelos nossos direitos democráticos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-PJb_ISNwm6w/Te08s6yz67I/AAAAAAAADUM/nRNF0MS1VW4/s1600/marcio+1.JPG" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-PJb_ISNwm6w/Te08s6yz67I/AAAAAAAADUM/nRNF0MS1VW4/s320/marcio+1.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;“Junto comas companheiras do Pão e Rosas construímos a Corrente Professores Pela Base e estamos lançando nossas candidaturas como parte da Chapa 2. Queremos que a luta pelos direitos das mulheres tenha um destaque central em nossa campanha e minha candidatura também estará a serviço disso. Pelo direito das mulheres trabalhadoras! Lutemos todos juntos contra a opressão”&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;Márcio Bárbio, candidato pela sub-sede da Zona Norte de São Paulo, n. 24, E. E. Silva Jardim&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-weight: bold;"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-6198141104635256520?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/6198141104635256520/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=6198141104635256520' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/6198141104635256520'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/6198141104635256520'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/06/pao-e-rosas-nas-eleicoes-da-apeoesp.html' title='Pão e Rosas nas eleições da APEOESP lutando com as professoras efetivas e temporárias! Efetivação dos temporários sem concurso público! Pelo direito ao aborto legal, livre, seguro e gratuito! Campanha contra a homofobia e educação sexual livre! Fora a polícia das escolas! Nos inspiremos nas mobilizações da Primavera Árabe e do Maio Espanhol! A classe trabalhadora e a juventude conquistarão os seus direitos com mobilização nas ruas!'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-7XVYCtSC9YE/Te0kFxtxrnI/AAAAAAAADT8/2OLv6Lg701A/s72-c/rita.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-1765647056403773470</id><published>2011-06-06T11:52:00.000-07:00</published><updated>2011-06-06T11:52:58.320-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Debates'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Direito ao aborto'/><title type='text'>Professoras, lutemos pela legalização do aborto! Por Paulinha Berbert, professora de Sociologia na Zona Norte de SP, militante do Pão e Rosas e da corrente Pela Base</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-bc28AKHJ7L0/Te0dHte2dFI/AAAAAAAADT4/_QJbt60rS6c/s1600/paulinha.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="206" src="http://1.bp.blogspot.com/-bc28AKHJ7L0/Te0dHte2dFI/AAAAAAAADT4/_QJbt60rS6c/s320/paulinha.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4c1130;"&gt;Em abril deste ano aconteceu a Convenção&amp;nbsp;da Oposição Alternativa da Apeoesp, quando&amp;nbsp;foi definido um programa comum com o&amp;nbsp;conjunto dos companheiros que combatem&amp;nbsp;a burocracia governista da Bebel e da Chapa&amp;nbsp;1.&amp;nbsp;Nós – do grupo de mulheres Pão e Rosas,&amp;nbsp;que também compomos a &lt;b&gt;corrente Professores&amp;nbsp;PELA BASE &lt;/b&gt;– travamos uma luta política&amp;nbsp;importantíssima, mas dessa vez em&amp;nbsp;torno de&amp;nbsp;um tema que é, ou deveria ser, um consenso&amp;nbsp;entre a esquerda: a bandeira da legalização&amp;nbsp;do aborto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4c1130;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4c1130;"&gt;Os companheiros da ala majoritária da Oposição,&amp;nbsp;o PSTU, apresentaram uma proposta&amp;nbsp;de programa contra as opressões que não incluía&amp;nbsp;a luta pela legalização do aborto. Defendemos&amp;nbsp;então a inclusão desta bandeira,&amp;nbsp;que é histórica do movimento de mulheres.&amp;nbsp;A partir daí abriu-se o debate para o conjunto&amp;nbsp;do plenário e infelizmente os companheiros&amp;nbsp;mantiveram a sua proposta inicial,&amp;nbsp;sob o argumento de que a defesa do aborto&amp;nbsp;livre, legal, seguro e gratuito “não dialoga&amp;nbsp;com a categoria”. Depois de&amp;nbsp;muita discussão e crise em&amp;nbsp;sua bancada, o PSTU teve&amp;nbsp;que fazer um recuo tático,&amp;nbsp;dizendo que era consenso&amp;nbsp;colocar o direito ao aborto&amp;nbsp;no programa, mas não&amp;nbsp;como eixo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4c1130;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4c1130;"&gt;A discussão que colocamos&amp;nbsp;naquele momento é a&amp;nbsp;mesma que reproduzimos&amp;nbsp;agora: qual é tarefa histórica dos ativistas que&amp;nbsp;compomos a Oposição Alternativa senão a&amp;nbsp;de nos chocarmos com a consciência média do professorado paulista, majoritariamente&amp;nbsp;lulista e dilmista, que ainda alimenta muitas&amp;nbsp;ilusões no PT e na ArtSind-Chapa 1?&amp;nbsp;E nesse&amp;nbsp;sentido, a bandeira da legalização do aborto&amp;nbsp;cumpre um papel fundamental! Para além do&amp;nbsp;simples fato de que a nossa categoria é esmagadoramente&amp;nbsp;feminina, e a sua participação&amp;nbsp;ativa na luta pela legalização colocaria&amp;nbsp;este combate em um papel muito superior,&amp;nbsp;o debate da questão dialoga, e muito com as&amp;nbsp;posições dos nossos colegas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4c1130;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4c1130;"&gt;Dialoga porque questiona preconceitos inculcados&amp;nbsp;pela ideologia burguesa e cristã&amp;nbsp;sobre o papel das mulheres nas mentes de&amp;nbsp;muitos educadores. Dialoga porque desmascara&amp;nbsp;a posição demagógica de Dilma, do PT e&amp;nbsp;de seus representantes no movimento sindical,&amp;nbsp;como a Bebel, que dizem estar ao lado&amp;nbsp;das mulheres e de seus direitos, mas não exitam em rifar&amp;nbsp;nossas reivindicações para manter&amp;nbsp;o apoio eleitoral de setores conservadores.&amp;nbsp;Dialoga porque discute a necessidade da&amp;nbsp;autonomia que precisamos ter sobre os nossos&amp;nbsp;próprios corpos e que não podemos mais&amp;nbsp;deixar que milhares de nós sigamos morrendo&amp;nbsp;por abortos clandestinos. Dialoga, mas&amp;nbsp;não se adapta aos elementos atrasados que&amp;nbsp;o professorado paulista ainda carrega consigo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4c1130;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4c1130;"&gt;É preciso deixar claro que a prática política&amp;nbsp;do PSTU é permeada pela concepção de não&amp;nbsp;se chocar coma consciência dos trabalhadores,&amp;nbsp;sob o pretexto de “querer dialogar”. O&amp;nbsp;que os companheiros perdem de vista é que,&amp;nbsp;para além da importância em si da luta pela&amp;nbsp;legalização do aborto, a discussão desta bandeira&amp;nbsp;com a base da categoria é uma oportunidade&amp;nbsp;valiosa de fazê-la avançar. E é esta&amp;nbsp;justamente a tarefa da Oposição Alternativa:&amp;nbsp;fazer o professorado paulista avançar politicamente&amp;nbsp;a partir de um programa que responda&amp;nbsp;as &amp;nbsp;nossas principais demandas (como&amp;nbsp;a unidade de nossas fileiras, a defesa da educação&amp;nbsp;pública de qualidade, o aumento salarial)&amp;nbsp;e que levante com centralidade as&amp;nbsp;bandeiras democráticas, como a legalização&amp;nbsp;do aborto!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4c1130;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;As professoras do Pão e Rosas gritamos:&amp;nbsp;basta de mulheres mortas por abortos clandestinos!&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Anticoncepcionais e contraceptivos&amp;nbsp;gratuitos e de qualidade!&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Que a Oposição Alternativa&amp;nbsp;organize uma grande campanha&amp;nbsp;pela legalização do aborto junto à categoria!&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-1765647056403773470?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/1765647056403773470/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=1765647056403773470' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/1765647056403773470'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/1765647056403773470'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/06/professoras-lutemos-pela-legalizacao-do.html' title='Professoras, lutemos pela legalização do aborto! Por Paulinha Berbert, professora de Sociologia na Zona Norte de SP, militante do Pão e Rosas e da corrente Pela Base'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-bc28AKHJ7L0/Te0dHte2dFI/AAAAAAAADT4/_QJbt60rS6c/s72-c/paulinha.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-5024562671983745861</id><published>2011-06-06T09:55:00.000-07:00</published><updated>2011-06-06T09:55:58.725-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Trabalho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nacional'/><title type='text'>Sobre o livro“A precarização tem rosto de mulher”                                Extratos da resenha publicada na Revista ContraCorrente, por Paulinha Berbert</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-wv-76mxZDZE/Te0FfaYmn7I/AAAAAAAADTw/aRWfxb-05wM/s1600/livro-2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4c1130;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-wv-76mxZDZE/Te0FfaYmn7I/AAAAAAAADTw/aRWfxb-05wM/s1600/livro-2.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4c1130;"&gt;Elas são as primeiras pessoas para as quais dou‘bom dia’, negras, uniforme azul que as diferenciam&amp;nbsp;de todos os outros funcionários da escola estadual onde trabalho. “Tão cedo no batente?” – pergunto &amp;nbsp;às 6h40. “É claro, professora. Tudo precisa estar em ordem pra quando vocês chegarem, não&amp;nbsp;é?” – responde uma das duas terceirizadas que limpam uma escola que atende mais de 800 alunos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4c1130;"&gt;Entram todos os dias às 5h da manhã, saem às 16h, param meia hora para o almoço que trazem de&amp;nbsp;casa, zanzeam com vassouras e baldes nas mãos. Sempre juntas, a única coisa que lhes dá identidade&amp;nbsp;é as luvas que usam, que têm seu nome escrito. Ali ninguém fala com elas, nem os alunos,&amp;nbsp;nem os demais funcionários e professores. (...) Mas eu ouvia aquelas mulheres e me lembrava de&amp;nbsp;outra que conheço, tão parecida com elas – Silvana, resolvi falar do livro. “Vou trazer um presente&amp;nbsp;pra vocês na segunda-feira ...”. “O que, professora? Não precisa se incomodar com a gente!”. “É um&amp;nbsp;livro que fala sobre vocês, sobre mulheres terceirizadas, que dão duro, trabalham limpando um lugar, à noite chegam e casa e&amp;nbsp;trabalham &amp;nbsp;mais ... Acho que vocês vão gostar!”. Mostro a elas o piloto do livro, que estava na minha mochila. Na capa duas terceirizadas,&amp;nbsp;usando uniformes escuros e com vassouras na mão, uma diz para outra: “Olha, podia ser a gente!”.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #20124d;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #20124d;"&gt;Leia a resenha na íntegra no blog de Paulinha Berbert: &lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://carregobandeira.blogspot.com/"&gt;http://carregobandeira.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-5024562671983745861?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/5024562671983745861/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=5024562671983745861' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/5024562671983745861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/5024562671983745861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/06/sobre-o-livroa-precarizacao-tem-rosto.html' title='Sobre o livro“A precarização tem rosto de mulher”                                Extratos da resenha publicada na Revista ContraCorrente, por Paulinha Berbert'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-wv-76mxZDZE/Te0FfaYmn7I/AAAAAAAADTw/aRWfxb-05wM/s72-c/livro-2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-6306755388361214456</id><published>2011-06-06T09:32:00.000-07:00</published><updated>2011-06-06T09:32:02.742-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Debates'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Homossexualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nacional'/><title type='text'>Dilma, basta de trocar nossos direitos para salvar seus políticos corruptos!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: purple;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: purple;"&gt;É uma realidade concreta a discriminação e agressão sofrida pelos&amp;nbsp;homossexuais em nosso país, são vários os casos de violência contra&amp;nbsp;eles por parte de grupos de ultra-direita, que ainda contam com a o&amp;nbsp;apoio ideológico de deputados reacionários como Bolsonaro. E nas&amp;nbsp;escolas não é diferente, alunos, professores e funcionários homossexuais&amp;nbsp;são vítimas constante de agressões, perseguições e assédio&amp;nbsp;moral.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: purple;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: purple;"&gt;Esse debate ganhou espaço na mídia, nas salas de aula e entre professores&amp;nbsp;em virtude da confecção de um kit anti-homofóbico elaborado&amp;nbsp;pelo MEC e ONGs, que seriam distribuídos nas escolas de todo&amp;nbsp;o país. De novo os setores conservadores saíram da toca e pressionaram o&amp;nbsp;governo para que retrocedesse na distribuição desse material,&amp;nbsp;e Dilma mostrou a que veio! Na semana passada proibiu a&amp;nbsp;distribuição do kit por conta de uma negociata com a bancada evangélica&amp;nbsp;e católica em troca da não acusação ao ministro Palocci, que&amp;nbsp;mais uma vez foi pego em trambiques. A direção da Apeoesp, inclusive&amp;nbsp;a nossa presidenta, Bebel (Chapa 1), se calou vergonhosamente!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: purple;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: purple;"&gt;Se por um lado, a cartilha do MEC não é o suficiente para combatermos&amp;nbsp;a homofobia e a violência contra homossexuais, por outro lado,&amp;nbsp;este é um debate fundamental de fazermos dentro de nossas salas&amp;nbsp;de aula e como conjunto do professorado. Sabemos que a atividade&amp;nbsp;do professor tem um caráter particularmente ideológico e podemos&amp;nbsp;ser um contraponto de reflexão e crítica para nossos alunos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4c1130;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4c1130;"&gt;Precisamos&amp;nbsp;colocar de pé uma ampla campanha contra a homofobia&amp;nbsp;e violência aos homossexuais em todas as escolas!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4c1130;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4c1130;"&gt;&amp;nbsp;É preciso lutar&amp;nbsp;pela educação sexual em todos os níveis de ensino, com a escolha&amp;nbsp;do conteúdo decidida pelos professores e estudantes através&amp;nbsp;de seminários em cada local de ensino!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4c1130;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4c1130;"&gt;É preciso cobrar do&amp;nbsp;nosso sindicato que organize uma ampla campanha em defesa&amp;nbsp;dos direitos dos homossexuais, além de estarmos, os professores&amp;nbsp;da rede estadual, ao lado dos ativistas LGBTT lutando por&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4c1130;"&gt;seus direitos!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4c1130;"&gt;Pelo exercício da livre sexualidade!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4c1130;"&gt;Por uma educação&amp;nbsp;laica sem a interferência da Igreja!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-6306755388361214456?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/6306755388361214456/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=6306755388361214456' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/6306755388361214456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/6306755388361214456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/06/dilma-basta-de-trocar-nossos-direitos.html' title='Dilma, basta de trocar nossos direitos para salvar seus políticos corruptos!'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-7525182619412468649</id><published>2011-06-06T08:42:00.000-07:00</published><updated>2011-06-07T05:00:16.826-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Trabalho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Debates'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Homossexualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Direito ao aborto'/><title type='text'>Pão e Rosas entrevista a professora potiguar Amanda Gurgel (entrevista na íntegra)</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-5wnH0TjKXL8/Te4SrR-TnPI/AAAAAAAADUQ/wJJ6ZrMyzJI/s1600/amanda_gurgel_reprinternet.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-5wnH0TjKXL8/Te4SrR-TnPI/AAAAAAAADUQ/wJJ6ZrMyzJI/s1600/amanda_gurgel_reprinternet.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: purple;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: purple;"&gt;&lt;b&gt;Publicamos abaixo a entrevista na íntegra com Amanda Gurgel, professora do Rio Grande do Norte&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: purple;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: purple;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: purple;"&gt;e militante do PSTU, onde buscamos a opinião desta professora -&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: purple;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: purple;"&gt;que tornou-se nacionalmente conhecida - sobre os eixos da campanha que o Pão e Rosas vem levando adiante como parte da Chapa 2. Como expressamos neste material, há uma série de debates que queremos travar com as companheiras de outras correntes que compõe a Chapa 2,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: purple;"&gt;como a necessidade de lutar pela efetivação sem necessidade de concurso público, ou a necessidade de levar de frente a discussão sobre a legalização do aborto. Abaixo, as opiniões de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: purple;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: purple;"&gt;Amanda e sua luta.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: purple;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: purple;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: purple;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: purple;"&gt;&lt;i&gt;Flavia Vale - Pão e Rosas - Belo Horizonte - MG: &lt;/i&gt;O fenômeno do vídeo na internet expressa que há um enorme espaço para lutar contra as péssimas condições de trabalho do professor e para lutar pela educação pública de qualidade. Como você vê a questão, como acha que podemos coordenar as lutas efetivamente?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: purple;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;b&gt;Amanda Gurgel: &lt;/b&gt;Então, o fenômeno do vídeo realmente abriu esse espaço pro debate da educação de um jeito que a gente nunca tinha visto. Inclusive com um espaço na grande mídia, que é um espaço que nós devemos utilizar na tentativa de ganhar a opinião pública para essa questão, já que existe todo um trabalho da ideologia feito para a divisão da classe trabalhadora, para que os pais dos alunos acreditem que os professores são responsáveis pelo caos da educação. Então, é um espaço agora que estamos tendo em diversos veículos, tanto da imprensa alternativa como da imprensa burguesa, da gente divulgar nossa campanha pelos 10% do PIB e esclarecer as pessoas quanto a essa questão, dos verdadeiros responsáveis pelo caos da educação que são os governos. Então, do ponto de vista prático, além das redes sociais, que nós não podemos desconsiderar o poder que essas redes sociais tem, além da atuação nesse ambiente da internet, estamos tentando ampliar essa luta à luta clássica, a luta nas ruas. Isso não é uma tarefa fácil, mesmo porque nossa principal entidade, a entidade que nos reúne em medida nacional, que é a Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE), ela não está imbuída desse mesmo sentimento que nós estamos. Mesmo porque é uma entidade que está atrelada ao governo, e nós estamos tendo que construir essa mobilização nacional por outras vias. Nesse final de semana, eu vou me reunir com o pessoal na reunião da CONLUTAS nacional, eu estarei presente para que a gente possa desenvolver alternativas de mobilização real da categoria em nível nacional. Levando em consideração, ainda que se não tivermos o apoio da CNTE, e se as mobilizações não forem chamadas pela CNTE, isso vai ser um enfraquecimento para o movimento, já que uma paralisação que não seja convocada por uma entidade reconhecida oficialmente é considerada uma falta como outra qualquer. Assim, muitos trabalhadores talvez não queiram aderir pelo fato de não ter uma coisa oficial, mas a nossa batalha é para que a CNTE perceba esse momento que nós estamos vivendo agora, um momento histórico para o debate da educação, entenda a importância dessa mobilização nacional e que esteja junto com as redes sociais, enfim, com a minha imagem também que nesse momento, apesar de eu não ter qualquer tipo de vaidade nem me achar especial ou diferente de qualquer professor, mas afinal de contas a minha imagem está associada a esta luta, e que a CNTE venha somar suas forças à nossa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: purple;"&gt;&lt;i&gt;FV: &lt;/i&gt;Sobre o kit anti-homofobia, como a Dilma cedeu à bancada católica e evangélica e retrocedeu mais em nossos direitos democrático. Qual o papel dos professores desde as escolas na luta pelos direitos dos homossexuais, como o casamento igualitário, a criminalização da homofobia, colocando os professores como aliados dos jovens para que todos possamos expressar livremente nossa sexualidade?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;b&gt;AG: &lt;/b&gt;Olha, se nós tivéssemos uma escola ideal, uma escola que fosse um ambiente favorável à construção do conhecimento, a função do professor seria a de realizar esses debates dentro da escola. No entanto, as nossas estruturas hoje na escola são estruturas que impedem qualquer tipo de debate, mesmo porque a maior parte do tempo dentro das salas de aula – isso você pode confirmar com qualquer professor – a maior parte do tempo nas escolas a gente passa para administrar o caos dentro da própria sala de aula. A hiperatividade dos alunos, a super lotação, no caso nosso no Rio Grande do Norte, o calor. Então, assim, nós não temos muitas condições de realizar debates dentro das salas de aula. Se nós tivéssemos uma educação, uma escola que fosse comprometida realmente com a educação transformadora, a nossa função seria essa, mas como nós não temos, infelizmente nós ainda precisamos entender e ter a consciência que precisamos ser pacientes com nossos colegas professores, que muitos ainda não alcançaram esse nível de consciência em relação aos segmentos que são oprimidos na sociedade, mais oprimidos que os trabalhadores de modo geral, que são as mulheres, os negros e negras, os homossexuais. Enfim, nesse modelo que nós temos hoje de escola, que é um modelo em que a escola funciona como um depósito - não é um chavão, é um fato - e que os professore têm atuado apenas como guardiões dessa crianças, o professor está um pouco limitado. Não tem muito como realizar esse debate, como contribuir pra isso dentro do ambiente escolar. Agora, em relação à Dilma, acho que não é uma surpresa, não podemos dizer que é uma atitude surpreendente, mesmo porque durante a campanha dela, ela utilizou como moeda de troca também a questão do aborto, entendeu? E cedeu à pressão dos evangélicos, negando uma luta histórica do próprio partido dela. Então, não só o kit gay, como a questão da defesa do aborto, como qualquer outra demanda que seja levantada dentro do governo Dilma, mesmo que seja uma luta histórica do próprio PT, a gente não tem dúvida que ela vai ser utilizada como moeda de troca, e que vai ser relegada ao mais baixo patamar, desde que seja pra atender os interesses do governo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: purple;"&gt;&lt;i&gt;FV:&lt;/i&gt; ...do governo e desses setores também ...&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;b&gt;AG:&lt;/b&gt; ...exatamente, a bancada evangélica, as bancadas moralistas fundamentalistas. Infelizmente...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: purple;"&gt;&lt;i&gt;FV:&lt;/i&gt; Agora, em relação ao aborto. Nós fazemos parte de uma categoria que mais de 60% são mulheres, como a luta por uma escola publica, gratuita, de qualidade e laica continua sendo fundamental, pra colocar mais do ponto de vista dos professores, apesar de todo atraso que tem na categoria, essa luta que a gente tem como CSP-CONLUTAS como ANEL. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;b&gt;AG: &lt;/b&gt;Sim, isso é um debate difícil demais porque, pra questão do aborto, por exemplo, existe todo um trabalho da ideologia e da mídia pra que seja, em primeiro lugar, feito uma confusão entre a legalização do aborto, o direito da mulher de fazer um aborto, e a defesa do aborto &lt;st1:personname productid="em si. Porque" w:st="on"&gt;em si. Porque&lt;/st1:personname&gt; o nosso movimento não defende que as mulheres saiam por aí abortando ou que o aborto seja uma forma contraceptivo. Não é isso que nós defendemos. O que defendemos é que a mulher tenha o direito de decidir sobre seu próprio corpo e que ela não seja considerada uma criminosa por causa disso. Mas não é isso que é propalado pela mídia. O que é propalado é que nós somos mulheres que estão querendo fazer aborto a todo o momento e querendo que todas as mulheres façam aborto. E isso coloca já em choque essas mulheres, que constituem a maioria da nossa categoria, e que muitas são cristãs, e que já têm essa dificuldade de realizar na sua própria prática pedagógica a isenção do que se refere a essa ideologia, e que é reforçada ainda pela mídia dessa forma, distorcendo nosso discurso, distorcendo a nossa bandeira. Então, é um debate que nós, que estamos na vanguarda, temos a obrigação de levar pra dentro das escolas com muita paciência, porque eu tenho visto no meu espaço, onde atuo, nas escolas do RN, a mudança de concepção de alguns colegas. Então, em alguns momentos, eu passo a considerar algumas mulheres muito mais avançadas do que eu, porque são mulheres que tiveram uma formação cristã tradicional, que foram educadas para o casamento, para o cuidado com o lar e de repente estão defendo isso, defendendo que a mulher precisa ter o direito de decidir sobre o próprio corpo. Que se ela decidiu que ia fazer um aborto, é porque ela tinha essa necessidade e por isso ela não será considerada criminosa. Mulheres que tiveram essa formação extremamente tradicional e que estão voltando nas suas memórias e lembrando que as suas avós realizaram aborto, que as suas mães realizaram aborto, e que isso não fez delas mulheres criminosas ou menos cristãs. Então é um compromisso nosso, nós, que estamos na vanguarda, temos o compromisso de levar o debate pra dentro das escolas. Mas eu tenho ainda uma certa crítica ao nosso próprio movimento, que é a forma como nós levamos que não é muito didática. E eu percebo que no momento que você consegue trazer pra vida concreta, como esse exemplo que eu estou dizendo, como a minha avó, por exemplo, eu não tenho vergonha de dizer, eu chego na escola e digo: “olha, minha avó ela realizou dois abortos, minha avó era cristã, católica”. Então, assim, eu acho que nós devemos ter essa forma mais didática de dialogar com as pessoas. Uma das coisas, um dos elementos que as pessoas têm destacado para essa questão do vídeo e tal, do sucesso e tudo, é a minha linguagem, a forma como eu me expresso e tal, e que é minha, tudo bem, não tô dizendo que é melhor nem pior do que a de ninguém, mas que nós precisamos levar em consideração nesses momentos de dialogar sobre esse debate, entendeu? Nós não estamos abrindo, eu não to abrindo mão de nenhuma bandeira do nosso movimento, nem do movimento de mulheres, nem do movimento gay, não tô abrindo mão de nenhuma bandeira mesmo, nem do meu partido, nem da minha central, não tô abrindo mão de nada, mas, a forma como eu tenho me dirigido as pessoas, entendeu?, tem sido mais fácil delas compreenderem, apenas isso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: purple;"&gt;&lt;i&gt;FV:&lt;/i&gt; Mas sendo você essa porta voz, como você faria o diálogo em relação ao direito à maternidade, ao direito ao aborto na nossa categoria, como você pensa em fazer isso?&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;AG:&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; Mas eu faço, é isso que eu tô dizendo, eu já faço, já tenho dentro das escolas essa tarefa, entendeu? Me sinto nessa obrigação de fazer esse debate, e eu faço dessa forma. Gente, o que as mulheres, o que nós, mulheres feministas, estamos defendendo não é o aborto como uma forma de contraceptivo, de jeito nenhum, entendeu? Não é isso que nós estamos defendendo. O que nós estamos defendendo é que se uma mulher compreende que ela precisa realizar um aborto, ela não pode ser encarada como uma criminosa por causa disso. É apenas isso que nós estamos defendendo, né? E que principalmente ela possa ter acesso a esse serviço na rede básica de saúde, na rede pública, porque se é uma mulher que tem dinheiro, ela pode fazer, eu levo exatamente assim, entendeu? Se é uma mulher que tem dinheiro, se é a prefeita da cidade, por exemplo, que a gente não tem como ter acesso a informações sobre a vida privada das pessoas, nem interessa, mas se é qualquer pessoa que tenha dinheiro, ela faz num consultório médico, e isso não vai ser problema nenhum, nem ela vai ser exposta nem ridicularizada por causa disso, mas se é uma mulher da classe trabalhadora, ela vai colocar a vida dela em risco.A nossa única defesa é essa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: purple;"&gt;&lt;i&gt;FV: &lt;/i&gt;Agora só para finalizar, última pergunta: &lt;st1:personname productid="Em S￣o Paulo" w:st="on"&gt;Em São Paulo&lt;/st1:personname&gt;, no Rio Grande do Norte e em quase todos os Estados, a categoria de professores é dividida ao meio, entre efetivos e temporários, uma forma de enfraquecer nossa categoria e manter os trabalhadores com muita desigualdade de salários e direitos. Como é essa situação no Rio Grande do Norte, e que programa vocês levantam para acabar com esse problema?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;b&gt;A.G:&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; Olha, no Rio Grande do Norte é muito parecida. É, na rede municipal nós temos, além dos professores concursados, normais né?, aqueles que são efetivos, nós temos educadores infantis, que é uma coisa que nem era mais para existir, né?, que foi num concurso recente, 4 anos atrás, a primeira turma de educadores infantis que entrou na rede municipal, que são professores que tem apenas o ensino médio, certo? E que pra uma jornada de 40 horas semanais, elas recebem o mesmo salário que nós recebemos pra uma jornada de 20. Então, a maioria, mulher, certo? E mulheres extremamente exploradas, né? Numa situação de exploração gritante, assim, até pelas condições que elas têm dentro das creches. Essas educadoras infantis que trabalham com as crianças de três meses até cinco anos de idade. Então, a primeira divisão que tem na rede municipal é essa, de professores efetivos, concursados, de nível superior e os de nível médio, que são os educadores infantis, além dos contratados, que são os precários, que a qualquer momento podem ter seus contratos rescindidos ou não renovados, e que estão, por exemplo, esse ano trabalhando desde o início do ano letivo sem receber um centavo. Não receberam ainda nenhum centavo, e não sabem sequer o valor do salário, qual vai ser o valor desse salário que eles não receberam ainda, certo? Na rede estadual, nós temos os concursados, que são os efetivos, temos os estagiários, que são os precários dos precários, que recebem menos da metade do nosso salário, e temos ainda (eu falei os estagiários e os contratados?) os efetivos, os contratados e os estagiários. Então, você até perguntou se não seria o caso da gente efetivar os professores que são contratados...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: purple;"&gt;&lt;i&gt;FV:&lt;/i&gt; Sem necessidade de concurso...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;AG&lt;/i&gt;:&amp;nbsp;&lt;/b&gt;... sem necessidade de concurso. A bandeira nacional que a gente defende é a bandeira do concurso, entendeu? Agora, no caso aqui de Belo Horizonte, pelo que eu estou vendo, é tanto professor contratado que eu não sei se seria o caso da gente rever isso, e ter uma bandeira local que fosse para a contratação, a efetivação desses professores contratados. Agora, nacionalmente o que a gente defende é o concurso, entende? Eu não sei, realmente eu não poderia nem opinar sobre isso aqui, localmente, entende? Porque a bandeira que nós defendemos é que nós tenhamos concurso já, e que não tenhamos professores contratados, porque os professores contratados trabalham em condições ainda mais precárias do que nós, entendeu? Hoje, por exemplo, no Rio Grande do Norte a nossa categoria está quase que 100% em greve, mas o Estado se apóia nos professores contratados para dizer que as escolas estão funcionando. Porque são professores que não têm coragem assim, porque precisam desse dinheiro né? Precisam desse salário, que um dia eles vão receber, porque eles também estão trabalhando sem receber, até hoje na rede estadual né? E assim, nós não trabalhamos para fazer poupança, eu não conheço nenhum professor que tenha dinheiro guardado. Nosso salário ele é todo, tem o destino todinho, recebe o salário e ele já tá todo repartidinho para pagar nossas despesas. Então, o Estado se apóia nesses professores precários pra dizer que nosso movimento não é tão forte quanto a gente tá dizendo, entende? Então por isso nós não defendemos contratação, defendemos que haja concurso público imediatamente, e que sejam concurso que ofereça vagas suficiente para suprir as demandas da escola, entende? Essa é nossa bandeira a nível nacional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: purple;"&gt;&lt;i&gt;FV:&lt;/i&gt; Ta ótimo. Você quer colocar alguma coisa mais?&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;b&gt;AG:&lt;/b&gt; &lt;/i&gt;Queria pedir desculpas porque eu não respondi sua pergunta...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-7525182619412468649?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/7525182619412468649/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=7525182619412468649' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/7525182619412468649'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/7525182619412468649'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/06/pao-e-rosas-entrevista-professora.html' title='Pão e Rosas entrevista a professora potiguar Amanda Gurgel (entrevista na íntegra)'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-5wnH0TjKXL8/Te4SrR-TnPI/AAAAAAAADUQ/wJJ6ZrMyzJI/s72-c/amanda_gurgel_reprinternet.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-428478170811159130</id><published>2011-06-06T07:44:00.000-07:00</published><updated>2011-06-06T10:02:37.565-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Internacional'/><title type='text'>O povo árabe e a juventude espanhola nos mostram o caminho!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: purple;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-jxsu0jm11k0/Te0HwRKLkrI/AAAAAAAADT0/2RMUr9GBRD0/s1600/Barcelona-2011-2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="212" src="http://2.bp.blogspot.com/-jxsu0jm11k0/Te0HwRKLkrI/AAAAAAAADT0/2RMUr9GBRD0/s320/Barcelona-2011-2.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: purple;"&gt;Desde dezembro do ano passado temos acompanhado as mobilizações do povo árabe contra seus governos ditatoriais, umbilicalmente ligados ao imperialismo europeu e estadunidense, que ataca os direitos e as condições de vida&amp;nbsp;do povo pobre, aumentando a pobreza e a carestia de vida. O povo tunisiano e egípcio, nas ruas, aliado à juventude,&amp;nbsp;à setores importantes do movimento operário, contanto inclusive com uma participação massiva de mulheres, ocupou as ruas e praças, recolocando a perspectiva – tão atacada pela burguesia – de que sim, é possível agir e protagonizarmos mudanças históricas de grande magnitude! Governos foram derrubados e a classe trabalhadora recobrou&amp;nbsp;a confiança em suas próprias forças! O que vemos acontecer em Barcelona e Madri vai no mesmo sentido, ensina&amp;nbsp;uma lição particularmente importante para os professores: o papel transformador e explosivo que a juventude&amp;nbsp;pode cumprir! A juventude espanhola demonstra nas praças, ao lado do povo, que não podemos aceitar a idéia de&amp;nbsp;geração perdida, que tantas vezes se expressa dentro das nossas salas de aula! Os jovens podem cumprir um papel&amp;nbsp;fundamental na luta contra os governos, se rebelando contra as amarras impostas por essa sociedade de opressão e&amp;nbsp;exploração, nos sacudindo com a energia transformadora daqueles que não carregam o peso das derrotas do passado e se dão a tarefa de desatar o futuro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-428478170811159130?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/428478170811159130/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=428478170811159130' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/428478170811159130'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/428478170811159130'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/06/o-povo-arabe-e-juventude-espanhola-nos.html' title='O povo árabe e a juventude espanhola nos mostram o caminho!'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-jxsu0jm11k0/Te0HwRKLkrI/AAAAAAAADT0/2RMUr9GBRD0/s72-c/Barcelona-2011-2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-2764271349213747904</id><published>2011-06-04T16:33:00.000-07:00</published><updated>2011-06-04T16:33:57.144-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Trabalho'/><title type='text'>Jornal Pão e Rosas [virtual] especial eleições APEOESP!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-QASTNRfTqiU/TerAjXnDmXI/AAAAAAAADTo/-owhvRH8IAQ/s1600/capaperapeoesp.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-QASTNRfTqiU/TerAjXnDmXI/AAAAAAAADTo/-owhvRH8IAQ/s1600/capaperapeoesp.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;a href="http://www.ler-qi.org/IMG/pdf/jornalperpelabase_pdf-1.pdf"&gt;Clique aqui para ver em PDF&lt;/a&gt;. Em breve publicaremos todas as matérias em texto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-2764271349213747904?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/2764271349213747904/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=2764271349213747904' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/2764271349213747904'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/2764271349213747904'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/06/jornal-pao-e-rosas-virtual-especial.html' title='Jornal Pão e Rosas [virtual] especial eleições APEOESP!'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-QASTNRfTqiU/TerAjXnDmXI/AAAAAAAADTo/-owhvRH8IAQ/s72-c/capaperapeoesp.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-7294475268777691037</id><published>2011-05-11T17:54:00.000-07:00</published><updated>2011-06-02T09:17:49.159-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Trabalho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teoria'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Universidade'/><title type='text'>AMANHÃ (11/05) Lançamento do livro "A precarização tem rosto de mulher" na Unicamp:</title><content type='html'>&lt;div style="margin: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-84zPYTJqFDQ/TZH1BlhJAxI/AAAAAAAADSk/bKm-rsdNXyQ/s320/livro-2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-84zPYTJqFDQ/TZH1BlhJAxI/AAAAAAAADSk/bKm-rsdNXyQ/s320/livro-2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;Com esse livro, buscamos reconstruir a história de uma pequena, mas exemplar, luta operária contra as péssimas condições de trabalho na USP em 2005. Foi uma luta de trabalhadoras e trabalhadores terceirizados da limpeza. Seis anos depois a Usp, novamente, se torna palco de uma greve de trabalhadores terceirizados da limpeza, que radicalizaram ainda mais seus métodos. Parte dos lutadores terceirizados de 2005 voltaram a protagoni&lt;span class="text_exposed_hide"&gt;...&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="text_exposed_show"&gt;zar em 2011 uma luta operária que avançou da demanda economica, pelo pagamento dos salários, ao romper com o cotidiano da comunidade universitária e se tornou uma luta política mostrando que a terceirização escraviza, humilha e divide, inclusive dentro do espaço elitizado e aparentemente intocável de mazelas que é a Universidade. As mulheres, maioria desses trabalhadores deram exemplo, em ambos os processos, de como lutar contra a precarização da vida, elas mostraram que a precarização tem rosto de mulher, mas que essas mulheres estão dispostar a lutar pelo fim de sua exploração: a luta continua!&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="text_exposed_show"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;i&gt;Para apresentar o livro contamos com a presença de:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #111111; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Diana Assunção&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #111111; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;organizadora do livro, diretora do Sintusp, dirigente da LER-QI e fundadora do Pão e Rosas&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #111111; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #111111; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Glória Oliveira&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #111111; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;trabalhadora terceirizada da limpadora União&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #111111; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #111111; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Paula Marcelino&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #111111; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;doutora em Sociologia pela Unicamp e autora do livro "A logística da precarização: terceirização do trabalho na Honda do Brasil"&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #111111; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Rita Frau&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #111111; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;profª da rede estadual de SP, corrente de professores Pela Base e Pão e Rosas&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #111111; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin: 0px;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #111111; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;11 de maio&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #111111; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;No Auditório II do IFCH &amp;nbsp; | &amp;nbsp; às&amp;nbsp;17h00&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #111111; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin: 0px;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Nos dias de sábado, a gente ali jogando água, todo mundo louco pra ir embora pra casa, e a encarregada cantando 'lerê-lerê'. Era uma humilhação, ela nos chamava de escrava&lt;/i&gt;s"&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #111111; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin: 0px;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;(Silvana, trabalhadora terceirizada)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #111111; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin: 0px;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Organização:&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Pão e Rosas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;LER-QI e Independentes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Iskra&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Edições&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-7294475268777691037?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/7294475268777691037/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=7294475268777691037' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/7294475268777691037'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/7294475268777691037'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/05/lancamento-do-livro-precarizacao-tem.html' title='AMANHÃ (11/05) Lançamento do livro &quot;A precarização tem rosto de mulher&quot; na Unicamp:'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-84zPYTJqFDQ/TZH1BlhJAxI/AAAAAAAADSk/bKm-rsdNXyQ/s72-c/livro-2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-968892640200793422</id><published>2011-05-10T05:36:00.000-07:00</published><updated>2011-05-10T05:36:59.014-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Trabalho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Movimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Universidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Debates'/><title type='text'>Mais de 150 participam de debate contra a terceirização na Faculdade de Direito da USP</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Publicamos abaixo nota extraída do site da LER-QI, sobre debate realizado essa semana na Faculdade de Direito da USP, onde Diana Assunção, diretora do Sintusp, dirigente da LER-QI e fundadora do Pão e Rosas e Glória Oliveria, trabalhadora terceirizada da limpeza da USP, estiveram ao lado dos professores Jorge Luis Souto Maior (USP) e Ricardo Antunes (Unicamp) discutindo a precarização do trabalho e a terceirização na universidade. A luta dos trabalhadores terceirizados e tercerizadas da USP de 2011 esteve em pauta e Diana Assunção apresentou o livro "A precarizaçao do trabalho tem rosto de mulher"  que retrata a luta dos trabalhadores tercerizados e terceirzadas da USP que trabalhavam para a empresa 'Dima' em 2005/2006.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; font-weight: normal;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Por Celso Jr&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; font-weight: normal;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Trabalhador da ECA e militante da LER-QI&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span class="cuerpo_nota"&gt;&lt;div class="spip" style="font-style: italic; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ESLwNxUtWqU/TckwScufnmI/AAAAAAAADTU/avBAgFfjUC4/s1600/2011-05-05+19.26.48.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-ESLwNxUtWqU/TckwScufnmI/AAAAAAAADTU/avBAgFfjUC4/s320/2011-05-05+19.26.48.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Na última quarta-feira, dia 05, realizou-se na sala dos estudantes da Faculdade de Direito da USP (Lgo. São Francisco) um ato/debate contra a precarização do trabalho. Organizado pelo Centro DESFORMAS e pelo SINTUSP, o ato teve como convidados na mesa os professores Jorge Souto Maior (Juiz do Trabalho e um dos organizadores do evento), Jorge Grespan (USP), Ricardo Antunes (Unicamp), Glória Oliveira (trabalhadora terceirizada da limpeza) e Diana Assunção, diretora do SINTUSP e dirigente da LER-QI.&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;No debate que teve sala cheia em pleno horário de aula, o Prof. Jorge Souto Maior convidou os alunos presentes à refletirem sobre o papel social dos estudantes do Direito, frente à esta situação no país e a necessidade de passar pra ação ativa, contribuindo para acabar com o trabalho precário. Com mesmo entusiasmo, o sociólogo da Unicamp Ricardo Antunes, observou da necessidade de lançar uma ampla campanha para acabar com a terceirização dentro da USP, dentro das instituições públicas, mas também estender para o país. Disse que nunca havia imaginado, quando perto de se aposentar, que dividiria a mesa com uma trabalhadora terceceirzada, o que para ele era motivo de orgulho.&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-iB2ZdG1wA9Q/TckwnG2EsyI/AAAAAAAADTY/EcpR9ivX-Uk/s1600/2011-05-05+19.55.08.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-iB2ZdG1wA9Q/TckwnG2EsyI/AAAAAAAADTY/EcpR9ivX-Uk/s320/2011-05-05+19.55.08.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Glória expressou com muita emoção, a vida precária dos trabalhadores terceirizados que não podem conversar com estudantes, funcionários e docentes, dentro da universidade, e não tem direito à almoçar nos restaurantes universitários, nem deixar seus filhos nas creches. Relatou que ela foi transferida de um departamento à faculdade de Filosofia por ter conversado com estudantes e algumas colegas da limpeza. Mas por ironia, como ela mesma disse: "foi lá que encontrei minha outra família... que até já me fez correr de bombas da polícia no meio da rua", referindo-se aos estudantes que compuseram o bloco do 1º de maio, reprimido pela polícia militar, com bombas e balas de borracha. Foi aplaudida de pé pelos mais de 150 presentes.&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Diana Assunção, lembrou a fala de um terceirizado durante uma reunião com estudantes da Ciências Sociais, quando após falar mais de 30 minutos sem parar, ele disse: "Desculpe falar tanto. É que há 14 anos não consigo conversar com estudantes aqui...", expressando a necessidade de lutar para que estes trabalhadores sejam efetivados, sem necessidade de concurso público. Diana também refletiu sobre a necessidade dos presentes pensarem algum apoio aos trabalhadores terceirizados da UnB, que estão em ameaça de serem demitidos, dentro de um plano de contingência financeira da Reitoria da universidade, mostrando que o processo da precarização é nacional e necessita ser combativo do “Brasil potência” à “USP de excelência”.&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Após as exposições dos convidados, vários estudantes falaram no sentido de ampliar as discussões e a campanha. Inclusive organizar um fundo de "greve" ou solidariedade, pois os trabalhadores, apesar de terem recebido o salário e os custos rescisórios, ainda não puderam dar entrada no FGTS e seguro desemprego, pois o sindicato oficial da categoria (SIEMACO) não liberou os documentos necessários.&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-0Ubv3V4kz2U/TckxFlMC98I/AAAAAAAADTc/195zQDnNC58/s1600/2011-05-05+19.46.45.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-0Ubv3V4kz2U/TckxFlMC98I/AAAAAAAADTc/195zQDnNC58/s320/2011-05-05+19.46.45.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Com um importante protagonismo dos estudantes da Faculdade de Direito, houve também a proposta de organizar um comitê contra a precarização, dentro da faculdade de direito e um ato democrático contra a terceirização, no Lgo. São Francisco, relembrando as passagens históricas da luta de estudantes de direito e juristas contra a escravidão negra, no final do século XIX no Brasil, inclusive com atos dentro da Faculdade do Lgo. São Francisco. O Comitê Contra a Terceirização, que está sendo organizado da FFLCH tendo a frente o Bloco ANEL às Ruas, se colocou a disposição para ajudar a construção de um Comitê na própria Faculdade de Direito.&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Diana saudou os professores presentes, relembrando que em um momento onde a maioria dos intelectuais está ao lado do governo ou cooptado pelo capital, era de extrema importância a presença destes professores junto aos trabalhadores mais explorados de nossa classe que começam a se levantar. O Prof. Jorge Grespan, que mediou o debate, agradeceu a presença de todos e aproveitou para divulgar mais uma vez o livro “A precarização tem rosto de mulher”, organizado por Diana Assunção, que estava sendo lançado naquele dia.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-968892640200793422?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/968892640200793422/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=968892640200793422' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/968892640200793422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/968892640200793422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/05/mais-de-150-participam-de-debate-contra.html' title='Mais de 150 participam de debate contra a terceirização na Faculdade de Direito da USP'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-ESLwNxUtWqU/TckwScufnmI/AAAAAAAADTU/avBAgFfjUC4/s72-c/2011-05-05+19.26.48.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-8292707886116006555</id><published>2011-05-09T15:07:00.000-07:00</published><updated>2011-05-09T15:07:24.386-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História'/><title type='text'>Louise Michel nas trincheiras da Comuna</title><content type='html'>&lt;i&gt;Publicamos abaixo artido publicado na REVISTA PUC VIVA ESPECIAL 140 ANOS DA COMUNA DE PARIS [MAIO].&lt;/i&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Por Diana Assunção&lt;/i&gt;* &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;“Quando a multidão hoje muda,&lt;br /&gt;ruja como o oceano,&lt;br /&gt;disposta a morrer,&lt;br /&gt;a Comuna surgirá.”&lt;br /&gt;Louise Michel, 1871 &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;A 140 anos da Comuna de Paris, descrita por Leon Trotsky como “um relâmpago, o anúncio de uma revolução proletária mundial” [&lt;a href="http://www.ler-qi.org/spip.php?article2920#nb1"&gt;1&lt;/a&gt;], prestamos homenagem a este capítulo da história que ainda hoje nos traz valiosas lições. Aqui, particularmente, voltaremos o olhar para uma personagem incendiária da Comuna. É Louise Michel, a mulher das trincheiras, que viveu como um ardente soldado. O jornal oficial da Comuna de Paris se referia a ela com as seguintes palavras “Nas fileiras do batalhão 61, combatia uma mulher enérgica; matou vários gendarmes e guardiões da ordem” [&lt;a href="http://www.ler-qi.org/spip.php?article2920#nb2"&gt;2&lt;/a&gt;]. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes disso, vale rememorar os principais fatos, e também as principais lições que marcaram a Comuna de Paris. Entre os meses de março a maio de 1871, os trabalhadores parisienses conquistaram um órgão de poder, que seria o primeiro da classe trabalhadora mundial em toda a história. Por ter sido a primeira vez em que a classe operária fazia “tremer” a burguesia, sua resposta organizada foi uma enorme repressão, que durou semanas, com o saldo de mais de dez mil mortos. Mas a repressão foi incapaz de matar ou liquidar o espírito da Comuna, que permanece vivo em suas lições. Mas seu surgimento, ao contrário do que foi, por exemplo, a Revolução Russa, se deu de forma espontânea, e não de forma consciente. Como explica Vladimir Ilich Lenin: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A Comuna surgiu espontaneamente, ninguém a preparou de forma consciente e sistemática. A desgraçada guerra com a Alemanha, os sofrimentos da cidade sitiada, a greve operária e a decadência em ruínas da pequena burguesia; a indignação das massas contra as classes superiores e as autoridades que haviam demonstrado uma incapacidade absoluta, a surda efervescência no seio da classe operária, descontente com sua situação e ansiosa por um novo regime social; a composição reacionária da Assembléia Nacional, que trazia temor quanto ao destino da República, tudo isto e muitas outras coisas se uniram para impulsionar a população parisiense à revolução de 18 de março, que passou o poder, inesperadamente, das mãos da Guarda Nacional às da classe proletária e da pequena burguesia, que se havia unido a ela. Foi um acontecimento histórico sem precedentes” [&lt;a href="http://www.ler-qi.org/spip.php?article2920#nb3"&gt;3&lt;/a&gt;] &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conquistando o poder, o proletariado parisiense conseguiu suprimir a burocracia e estabelecer a eleição dos funcionários pelo povo. Ao exército regular contrapôs o povo armado, além de tomar uma série de medidas como perdão de dívidas de aluguéis atrasados, também estabeleceu que qualquer funcionário público recebesse o salário equivalente ao de um operário, eliminando assim os privilégios desta camada da sociedade. Decretaram a separação entre a Igreja e o Estado, declarando como propriedade nacional todos os bens da Igreja. E pela primeira vez na história, foi proclamada a igualdade de direitos para as mulheres. Era a classe trabalhadora demonstrando ser capaz de cumprir as tarefas democráticas que a burguesia somente pode proclamar, em palavras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das lições que se fica da Comuna, Lenin aponta duas essenciais, dizendo que o proletariado deteve-se na metade do caminho. Não expropriou os expropriadores, tendo sido tomados pelo sonho de idealização da justiça suprema sem a apropriação de instituições como, por exemplo, os bancos. Também, ao invés de exterminar seus inimigos, buscou agir moralmente sobre eles, deixando como secundárias as ações militares na guerra civil, e abrindo espaço para a contra-ofensiva do governo [&lt;a href="http://www.ler-qi.org/spip.php?article2920#nb4"&gt;4&lt;/a&gt;]. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1917, contudo, Lenin recuperava o que numa expressão era a ditadura do proletariado, que surgida da Comuna foi tomar vida na primeira revolução operária vitoriosa: “Eis o verdadeiro segredo: era ela, acima de tudo, um governo da classe operária; o resultado da luta entre a classe que produz e a classe que açambarca o produto desta; a forma política, enfim encontrada, sob a qual era possível realizar-se a emancipação do trabalho” [&lt;a href="http://www.ler-qi.org/spip.php?article2920#nb5"&gt;5&lt;/a&gt;]. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que resumimos acima em alguns parágrafos foi um processo intenso sobre o qual se debruçaram centenas de historiadores, pesquisadores, mas principalmente revolucionários que a partir das lições da Comuna de Paris repensaram as formas de se enfrentar com a burguesia para evitar a enorme derrota que sofreram os combatentes da Comuna. Dentre estes, destaca-se Louise Michel, que foi levada a julgamento pelo papel que cumpriu como uma das mais enérgicas combatentes da Comuna. O destino de milhares de combatentes, assassinados pela contra-revolução, foi o mote central da defesa de Louise Michel, que pedia o mesmo destino de seus irmãos de classe: “já que todo coração que bate pela liberdade só tem direito a um pouco de chumbo, eu peço a minha parte!” [&lt;a href="http://www.ler-qi.org/spip.php?article2920#nb6"&gt;6&lt;/a&gt;]. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Comuna, era uma ardente lutadora, que sempre estava na primeira fileira ou na retaguarda, para conter os que fugiam. Combatia sem parar, inclusive procurando outros batalhões quando o seu descansava. Foi a expressão máxima da participação das mulheres na Comuna, desde a luta para igualar os direitos entre homens e mulheres, até o combate nas trincheiras. Ela vestia uma farda da guarda nacional, o que era incomum na época, já que se tratava de um traje exclusivamente masculino. No seu julgamento, foi questionada sobre isso “Parece que você usava vários trajes na Comuna. Você usou trajes de homem na Comuna?”. Ela assistiu o fuzilamento de inúmeros amigos, incluindo seu companheiro Theóphile Ferré, a quem vai dedicar o poema “Os cravos rubros” onde diz “Digam que, pelo tempo que é rápido, tudo pertence ao que está por vir. Que o dominador vil e pálido, também pode morrer como o dominado”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste mesmo momento, Vitor Hugo, um dos mais famosos escritores da época, passa a trocar correspondências com Louise, e neste momento lhe dedica o poema “Viro Major”, considerado uma afronta aos repressores da Comuna. Louise passa a reivindicar, diante do fuzilamento de seus amigos e de seu companheiro, o direito de assassinato do juiz que os condenou. Mas ela foi presa em dezembro de 1871, quando então a levaram a julgamento no VI Conselho de Guerra. O relatório de seu processo demonstra como Louise era ardente e incendiária. Diante do tribunal, seguiu dedicando sua vida, e sua morte à honra da Comuna. A audiência, que ocorreu em 16 de dezembro, começava com as acusações: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O processo de Louise Michel. Relatório da Gazette des Tribunaux. Sexto Conselho de guerra (em Versalhes). Presidência do senhor DELAPORTE, coronel da décima segunda cavalaria. Audiência de 16 de dezembro de 1871. (...) Portanto, a nossa opinião é que há motivos para julgar Louise Michel por: 1) Atentado tendo como objetivo mudar o governo; 2) Atentado tendo por objetivo incitar a guerra civil levando cidadãos a se armarem uns contra os outros; 3) Por ter, num movimento insurrecional, usado um uniforme militar, carregado armas aparentes e fazer uso delas; 4) Falsificação de documento “privado” por usurpação de identidade; 5) Uso de documento falso; 6) Cumplicidade por provocação e organização de assassinato de pessoas detidas como sendo reféns pela comuna; 7) Cumplicidade de prisões ilegais, seguidas de torturas corporais e de mortes, ajudando os autores que as cometeram. Crimes previstos pelos artigos 87, 91, 150, 151, 159, 59, 60, 302, 341, 344 do código penal e 5 da lei de 24 de maio de 1834.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao ser questionada sobre o que teria a declarar em sua defesa, Louise inicia uma das mais históricas defesas em um tribunal. Começa dizendo que não quer se defender e não quer ser defendida. Que pertence inteiramente à revolução e que declara aceitar a responsabilidade de seus atos. Louise reafirma seu compromisso com a Comuna e com aqueles que deram sua vida à Comuna. Como ela dizia em seu famoso poema, “Quando a multidão hoje muda, ruja como um oceano, disposta a morrer, a Comuna surgirá”, a Comuna surgiu, sob a vida de muitos combatentes, mas sob a vida destes combatentes ficaram as lições imortais desta Comuna. Louise desafia a justiça, e todos os juízes daquele tribunal a condená-la à morte: “Vocês dizem que eu sou cúmplice da Comuna. Claro que sim, pois a Comuna queria acima de tudo a Revolução Social, e a Revolução Social é o maior dos meus desejos. Me sinto honrada em ser uma das promotoras da Comuna. (...) Tomem a minha vida se quiserem”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedem novamente que fale algo em sua defesa, mas Louise mantém-se firme, e confirma todas as acusações, incluindo a de ter incendiado Paris, segundo ela para colocar uma barreira em chamas contra os invasores de Versailles. Insistem por uma defesa, e ela responde que se a deixarem viver, ela não irá parar de gritar vingança. O juiz responde “Eu não posso te dar a palavra se você continuar nesse tom!” ao que ela responde “Eu acabei! Se vocês não são covardes, me matem!”. Depois destas palavras, que causaram uma profunda emoção no auditório, o conselho se retirou para deliberar. Depois de alguns instantes, ele volta à sessão para o veredicto. Louise Michel é condenada por unanimidade a deportação para um forte. Levam a acusada e lhe dão o julgamento. Quando o escrivão diz que ela tem 24 horas para pedir uma revisão, ela grita “Não, não tem apelação! Mas eu preferia a morte”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O emocionante julgamento de Louise Michel, uma das communards, levou-a a deportação por 20 meses. Lá, presa, recebe a visita de Paul Lafargue, também combatente. Na conversa, depois publicada por Lafargue, Louise declara: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não sinta pena de mim, estou mais livre do que muitos daqueles que andam ao céu aberto. Suas cabeças estão presas, estão acorrentadas por sua propriedade, por seus interesses econômicos (ou financeiros), as tristes necessidades de suas vidas. Estão absorvidos de tal maneira que não podem viver como os vivos, como seres. Da minha parte, vivo a vida do mundo. Eu sigo com entusiasmo os movimentos revolucionários da Rússia, Alemanha e França, todos os lugares. Sim, sou uma fanática, e como todos os mártires, o meu corpo não sente a dor quando os meus pensamentos me transportam para o mundo da revolução” [&lt;a href="http://www.ler-qi.org/spip.php?article2920#nb7"&gt;7&lt;/a&gt;] &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Louise também organizou o Clube da Revolução, e lutou pela educação profissional e pela criação de orfanatos laicos, o que naquela época era uma inovação. Participou da I Internacional, onde fundou a União de Mulheres para a Defesa de Paris e a Ajuda aos Feridos. Certamente foi uma das personagens mais célebres da Comuna de Paris. Hoje, reivindicada por muitos anarquistas, a trajetória de Louise, com seus erros e acertos, deve nos levar a refletir sobre as conclusões mais profundas a que chegaram os revolucionários russos no início do século XX sobre a Comuna. Como demonstramos acima, sobre os erros cometidos que levaram a classe trabalhadora parisiense a “parar pela metade”, faltou-lhes também um partido revolucionário, que pudesse confluir com o melhor da vanguarda operária e das massas parisienses para levar a experiência da Comuna à vitória. Um erro que, talvez, fosse inevitável para a época da Comuna, quando o proletariado recém se formava como classe independente na sociedade moderna. Mas que hoje podem, com toda certeza, ser evitados, bastando para isso tirar as lições das batalhas de classe que se deram da Comuna até os nossos dias. Como na Revolução Espanhola, onde um batalhão internacional recebeu o nome de “Louise Michel” em sua homenagem, os 140 anos da Comuna devem nos fazer rememorar a experiência incendiária desta mulher e lutadora. Viva os 140 anos da Comuna de Paris.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;* &lt;i&gt;Diana Assunção é Diretora do Sindicato de Trabalhadores da Universidade de São Paulo (Sintusp) e dirigente da Liga Estratégia Revolucionária – Quarta Internacional (LER-QI). Fundadora do grupo de mulheres Pão e Rosas no Brasil, organizou os livros “Lutadoras – Histórias de mulheres que fizeram história” e “A precarização tem rosto de mulher”. &lt;b&gt;Artigo publicado na Revista PUCVIVA da APROPUC [www.apropucsp.org.br].&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[&lt;a href="http://www.ler-qi.org/spip.php?article2920#nh1"&gt;1&lt;/a&gt;] Leon Trotsky, Lições da Comuna. &lt;br /&gt;[&lt;a href="http://www.ler-qi.org/spip.php?article2920#nh2"&gt;2&lt;/a&gt;] I. Boyer, Louise Michel. A Virgem Vermelha. &lt;br /&gt;[&lt;a href="http://www.ler-qi.org/spip.php?article2920#nh3"&gt;3&lt;/a&gt;] V. I. Lenin, A Comuna de Paris. &lt;br /&gt;[&lt;a href="http://www.ler-qi.org/spip.php?article2920#nh4"&gt;4&lt;/a&gt;] Leon Trotski, A Comuna de Paris, 2011, Edições ISKRA/Centelha Cultural, Brasília, DF &lt;br /&gt;[&lt;a href="http://www.ler-qi.org/spip.php?article2920#nh5"&gt;5&lt;/a&gt;] “O estado e a revolução”, Vladmir I. Lenin. &lt;br /&gt;[&lt;a href="http://www.ler-qi.org/spip.php?article2920#nh6"&gt;6&lt;/a&gt;] “O processo de Louise Michel”, do site http://enjolras.free.fr/. Tradução de Jair Urbano. &lt;br /&gt;[&lt;a href="http://www.ler-qi.org/spip.php?article2920#nh7"&gt;7&lt;/a&gt;] “Uma visita a Louise Michel, por Paul Lafargue”, do site www.marxists.org. Tradução de Luis Siebel.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-8292707886116006555?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/8292707886116006555/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=8292707886116006555' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/8292707886116006555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/8292707886116006555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/05/louise-michel-nas-trincheiras-da-comuna.html' title='Louise Michel nas trincheiras da Comuna'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-6547028470497211646</id><published>2011-05-04T14:34:00.000-07:00</published><updated>2011-05-04T14:40:21.967-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História'/><title type='text'>A participação das mulheres na Comuna de Paris</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;Transcrevemos abaixo a exposição de Andrea D'atri na Conferência: A participação das mulheres na Comuna de Paris, realizada no  &lt;a href="http://eventocomunauffs.blogspot.com/"&gt;Evento Nacional "140 anos da Comuna de Paris"&lt;/a&gt; - organizado pela Universidade Federal da Fronteira Sul - Campus Chapecó (Santa Catarina, Brasil) &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-x7lJo6X7N4U/TcGzrQ6tcFI/AAAAAAAAA24/BPUwSlP2JBo/s1600/IMG_5220.JPG" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-x7lJo6X7N4U/TcGzrQ6tcFI/AAAAAAAAA24/BPUwSlP2JBo/s320/IMG_5220.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Desde meados do século dezoito até meados do século dezenove, com a produção artesanal, expande na Europa, o modo de trabalho por peça, feito principalmente pelas mulheres em suas próprias casas, e desenvolve-se rapidamente a indústria têxtil.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Esta tendência à proletarização das mulheres tornou a "mulher trabalhadora” em uma figura problemática, que desafiava a idéia de feminidade de ideologia patriarcal dominante e representava um dilema entre o "dever ser" de sua feminidade e o trabalho assalariado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Emergia assim, com a figura da "mulher trabalhadora", uma oposição antagônica entre a casa e a fábrica, a maternidade e a produtividade, os valores tradicionais e a modernidade imposta pelo capital.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A figura da "mulher trabalhadora" dá origem a um intenso debate entre aqueles que defendiam seu direito à inclusão na produção social, e as pessoas que rejeitaram essa participação com alegaçoes baseadas em posições tanto libertárias como também profundamente sexistas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Marx e Engels entenderam que se opor a incorporação das mulheres na produção social, citando os males que traz para a sua existência, não é realista: o desenvolvimento industrial arrasa com todos os costumes e valores existentes, as mulheres e as crianças são incorporadas à produção, apesar dos conservadores moralistas e socialistas pequenoburgueses.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Portanto, ante à inevitável incorporação das mulheres na força de trabalho explorada pelo capital, exigiram a sua participação nas organizações de trabalho, nas fileiras proletárias para que não sejam só carne de exploração, mas também sujeitos conscientes na luta pela sua libertação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Assim, apesar da oposição dos anarquistas, defenderam a organização da Secção Feminina da Associação Internacional dos Trabalhadores, liderada por Elizabeth Dimitrieff, que depois foi enviada como representante à Comuna de Paris, expressando a solidariedade do movimento operário.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Exatamente o contrário do anarquista Proudhon, também da Primeira Internacional, que expressou seus preconceitos mesquinhos quando ele considerou "fatal e estúpido todos os nossos sonhos sobre a emancipação das mulheres, e [recusou] qualquer tipo de direito e iniciativa políticos, [afirmando que] “para as mulheres , a liberdade e o bem-estar consiste apenas no casamento, na maternidade, no trabalho doméstico, na fidelidade ao marido, na castidade e na aposentadoria."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Proudhon também argumentou que as mulheres tinham apenas dois destinos possíveis: dona de casa ou prostituta e, portanto, se opôs à incorporação das mulheres na produção. Quando a costureira francesa Jeanne Deroin foi indicada como candidata nas eleições de 1849, Proudhon declaurou ela inapta em razão de que os órgãos para alimentar os bebês que possuem as mulheres, não as tornava adequadas para a votação. Jeanne Deroin respondeu a ele, pedindo que lhe mostrasse o órgão masculino que o permitia votar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Na época da Comuna, em França, as mulheres já tinham uma longa tradição de participação em lutas revolucionárias. Em 1789, durante a grande Revolução Francesa, as mulheres da burguesia haviam assumido reivindicações políticas e de direitos civis, enquanto as mulheres em bairros pobres desempenhavam um papel importante nas manifestações contra a carestia e a fome.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Foram estas primeiras revoltas contra a fome e a participação em lutas revolucionárias que permitiram, as mulheres dos setores populares, a experiência da ação social e política coletiva, quebrando o isolamento da casa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Junto com a critica ilustrada de um setor das mulheres burguesas e instruìdas, a uma política masculina e burguesa que excluía dos direitos civis às próprias mulheres da classe dominante, serão experiências não ocorriam em vão e isso será mostrado durante o século XIX.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Anos mais tarde, durante a Primavera dos Povos em 1848, se destaca a presença de trabalhadoras, de inspiração socialista e comunista, que reivindicam a igualdade para as mulheres associada com a emancipação de classe, com o superaçao da ordem existente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Naquele tempo, vigorava em França o Código Civil napoleónico, um dos instrumentos burgueses mais restritivos para o status social das mulheres, uma vez que despojava as mulheres de qualquer direito, submetendo-as inteiramente ao pai ou marido. Não reconhecia as uniões consensuais e os filhos nascidos de tais relações eram considerados bastardos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;As mulheres estavam privadas do direito de voto, enquanto que as trabalhadoras sofriam ainda uma maior exploração nas condições de vida miseráveis. O código estabelecia que as mulheres eram propriedade do marido e seu papel social era unicamente o de ser mãe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Mas essa experiência na luta de classes na França foi um fundo revolucionário para as mulheres que, em 1871, vêem na Comuna a possibilidade de conquistar uma república social com igualdade de direitos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-OsIcNfSxTEk/TcGzdaV48bI/AAAAAAAAA2w/AUlhcVyHqls/s1600/IMG_5219.JPG" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-OsIcNfSxTEk/TcGzdaV48bI/AAAAAAAAA2w/AUlhcVyHqls/s320/IMG_5219.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Como é sabido, em 1870, o imperador Napoleão III tinha arrastado o país para uma guerra contra o poderoso exército da Prússia. Quando a notícia da derrota da França chegou a Paris, o imperador abdicou e uma república foi fundada, com a criação de um governo de defesa nacional, enquanto que a Prússia iniciou o cerco da capital francesa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Milhares de parisienses formavam, então, as milícias da Guarda Nacional, onde alguns batalhões compostos principalmente pelos trabalhadores, elegiam os seus próprios funcionários. Quando em março de 1871, a Assembléia Nacional aprova uma paz humilhante, a Guarda Nacional não aceita o desarmamento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Em 18 de marco de 1871, as mulheres foram as primeiras a dar o alarme de que as tropas do governo tentabam retirar as armas das colinas de Montmartre e desarmar Paris. Se puseram diante das tropas e impediram que as armas fossem retiradas, chamando o proletariado e a Guarda Nacional para defender a cidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Assim, começou 140 anos atrás, o gesto heróico do proletariado parisiense: a Comuna de Paris. A comunarda Louise Michel relata: “Eu desci do monte, com a minha espingarda sob o casaco, gritando: Traição! Nós pensávamos morrer pela liberdade. Nos sentíamos como se nossos pés não tocassem o chão. Se morressemos, Paris haveria se erguido. De repente, vi minha mãe perto de mim e eu senti uma terrível ansiedade, inquieta, tinha chegado, e todas as mulheres estavam lá. Interpondo-se entre nós e os militares, as mulheres lançaram-se sobre os canhões e metralhadoras, os soldados permaneceram imóveis. A revolução estava feita.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A Assembleia Nacional, antes da rebelião de seu próprio exército e do povo de Paris, mudou-se para Versalhes, a fim de submeter, de lá, a capital rebelde. A rebelião do povo de Paris estabeleceu um governo revolucionário comunal, em seguida, instou a comunidade e outras cidades francesas a seguir seu exemplo e a se unir em uma federação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Levantando uma bandeira vermelha no mastro do conselho, o primeiro governo operario e popular da história, rapidamente decretou a separação entre Igreja e Estado, e declarou de propiedade nacional todos os bens da Igreja, a revogação de todos os funcionarios do governo, a exigência de que os parlamentares não recebessem mais do que o salário de um trabalhador; a supressão do exército regular e sua substituição pelo povo em armas, cancelou os pagamentos de aluguel e proclamou a igualdade de direitos para as mulheres. A Comuna foi um brilhante exemplo de como o proletariado pode cumprir as tarefas democráticas que a burguesía só pode declamar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Enquanto isso, o executivo acelerou o ataque contra os rebeldes sob o olhar de aprovação dos prussianos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A resistência da gloriosa Comuna de Paris só podia se quebrar depois de semanas de combates sangrentos, que resultou em uma atroz retaliação e custou milhares de vidas, uma das mais cruéis repressões que registra a história. Morreram mais pessoas durante a última semana de maio do que em todas as batalhas da Guerra Franco-Prussiana, e mais do que em qualquer massacre anterior da história da França.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Mulheres corajosas participaram ardentemente da Comuna, empunhando as armas, resistindo contra a tropas francesas e os prussianas, até que a derrota os impôs a morte em combate, as deportações e as execuções.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;As mulheres, como sempre fizeram em todas as batalhas da história, fizeram uniformes, trataram os feridos, deram suprimentos aos soldados. Milhares de mulheres costuravam os sacos para construir barricadas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Em suma, elas também criaram cooperativas e sindicatos, clubes políticos participaram exigindo direitos iguais e criaram suas próprias organizações como o Comitê das Mulheres de Monitoramento, o Club da Revolução Social e a União das Mulheres para a Defesa do Paris, fundada por membros da Primeira Internacional, influenciada pelo pensamento de Karl Marx.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Mas também, na Comuna, pela primeira vez, cerca de três mil mulheres trabalhavam nas fábricas de armas e munições, construíram barricadas e recolheram as armas dos mortos para continuar lutando e formaram um batalhão feminino da Guarda Nacional, composto por 120 mulheres que lutarou nas barricadas de Paris durante a última semana de resistência da Comuna, quando todos morreram em combate.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Eram trabalhadoras, mulheres de bairros pobres, pequenas comerciantes, professoras, prostitutas e "suburbanas". Estas mulheres organizaram clubes revolucionários, como o Comitê de Vigilancia das Cidadãs e a União das Mulheres para a Defesa de Paris, assim como haviam feito antes das mulheres na Revolução Francesa de 1789. Mas, ao contrário das mulheres que participaram da Grande Revolução, desta vez, as que assim quiseram contaram com as armas que os proletàrios parisienses não as negaram empunhar, como as haviam impedido os revolucionários burgueses.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;No início de abril, os jornais publicaram uma chamada na qual as parisienses foram solicitadas a apoiar a luta dos seus maridos e irmãos e também pegar em armas. Foi a chamada de Elizabeth Dmitrieff, representante que a Primeira Internacional enviou a Paris; ela incitou a criar comitês de mulheres em todos os distritos para formar União das Mulheres para a defesa de Paris. Esta organização reivindicou espaço para reuniões comunitárias e dinheiro para publicar panfletos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A União das Mulheres organizou numerosas assembleias públicas, suas comissões organizavam o fornecimento de alimentos, enviavam ambulâncias e atendiam os feridos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Quando o governo da Comuna decretou que as oficinas abandonadas deviam se se transformar em cooperativas de trabalhadores, a União das Mulheres exigiu a participação das trabalhadoras: "União de Mulheres requer a Comissão de Trabalho e Comércio do município, organizar e distribuir novamente o trabalho das mulheres em Paris, e instruir o Comitê Central o armamento militar. No entanto, como este trabalho não é suficiente para a massa de trabalhadoras, o comitê central também exige dar as Asociaçoes Produtivas a quantidade de dinheiro necessário para restaurar as fábricas e oficinas que os burgueses deixaram e que abrangem ocupações essencialmente construídas pelas mulheres ".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Entre as mulheres do Clube da Revolução brilha o nome de Louise Michel. Ela nasceu em 1830, era filha natural de uma empregada doméstica parisiense, mas foi educada e se tornou professora. Em sua formatura, ela se recusou a jurar lealdade ao Império e foi forçada a fundar uma escola gratuita para poder ensinar. De acordo com suas convicções, apelou pela educaçao profissional e a criação de orfanatos laicos, que na época era uma inovação difícil de aceitar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Em 21 de maio, as tropas comandadas por Versalhes, invadiram Paris dando início a Semana Sangrenta. Os testemunhos da época dizem que quando a Comuna caiu, as mulheres, furiosas com o massacre, bateram nos oficiais militares e, em seguida, se atiraram contra as paredes à espera de serem fuziladas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A proprietária de um restaurante está sendo julgada por ter roubado uma loja de estátuas para igrejas, com o propósito de construir uma barricada. "Você usou as estátuas dos santos para levantar uma barricada?", perguntou o juiz. "Sim, é verdade. Mas as estátuas eram feitas de pedra e os que morreram eram da carne ", disse a comunarda.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Desta época data a lenda das incendiárias, embora as investigações diferem em afirmar se os incêndios que ocorreram em várias partes da cidade foram causados ​​por forças contrarevolucionarias ou se foram as mulheres que resistiram até o último dia nas barricadas as que botaram fogo em Paris, foram elas que pagaram com a deportação, prisão, e sua própria vida, passando para a história como incendiárias. A República se propôs a sufocá-las.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Em Paris, as trabalhadoras e os trabalhadores resistiram ao selvagem e vergonhoso ataque do exército comandado pela burguesia francesa, com quem colaborou o inimigo da Prússia, libertando os prisioneiros de guerra para que eles pudessem se alistar e lutar contra o proletariado francês em armas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Mulheres e homens da burguesia, que fugiram de Paris diante do poder operario que passou a ameaçar seus privilégios de classe, trabalharam como agentes e informantes do governo repressivo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Finalmente, quando veio a derrota dos comunardos heróicos, as mulheres da burguesia voltaram para suas casas e andaram pelas ruas de Paris, com alegria pelo retorno da "ordem", molhando, como mostraram algumas gravuras da época, as pontas de seus guarda-chuvas no sangue ainda fresco daqueles homens e mulheres que, tragicamente, tornaram-se mártires.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Louise Michel apresenta-se aos juízes, pedindo-lhes a morte. Como seus irmãos de classe, reinvindica morrer no Campo de Satory, onde, na noite de 27 de maio, milhares foram massacrados pelas tropas de Versalles. Mantém uma atitude heróica ante o tribunal, um exemplo de firmeza e convicção revolucionária, rechaçando os advogados designados, e apresentando sua defesa pessoalmente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Perante o tribunal que a condenou, disse: "Eu pertenço inteiramente à Revolução Social. Declaro aceitar a responsabilidade por minhas ações. Devo ser excluída da sociedade e os digo a vocês para fazerem isso. Uma vez que, aparentemente, todo coração que bate por liberdade tem direito a um pouco de chumbo, exijo minha parte! Se você me deixar viver, não deixei de clamar por vingança e denunciar, em vingança dos meus irmãos, os assassinos do Comité das Graças ".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Ela acabou sendo deportada por nove anos na colónia penal de Nova Caledônia, onde ensinou os nativos a pensar em liberdade, acompanhando-os em sua rebelião contra o domínio colonial francês.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Quando retorna a Paris, é punida com seis anos de prisão por liderar uma manifestação de desempregados que acabou com as janelas quebradas de padarias e açougues. Na ocasião, ela carregava uma bandeira negra, que mais tarde foi tomada como um símbolo da luta dos anarquistas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Retomou sua militância: em suas palestras divulgando a idéia de libertação através da revolução social; contra a pena de morte e a favor da greve geral. Entre 1890 e 1895, viveu em Londres onde ela escreveu alguns de seus poemas e de romances e suas memórias da Comuna.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Em Marselha, em 1905, enquanto proferia uma conferencia diante de uma audiência operaria, morreu ela que depois foi chamada de "A Virgem Vermelha". Uma multidão se juntou ao seu cortejo fúnebre.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Mas Louise não era a única mulher que, corajosamente, participou dos dias memoráveis ​​da Comuna de Paris. Podemos também nomear André Léo responsável pela publicação do jornal La Sociale, Beatriz Excoffon, Sophie Poirier e Anna Jaclard, da Comissão das Mulheres para Vigilancia; Marie-Catherine Rigissart, que comandou um batalhão de mulheres, Adelaide Valentin, que chegou ao posto de coronel, e Louise Neckebecker, capitã de companhia, Nathalie Lemel, Aline Jacquier, Marcelle Tinayre, Otavine Tardif e Blanche Lefebvre, fundadoras da União das Mulheres, Josephine Courbois, conhecida como a rainha das barricadas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Como não é difícil avaliar, a unidade com as mulheres burguesas era impossível nas barricadas. Duas classes se confrontavam abertamente e as mulheres se alinharam de acordo com seus interesses de classe para os dois lados da linha de fogo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-5sPN4Zb3tQQ/TcGz2RYTVGI/AAAAAAAAA3A/qqQiP8N4-g0/s1600/IMG_5213.JPG" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-5sPN4Zb3tQQ/TcGz2RYTVGI/AAAAAAAAA3A/qqQiP8N4-g0/s320/IMG_5213.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;É que no século XIX, as contradições que surgiram no começo durante o século anterior, são exibidos em todas as suas dimensões. O proletariado faz a sua entrada na história como uma classe distinta que se rebela contra a exploração brutal do capital. Como e evidenciado por estas lutas, incluindo centenas de greves, passeatas, sabotagem e revoltas do movimento operário do século XIX, a história do século XX é o colapso daquele frente unica entre burgueses e proletários, que tinham lutado contra o clero e aristocracia constituemdo os estados capitalistas modernos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;O proletariado, que tinha sido aliado da burguesia contra o absolutismo feudal, tornou-se abertamente em potencial inimigo. A burguesia, intimidada pelo medo que inspira o proletariado em armas, agora é impotente para realizar sua missão histórica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Essa rejeição contra as massas transformou-se em rios de sangue na Comuna de Paris, e não havia como voltar atrás. Neste novo período histórico, como é observado por várias autoras, tanto nas lutas e nas novas formas de organização social, as mulheres trabalhadoras e dos setores populares foram uma vanguarda importante entre as massas que "empurram para a frente "em uma luta que as enfrentava com outras mulheres que haviam sido, outrora, as suas aliadas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;É a acentuação do antagonismo de classe que a frente da luta das mulheres por seus direitos é dividida em duas grandes tendências. Enquanto as mulheres que pertenciam às classes dominantes continuam a se rebelar contra a desigualdade de direitos formais em relação aos homens da mesma classe, mas apenas raramente em solidariedade com as mulheres das classes mais baixas, as mulheres da classe trabalhadora e dos setores populares, empurram fundamentalmente, as lutas da sua classe pelo seus direitos e, neste contexto, reivindicam seus direitos como mulheres.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A significativa participação das mulheres na Comuna de Paris, revolucionou o movimento operário francês, que deixou sua marca antifeminista proudhoniana e começou a ter uma atitude mais aberta com as mulheres politicamente ativas da classe trabalhadora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Ante cada revolta da classe trabalhadora, em todos os acontecimentos da luta de classes e em todas as partes do mundo, sempre que os explorados enfrentam a opressão, as mulheres ocupam um lugar de vanguarda, como tem fizeram na Comuna de París. É que, tal como dizia o revolucionário Leon Trotsky, quem mais sofreram com o velho são aqueles que lutam com mais fervor pelo novo. Ou, nas palavras da comunarda Louise Michel: "Cuidado com as mulheres quando se sentem enojadas de tudo o que as rodeia e se levantam contra o velho mundo. Nesse dia nascerá o novo mundo."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="post-body entry-content" style="position: relative; width: 510px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-6547028470497211646?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/6547028470497211646/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=6547028470497211646' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/6547028470497211646'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/6547028470497211646'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/05/participacao-das-mulheres-na-comuna-de.html' title='A participação das mulheres na Comuna de Paris'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-x7lJo6X7N4U/TcGzrQ6tcFI/AAAAAAAAA24/BPUwSlP2JBo/s72-c/IMG_5220.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-9131355879103988460</id><published>2011-04-27T20:50:00.000-07:00</published><updated>2011-04-27T20:52:01.910-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Trabalho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Universidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Debates'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nacional'/><title type='text'>Pão e Rosas Campinas convida:</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;Nessa sexta discutiremos a&amp;nbsp;&lt;b&gt;TERCEIRIZAÇÃO&lt;/b&gt;&amp;nbsp;nos baseando no processo da greve d@s terceirizad@s da empresa União (prestadora de serviços da Usp). Como base para a discussão recomendamos dois textos:&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;-Resenha do livro "A precarização tem rosto de mulher"&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/03/resenha-do-livro-precarizacao-tem-rosto.html" rel="nofollow" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;http://nucleopaoerosas.blo&lt;span class="word_break"&gt;&lt;/span&gt;gspot.com/2011/03/resenha-&lt;span class="word_break"&gt;&lt;/span&gt;do-livro-precarizacao-tem-&lt;span class="word_break"&gt;&lt;/span&gt;rosto.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;-Crônica: "A insurreição das vassouras"&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;http://www.ler-qi.org/spip&lt;span class="word_break"&gt;&lt;/span&gt;.php?article2885&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="mtl" id="event_info_pagelet" style="background-color: white; color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="mtl" id="event_info_pagelet" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #fdeee0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #7f007f;"&gt;&lt;b&gt;Data:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;i&gt;sexta-feira, 29/04&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="mtl" id="event_info_pagelet" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #fdeee0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #7f007f;"&gt;&lt;b&gt;Local:&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;IFCH (Unicamp), nas mesinhas da pós&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="mtl" id="event_info_pagelet" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #fdeee0; color: #7f007f;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;Horário:&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;16h&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;0&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;0&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="mtl" id="event_info_pagelet" style="background-color: white; color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: left;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="mtl" id="event_info_pagelet" style="background-color: white; color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;"Trabalho precário pra nos dividir, as trabalhadoras e as estudantes não vão permitir!"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-9131355879103988460?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/9131355879103988460/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=9131355879103988460' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/9131355879103988460'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/9131355879103988460'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/04/pao-e-rosas-campinas-convida.html' title='Pão e Rosas Campinas convida:'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-2622501722271640580</id><published>2011-04-27T12:14:00.000-07:00</published><updated>2011-04-27T12:14:30.692-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Trabalho'/><title type='text'>Por um 1º de maio contra a precarização e pela efetivação dos terceirizados:SOMOS TODOS JOSÉ FERREIRA DA SILVA!</title><content type='html'>&lt;div style="color: #434343; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #434343; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Nós, que estamos há 20 dias em luta pelos nossos direitos, queremos neste 1º de maio, dia do trabalhador e da trabalhadora, expressar as nossas bandeiras. Não queremos um dia de festa e de sorteios. Queremos que o grito de nossas vozes pelo pagamento dos salários atrasados, que já arrancamos, se transforme num grito pela efetivação de todos os terceirizados sem necessidade de concurso público, na luta contra a super-exploração e contra a semi-escravidão. Por isso, chamamos todos que nos apoiaram, os estudantes, professores, funcionários da USP, trabalhadores das outras empresas terceirizadas e todos que quiserem se manifestar neste 1º de maio contra a super-exploração, a se juntar a nós trabalhadores e trabalhadoras terceirizadas da limpadora UNIÃO, que prestava serviços na Universidade de São Paulo, para gritar por:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="color: #434343; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #434343; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- EFETIVAÇÃO DE TODOS E TODAS TERCEIRIZADAS SEM NECESSIDADE DE CONCURSO PÚBLICO.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #434343; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #434343; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- IGUAL TRABALHO, IGUAL SALÁRIO. BASTA DE PRECARIZAÇÃO E PÉSSIMAS CONDIÇÕES.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #434343; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #434343; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; - NENHUMA DEMISSÃO EM JIRAU. FORA A GUARDA NACIONAL. APOIO ÀS GREVES DA CONSTRUÇÃO CIVIL EM TODO O PAÍS.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #434343; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #434343; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; - PELOS DIREITOS DAS MULHERES TRABALHADORAS.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #434343; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #434343; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Daremos ao nosso ato o nome de "José Ferreira da Silva", nosso colega de trabalho que faleceu em fevereiro deste ano após cair de seu equipamento de trabalho, na Faculdade de Medicina da USP. A terceirização divide, escraviza, humilha.. e às vezes mata. Vamos todos juntos por um 1º de maio dos trabalhadores e trabalhadoras que lutam. Concentração as 9h no Páteo do Colégio, Centro, SP.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #434343; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: #434343;"&gt;Assembléia de Trabalhadores e Trabalhadoras Terceirizadas da UNIÃO (USP)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: #434343;"&gt;São Paulo, 27 de abril de 2011&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-2622501722271640580?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/2622501722271640580/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=2622501722271640580' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/2622501722271640580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/2622501722271640580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/04/por-um-1-de-maio-contra-precarizacao-e.html' title='Por um 1º de maio contra a precarização e pela efetivação dos terceirizados:SOMOS TODOS JOSÉ FERREIRA DA SILVA!'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-8284016656111626402</id><published>2011-04-25T09:53:00.000-07:00</published><updated>2011-04-25T09:53:52.003-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Trabalho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teoria'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Universidade'/><title type='text'>Ciclo de debates USP de pé: rodar o Rodas!  "Precarização, desmonte, terceirização</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;CICLO DE DEBATES &lt;br /&gt;USP DE PÉ: RODAR O RODAS!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; font-style: italic; font-weight: bold; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Durante os meses de abril e maio o Centro Desformas e o Sintusp vão organizar uma série de debates sobre temas centrais que estão sendo discutidos na universidade. No momento em que os trabalhadores e trabalhadoras terceirizadas da limpeza acabam de protagonizar uma grande luta para arrancar seus direitos e exigir a efetivação, nosso ciclo de debates não poderia começar por outro tema. Em breve divulgaremos as próximas atividades. Todos e todas estão convidados a participar deste importante debate.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;PRECARIZAÇÃO, DESMONTE,  TERCEIRIZAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Expositores:&lt;/span&gt; Jorge Luiz Souto Maior, prof. da Faculdade de Direito e Juiz do Trabalho&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Marcus Orione, prof. da Faculdade de Direito&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Diana Assunção, diretora do Sintusp, lançando o livro &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"A precarização tem rosto de mulher"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Glória, trabalhadora terceirizada da limpadora UNIÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;DIA 29/04 às 12h30 no Auditório da História  (FFLCH)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-8284016656111626402?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/8284016656111626402/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=8284016656111626402' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/8284016656111626402'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/8284016656111626402'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/04/ciclo-de-debates-usp-de-pe-rodar-o.html' title='Ciclo de debates USP de pé: rodar o Rodas!  &quot;Precarização, desmonte, terceirização'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-463553967620679431</id><published>2011-04-25T09:48:00.000-07:00</published><updated>2011-04-25T09:48:41.741-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Trabalho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Movimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Universidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nacional'/><title type='text'>Pão e Rosas Campinas e diversas estudantes se reuniram para discutir a opressão e a luta pela emancipação das mulheres</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;Por Pão e Rosas Campinas&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-sXngPGAcUX4/TbWlcuDso9I/AAAAAAAADTA/qFI7lv1WTLc/s1600/PeR_Campinas.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://4.bp.blogspot.com/-sXngPGAcUX4/TbWlcuDso9I/AAAAAAAADTA/qFI7lv1WTLc/s400/PeR_Campinas.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1019573194MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;Na quarta-feira, dia 12/4, o Pão e Rosas Campinas fez sua reunião de apresentação na UNICAMP. Estavam presentes estudantes do IFCH, IE, IA, etc., onde foram primeiramente colocados vídeos, que apresentaram a performance artística em resposta à violência ocorrida no Interunesp, através do Rodeio da Gordas, vídeo sobre o direito ao aborto, sobre a luta das terceirizadas da USP e o vídeo do ato do 8 de março em São Paulo, aonde o Pão e Rosas impulsionou um bloco antigovernista e anti-imperialista gritando pelo o direito ao aborto legal, livre, seguro e gratuito, pela efetivação de todas os trabalhadores terceirizados sem concurso público e contra a intervenção imperialista nos países do Oriente Médio e Norte da África.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1019573194MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-64eB7LaSFnQ/TbWlj1YbagI/AAAAAAAADTE/tOGuvwwmf_Q/s1600/PeR_Campinas2.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-64eB7LaSFnQ/TbWlj1YbagI/AAAAAAAADTE/tOGuvwwmf_Q/s320/PeR_Campinas2.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1019573194MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;Logo depois abrimos a discussão com um histórico sobre o surgimento do Pão e Rosas na Argentina, através da luta da auto-organização das mulheres que ocuparam a fábrica Brukman em 2001 na luta contra a crise econômica, e seu posterior surgimento no Brasil em 2008, na PUC Foram colocadas questões sobre a perspectiva militante, antigovernista e anti-imperilista do grupo, que além de interpretar a realidade, se preocupa em transformá-la diferenciando-se assim de grupos acadêmicos e se colocando solidária e ao lado nos processos de luta da(o)s trabalhadora(e)s e se organizando de maneira independente do Estado, dos governos, patrões, da polícia e da Igreja.&amp;nbsp; Discutiu-se também a respeito de que uma mulher no poder como a Dilma em nada muda a condição de&amp;nbsp; diversas mulheres, pois é conivente com as milhares de mortes de mulheres por abortos clandestinos em nome da aliança coma&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Igreja, mantém as tropas brasileiras no Haiti que estupra mulheres e reprime e mata o povo haitiano, e seu governo se sustenta no Brasil da(o)s trabalhadora(e)s que vivem em condições precárias, tais como as terceirizadas da USP, que estão mobilizadas na luta pelo pagamento de seus salários mas também por condições de trabalho dignas e contra a semi-escravidão que é a terceirização, assim como os trabalhadores do PAC da construção civil em Jiráu. Com isso alguns presentes intervieram querendo saber mais sobre nossa perspectiva, planos para o futuro e nossa opinião sobre a repressão aos estudantes na Unicamp, o que foi respondido que isto vem ao encontro com o projeto de privatização das universidades, através do projeto Bolonha, assim como a repressão aos 9 funcionários criminalizados na Unicamp e a punição de estudantes em outras universidades também, e que a luta contra a repressão está ligada à luta contra o projeto privatista, elitista, racista e machista que exclui a classe trabalhadora e a juventude trabalhadora da universidade, e nesse sentido devemos nos organizar de maneira independente da reitoria para mudarmos a estrutura de poder da universidade.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1019573194MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1019573194MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;Foi questionado também se a educação sexual nas escolas seria uma forma de “formalizar ou disciplinar” a sexualidade, mas respondeu-se que com o Acordo Brasil-Vaticano&amp;nbsp; de Lula e Dilma, que institui o ensino religioso nas escolas públicas, criando um cenário conservador, de difícil discussão sobre a sexualidade nas escolas, legitimando a violência contra as mulheres e homossexuais.&amp;nbsp;Além disso, foi feita a discussão sobre a organização da ultra-direita que faz coro com setores da burguesia brasileira e da Igreja, pró-Bolsonaro, que tem se colocado contra os direitos democráticos dos homossexuais e onde se sugeriu filmes para discussão sobre a naturalização de discursos de ultra-direita em nome dos direitos humanos e da democracia que nada mais representam do que valores racistas, homofóbicos, xenófobos e conservadores. Além disso, colocamos a necessidade de lutarmos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;contra  a impunidade dos crimes da ditadura militar no Brasil, pela abertura dos arquivos&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;e julgamento e punição de todos os torturadores e envolvidos, civis e militares, nos crimes da ditadura, pois&amp;nbsp;&lt;i&gt;“Não esquecemos a ditadura, assassinatos e torturas”&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1019573194MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-49KQyGXh734/TbWlolJUoCI/AAAAAAAADTI/0i63vDBzxtc/s1600/PeR_Campinas3.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://2.bp.blogspot.com/-49KQyGXh734/TbWlolJUoCI/AAAAAAAADTI/0i63vDBzxtc/s400/PeR_Campinas3.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1019573194MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;O Pão e Rosas Campinas, ao final, propagandeou os livros “Lutadoras e Pão e Rosas” e fez o convite para o lançamento do livro “A precarização tem rosto de mulher” que ocorrerá no mês de abril, com Diana Assunção, organizadora do livro e diretora do SINTUSP e da Secretaria de Mulheres do sindicato, que está lutando ao lado das terceirizadas contra a precarização do trabalho e a semi-escravidão&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1019573194MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1019573194MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;O Pão e Rosas Campinas se coloca solidário e ao lado na luta das (os) trabalhadoras (es) terceirizadas (os) da UNIÃO na USP!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1019573194MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1019573194MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; margin: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;A terceirização escraviza, humilha e divide! Pela efetivação de tod@s  trabalhadora(e)s terceirizad@s sem concurso público!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-463553967620679431?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/463553967620679431/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=463553967620679431' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/463553967620679431'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/463553967620679431'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/04/pao-e-rosas-campinas-e-diversas.html' title='Pão e Rosas Campinas e diversas estudantes se reuniram para discutir a opressão e a luta pela emancipação das mulheres'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-sXngPGAcUX4/TbWlcuDso9I/AAAAAAAADTA/qFI7lv1WTLc/s72-c/PeR_Campinas.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-4058651743542473941</id><published>2011-04-25T08:18:00.000-07:00</published><updated>2011-04-25T08:18:26.966-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Trabalho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nacional'/><title type='text'>Nota da Assembléia de Terceirizad@s da USP contra as demissões em Jirau</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;Reproduzimos abaixo nota da assembléia das/os&lt;br /&gt;trabalhadoras/es terceirizadas da USP em greve&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;São Paulo, 20 de  abril de 2011&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nós, trabalhadoras e trabalhadores terceirizados da empresa UNIÃO, contratada pela Universidade de São Paulo, em greve há 13 dias na luta pelo pagamento de nossos salários, que recém conquistamos, mas também pela nossa efetivação ao quadro de funcionários da USP, viemos declarar nosso repúdio à ameaça de 6 mil demissões nas obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) em Jirau, Rondônia. No Brasil inteiro, os trabalhadores de construção civil estão denunciando o regime de semi-escravidão à que estão submetidos, e aqui na USP, ao lado dos estudantes, nós estamos lutando para que a universidade não seja mantida pelo trabalho semi-escravo. Por isso, consideramos que em Jirau, Suape, Santo Antônio, Pecem, e também na USP fazemos parte de uma mesma luta, porque somos uma só classe. &lt;b&gt;Basta de precarização do trabalho e condições semi-escravas. Nenhuma demissão em Jirau!&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Assembléia de Trabalhadoras e Trabalhadores Terceirizados da UNIÃO (USP)&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-4058651743542473941?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/4058651743542473941/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=4058651743542473941' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/4058651743542473941'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/4058651743542473941'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/04/nota-da-assembleia-de-terceirizads-da.html' title='Nota da Assembléia de Terceirizad@s da USP contra as demissões em Jirau'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-699343283153774022</id><published>2011-04-25T08:09:00.000-07:00</published><updated>2011-04-25T08:09:21.312-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Trabalho'/><title type='text'>Em defesa das que lutam</title><content type='html'>&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 22pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span&gt;Por Stella, estudante da Letras da USP,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span&gt;militante do Grupo de Mulheres Pão e Rosas&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span&gt;O Dia Internacional da Mulher ganha destaque todos os anos. Mas são poucos que sabem que nesse dia em que se comemora passionalmente o “valor feminino”, queimaram mais de 130 mulheres dentro de uma fábrica por elas se recusarem a manter os seus serviços ao decretarem greve. A todo tempo medidas como a repressão são usadas para combater as pessoas que se colocaram contra os "grandes interesses" de suas épocas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span&gt;A opressão à mulher, assim como o racismo e a homofobia, não são mero sadismo, servem como mecanismos extremamente competentes para manterem calados, pela força ou pelo medo, os setores mais oprimidos da sociedade, quando estes apresentem o ímpeto humano de reivindicar o direito a uma vida digna.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span&gt;Nos últimos dias, uma companheira lutadora, indo contra a vontade da sociedade machista, se juntou à luta da(o}s trabalhadora(e)s terceirizada(o)s da empresa União que, cansada(o)s de baixar a cabeça aos patrões, se colocaram em luta pelo pagamento imediato de seus salários e direitos atrasados, resgatando e aprofundando a luta das trabalhadoras da Dima, ocorrida em 2005, pelos mesmos motivos. Tal companheira vem sendo alvo de intensas ofensas na internet, inclusive em meios de mídia que supostamente deveriam prezar pelos direitos de imagem defendidos pela justiça burguesa pela qual tanto clamam.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span&gt;Como seria de se esperar, tais ofensas tem um teor profundamente machista e minimizam o papel político que esta estudante cumpria, se atendo a discutir seu corpo, objetificando-o, e especulando sobre sua sexualidade, evidenciando o papel que a sociedade capitalista quer reservar às mulheres. &lt;span&gt;Não podemos aceitar a censura e discriminação pelo direito à luta. Nem nos calarmos frente qualquer tentativa de desqualificar as lutadoras, fato que indiretamente, busca deslegitimar a luta que compõem &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;– no caso, a das terceirizadas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span&gt;O Grupo de Mulheres Pão e Rosas se coloca imediatamente a defender essa companheira, mas também a denunciar o uso constante do reacionário machismo para deslegitimar uma luta. É preciso que notemos que o uso da figura da mulher como o mais acessível para os ataques – como se demonstrou em 8 de março de 1857 – é mais uma forma de tolher a liberdade de toda mulher de se colocar em luta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span&gt;O projeto do capitalismo é o de uma mulher inserida unicamente no lar que quando, irada, se coloca em luta, vê sua revolta atribuída a supostos problemas psíquicos, retirando o que há de político na intensa opressão rompida com esses gritos. Há mais de 200 anos as mulheres seguem trabalhando e produzindo nas grandes indústrias e nos comércios. O que aconteceria se todas se sentissem no direito de se levantar contra os patrões? Lutar e se organizar politicamente é uma ferramenta legítima a todos os trabalhadores, que não deve ser retirada de nenhuma mulher.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span&gt;O que as terceirizadas fazem hoje é dar o exemplo à toda a população e dizem com todas as letras e através de todas as suas ações que se consideram, sim, capazes de arrancar de qualquer patrão tudo o que nos foi, historicamente, roubado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span&gt;Segue abaixo uma declaração da companheira Stella, que sob tal injúria, usa da sua palavra em defesa da luta das terceirizadas:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span&gt;"Assim que cheguei à Reitoria, no primeiro dia da paralisação (6ª feira), e vi aquelas trabalhadoras – que aos olhos dos estudantes, professores e trabalhadores efetivos, sempre foram invisíveis – organizadas e reivindicando direitos mínimos para sua sobrevivência, imediatamente passei a me sentir parte dessa luta exemplar e também do combate contra a terceirização como um todo, sendo esta a real responsável por essa intensa exploração. Ao me inserir na luta, acatei também todos os métodos escolhidos por essas trabalhadoras, não por passividade, mas por reconhecer que neles estavam contidos todos os meios de libertação dentro dos lugares onde eram tratadas como escravas.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span&gt;Sou uma estudante de Letras da Universidade de São Paulo e levei quatro anos para ter esse direito, me sinto também no direito de protestar dentro desse espaço, me colocando assim como uma daquelas trabalhadoras, que também fazem parte desse espaço, apesar de não terem o direito de estudar nele. Nesse momento, não sou uma estudante apenas, assim como nenhum de meus companheiros e companheiras estudantes. Somos todos trabalhadoras terceirizadas, e nos agregamos à sua luta por, junto a elas, nos indignarmos, sofrermos e agirmos contra essas condições de trabalho em regime de semi-escravidão, que nesse momento já se caracterizava, pelo não pagamento de seus salários, como escravidão de fato.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span&gt;Sou uma educadora do Sistema Público e acredito que a sensibilização dada pela literatura quando lemos “Vidas Secas”, de Graciliano Ramos, e entendemos como um retrato da miséria, tem a sua efetivação para a transformação social quando nos colocamos a contribuir num processo de luta contra a miséria de muitos – nesse caso os trabalhadores invisíveis – e não apenas como mero deleite intelectual. Educar é visar a humanização. É provocar a crítica e o ímpeto de transformação em cada ser humano com o qual estabelecemos contato, utilizando todo o cânone literário na luta contra a miséria, a pobreza e a carência, possibilitando uma leitura crítica para um engajamento na vida.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span&gt;Assim como não calarão as trabalhadoras e sua luta, não calarão a mim e nenhuma mulher que se colocar ao lado delas e das mulheres que lutam contra sua opressão e exploração. Tenho muito orgulho de estar lutando ao lado dessas trabalhadoras tão exploradas e tão fortes, muito mais de fazer parte desta greve de trabalhadores tercerizadas na USP, algo que mostra que a História está viva, e que as revoltas servem para causar, sim, uma Revolução.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span&gt;As trabalhadoras hoje (19 de abril de 2011) começam a receber seus salários, graças ao apoio determinado dos estudantes, do Sintusp e de trabalhadores efetivos que se colocaram ao seu lado, mas também graças aos métodos que tanto foram criminalizados. A luta continua, até o pagamento de todos os seus direitos trabalhistas, até a efetivação imediata de todas essas trabalhadoras ao quadro da USP sem concurso público e, finalmente, até o fim da terceirização, que escraviza, humilha e divide.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span&gt;Convidamos todos os estudantes e suas entidades, bem como os trabalhadores e professores a comporem o Comitê contra a terceirização, que realizará sua próxima reunião no saguão do prédio de Ciências Sociais, no dia 25 de abril, às 18h.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span&gt;Pelo conhecimento a serviço da transformação – viva a aliança operário-estudantil!”&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-699343283153774022?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/699343283153774022/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=699343283153774022' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/699343283153774022'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/699343283153774022'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/04/em-defesa-das-que-lutam.html' title='Em defesa das que lutam'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-6516569271554978012</id><published>2011-04-20T11:37:00.000-07:00</published><updated>2011-04-25T09:29:21.372-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Movimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teoria'/><title type='text'>Participe do grupo de estudos: "As mulheres e o capitalismo. Entre a opressão e a luta pela emancipação"</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;1ª reunião &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Opressão das mulheres&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;na sociedade de classes&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;26 de abril&amp;nbsp;&amp;nbsp; terça&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; 17h00&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Sala 107&amp;nbsp; Térreo IFCS UFRJ&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;Largo São Francisco de Paula, 07 - Centro - RJ&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Bibliografia &lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Andrea D’atri. Pão e Rosas: Identidade de gênero e antagonismo de classe no capitalismo. Ed. Iskra, 2008. [Introdução; Capítulos 6 e 7]&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Andrea D’atri. As Mulheres e o Socialismo: Idéias, experiências e política emancipatória, 2007. Mimeo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Heleieth Iara Bongiovani Saffioti.&amp;nbsp; A mulher na sociedade de classes: mito e realidade. Ed. Vozes, 1979. [Introdução; Parte II: Posição social da mulher na ordem escravocrata-senhorial e suas sobrevivênciis na sociedade atual – págs 160-184]&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;o:p&gt;Disponível n&lt;/o:p&gt;a &lt;b&gt;pasta 93&lt;/b&gt; na xerox do Gaúcho&amp;nbsp;4º andar&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Próxima reuniões:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;- A precarização do trabalho&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;tem rosto de mulher&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;11 de maio Quarta às 17h&lt;br /&gt;Bibliografia já disponível &lt;br /&gt;na pasta 93&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;- Corpos e a ditadura da beleza&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;- Mulheres que lutam: Louise Michel e a Comuna de Paris (1871) e as mulheres na Comuna de Oaxaca (México, 2006)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;- Direito ao aborto&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;- &lt;/o:p&gt;Sexualidade&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;- Violência contra as mulheres&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;- &lt;/o:p&gt;Educação. Questionando a formação de professores: racismo, machismo e homofobia&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;E mais...&amp;nbsp; &lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Debates e Cine Pão e Rosas&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;Entre em contato:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;paoerosasrj@gmail.com &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-6516569271554978012?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/6516569271554978012/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=6516569271554978012' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/6516569271554978012'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/6516569271554978012'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/04/participe-do-grupo-de-estudos-as.html' title='Participe do grupo de estudos: &quot;As mulheres e o capitalismo. Entre a opressão e a luta pela emancipação&quot;'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-7601739105488518650</id><published>2011-04-20T10:59:00.001-07:00</published><updated>2011-04-20T11:05:25.257-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Trabalho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Universidade'/><title type='text'>A insurreição das mulheres invisíveis</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-lZBmyEGiZbw/Ta8gTFoJKSI/AAAAAAAADS4/ZVOYKLdRmSI/s1600/Paraliza%25C3%25A7%25C3%25A3o_terceirizados_USP_11_04.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://1.bp.blogspot.com/-lZBmyEGiZbw/Ta8gTFoJKSI/AAAAAAAADS4/ZVOYKLdRmSI/s400/Paraliza%25C3%25A7%25C3%25A3o_terceirizados_USP_11_04.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;por Luciana Machado, estudante de Letras da USP,&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;militante do Pão e Rosas e da LER-QI&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Greve: substantivo feminino. Hoje, na USP, de sujeito feminino. Sim, a greve tem rosto de mulher, negro, mulher negra. O apoio, aliança revolucionária, vem da jovem e do jovem, e eles são brancos. Essa brancura do estudante sabemos daonde vem: do vestibular, que é o meio que faz a universidade elitista e racista. E o preto daqueles? Vem da opressão, à mulher e ao preto, e à preta. Capitalismo funciona assim: lucro, dinheiro, trabalho, vida roubados: da mulher e do preto em dobro!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Na USP e no Brasil, trabalho precário, vida precária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dilma e Lula que vão à merda! Alckmin, Serra e Rodas também! A “mulher” e o “operário” fazem a máquina verde-amarela girar com o vermelho do sangue DAQUELAS mulheres e DAQUELES operários precarizados. E a “USP de excelência” também roda(s) assim. À merda!, que é cheiro da verdadeira sujeira pela qual são responsáveis: a semiescravidão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Mas toda escravidão tem seus escravos insurrectos! As escravas insurrectas da USP estão dando seu recado: “Ô estudante, eu limpo o chão, mas eu sou contra a escravidão!”. Estudante ouviu. Apoiou. Foi pra reitoria. Contribuiu pro fundo de greve. Paralisou as aulas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; As mulheres choraram quando não receberam pelo trabalho feito. Não se mata a fome dormindo. A criança não consegue dormir, e a mãe também não.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Voltava do trabalho e tinha que cuidar dela; duas, três jornadas de trabalho no mesmo dia. No trabalho, humilhação, assédio moral, assédio sexual, saúde estragada – ou até a morte – porque não tem uma luva, um equipamento descente, nada! Tem que comer em 5 minutos e dentro do banheiro. Não pode conversar com ninguém, nem com o estudante e o professor que passam, nem com a colega do lado; não pode ser um ser humano, apenas uma máquina de varrer (e máquina não fica doente, só quebra; e quando quebra, trocam por outra). Chega em casa depois de 1 hora de caminhada – com que dinheiro dá pra pagar três reais, ainda mais sem vale-transporte? – e vai fazer a comida e limpar mais. Às 4 da manhã acorda de novo; no caminho pela madrugada, é estuprada. Mas não importa, dane-se – diz o patrão –; tem que limpar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;No primeiro de abril – infelizmente não era mentira –, as mulheres choraram quando não receberam pelo trabalho feito. Não se mata a fome dormindo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;BASTA DE ESCRAVIDÃO! – então ecoou. A experiência da greve de 2005 e o livrinho (“A Precarização tem Rosto de Mulher”) trouxe o vermelho de novo. O choro transparente da mulher invisível virou sangue pulsando nas veias, de ódio de classe!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;“Já que acabou a escravidão, tem que acabar a terceirização”, disse uma trabalhadora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;“Estamos lutando pelo que é nosso por direito, não só o salário, mas por uma vida digna”, disse outra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;“Vou exigir da reitoria da USP porque trabalho na USP”, ainda mais uma.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;“Ninguém tá aqui pedindo esmola, estamos aqui lutando pra receber o que é nosso por direito, porque nós trabalhamos, nós ralamos”; “Todos dizem que não existem mais escravos, mas nós estamos representando os escravos do Brasil, porque os terceirizados são os escravos”, e mais uma.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Em coro em frente à reitoria, recado claro pro REItor, vindo das vísceras das trabalhadoras e de membros do Sintusp: “Trabalhador unido jamais será vencido!”; “ô reitoria, vê se escuta, uma só classe, uma só luta!”. Com a palavra e a vez, as terceirizadas e terceirizados da USP.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A fome se transformou em choro; o choro se transformou em grito; o grito, em união entre as trabalhadoras e trabalhadores; a união, em democracia operária; a democracia, em guerra tenaz de classe contra classe!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;E então, o cheiro podre do lixo pelos corredores delatou a reitoria e o governo. Sujeira é deixar trabalhador sem ter o que comer e como morar! Sujeira é fazer a “excelência acadêmica” funcionar sustentada pela semiescravidão! “Será que depois de 8 anos trabalhando na USP não tenho direito de ser trabalhadora da USP?” Te soou estranha a pergunta? Pois é... hoje tem gente que trabalha na USP que não tem os mesmos direitos, aqueles conquistados com muita luta pelos efetivos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A reitoria e a burguesia jogam um pano azul-marinho em cima das e dos terceirizados para que se tornem invisíveis aos olhos do estudante e do professor: o trabalho delas é serviço “meio”, desimportante... Será? O cheiro putrefato da universidade escravista prova que o trabalho da limpeza é fundamental. Fundamental para manter os corredores e salas de aula limpos, sim, mas pra limpar a direção da universidade, recolhendo e jogando fora os escravistas e privatistas da USP!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;São trabalhadoras da USP, SIM! Queremos elas ao nosso lado imediatamente, sem o manto da invisibilidade e sem salário de fome, como trabalhadoras efetivas da universidade! E sem provinha escrita, porque já realizam a maior das provas todos os dias, tudo limpinho e brilhando!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Guerreiras, é isso que são. Sua luta é exemplo de mulheres e negros, contra a superexploração de seus corpos e vidas, e contra o lixo ideológico jogado ao vento pela burguesia, que divide os trabalhadores em categorias e subcategorias, para poder sugar o lucro obtido com mais suor e mais sangue.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;É exemplo pra toda a classe! Que a insurreição das mulheres invisíveis, que agora se fazem temidas pelos inimigos de classe e respeitadas por estudantes e professores, ecoe por todos os cantos do país e do mundo!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-7601739105488518650?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/7601739105488518650/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=7601739105488518650' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/7601739105488518650'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/7601739105488518650'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/04/insurreicao-das-mulheres-invisiveis.html' title='A insurreição das mulheres invisíveis'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-lZBmyEGiZbw/Ta8gTFoJKSI/AAAAAAAADS4/ZVOYKLdRmSI/s72-c/Paraliza%25C3%25A7%25C3%25A3o_terceirizados_USP_11_04.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-8774215005237111041</id><published>2011-04-14T10:18:00.000-07:00</published><updated>2011-04-14T10:18:41.907-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Violência'/><title type='text'>MASSACRE EM REALENGO: Uma expressão de violência contra a juventude e, antes de mais nada, contra as meninas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;Publicamos abaixo artigo de Leandro Ventura, &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;extraído do site da &lt;a href="http://www.ler-qi.org/"&gt;LER-QI &lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-8FDMIy8Jamo/Tacrp1qMH1I/AAAAAAAADSw/mB7hlfuQKNI/s1600/velorio-criancas-massacre-realengo-rio-janeiro-.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="210" r6="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-8FDMIy8Jamo/Tacrp1qMH1I/AAAAAAAADSw/mB7hlfuQKNI/s400/velorio-criancas-massacre-realengo-rio-janeiro-.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;O terrível massacre ocorrido na escola Tasso da Silveira chocou todos. Até o momento há 12 crianças mortas, além de outras onze internadas sendo três em estado grave. Nos solidarizamos com as famílias, amigos e vizinhos de todas as crianças e professores desta escola.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Esta bárbara tragédia expõe muito mais que tal ou qual motivação e condição psíquica do assassino mas antes de mais uma terrível situação do sistema educacional precário e repressor, da situação da juventude, sem opções culturais e de lazer, as formas de ser de um sistema social, o capitalismo, que é podre, cria e se alimenta de repressões. Sem que exista necessariamente um mandante ou um ideólogo direto por trás desta monstruosidade, este sistema cria constantemente sofrimentos como este que foi barbaramente infringido a estes jovens e suas famílias. Quem apertou o gatilho foi o tal Wellington Menezes de Oliveira porém diversos fatos contribuíram para que isto ocorresse.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Foi homicídio mas, antes de mais nada, feminicídio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ens8HIB4JgE/TacrtRSH2AI/AAAAAAAADS0/_HB0XmHpZYI/s1600/massacre-realengo-rio-janeiro-escola.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="210" r6="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-ens8HIB4JgE/TacrtRSH2AI/AAAAAAAADS0/_HB0XmHpZYI/s400/massacre-realengo-rio-janeiro-escola.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há algo que não tem aparecido nos noticiários que é espantoso frente à realidade do ocorrido. Um assassino que escreve uma carta sobre adultério, virgindade, pureza, e mata 10 meninas e 2 meninos é tratado única e exclusivamente como alguém que matou crianças. Há relatos, como o noticiado pelo O Globo, que o atirador alvejava as meninas na cabeça e os meninos nos braços ou pernas e ainda a mídia trata esta ocorrência como algo sem gênero. Este bárbaro crime foi cometido contra as crianças mas, antes de mais nada, contra as meninas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É com tamanha naturalidade que se trata e tira os gêneros dos mortos que a própria palavra feminicídio é algo que é absolutamente raro de ser usado em nossa língua, falamos em homicídio ou até de genocídio (de grandes proporções do gênero humano) ou nos de regícidio (matança de reis) mas nunca de mulheres. O ocorrido em Realengo trata-se, principalmente, de assassinato de mulheres. É de se estranhar ou tecer demasiado uma teoria da conspiração, um jovem que escreva sobre pureza e impureza matar principalmente meninas (10 de 12)? É ou não é uma base da maior parte das religiões a noção de que as mulheres seriam especialmente impuras e fonte de toda decadência da humanidade (o pecado original de Eva)? Pouco importa tal ou qual situação psíquica do assassino, sua barbaridade é um ponto mais agudo de uma sociedade que é especialmente violenta com as mulheres e sua sexualidade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cotidianamente mulheres são mortas, espancadas, humilhadas ou simplesmente reprimidas por serem “intrinsecamente impuras”. Estes atos cotidianos, sistemáticos e corriqueiros não são tratados com a comoção de Realengo, mas são base para o mesmo. Briga de homem e mulher não se mete a colher, reza a “sabedoria” popular. Um menino que tenha várias namoradas é motivo de orgulho para a família, uma menina que tenha mais de um namorado ou que mantenha relações sexuais freqüentes é motivo de repreensão na rua, na escola, na igreja e na família.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Wellington apertou o gatilho mas esta sociedade machista e patriarcal armou toda uma situação não só para que as mulheres, ditas impuras, sofram todos os dias, como para que o crime que sofram sequer tenha nome. Wellington apertou o gatilho muitas vezes mas são os bispos, pastores, empresários e governantes que garantem o sustento e propagandear de idéias que fundamentam que mulheres não podem ter uma sexualidade livre e que são culpadas pelo destino da humanidade. São estes bispos, pastores, empresários e governantes que forneceram munições para a barbárie de Realengo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Toda e qualquer religião agora proclama não só como não tem nada a ver como se solidariza com as vítimas e suas famílias. Até o encobridor de estupros e abusos de crianças, o ex-nazi Ratzinger, agora papa Bento XVI, reza com lágrimas de crocodilo pelas vítimas. Dilma chora pelas vítimas mas mantém o acordo assinado por Lula com o Vaticano que institui sua “consultoria” nos assuntos educacionais no Brasil e ainda lhe garante privilégios materiais para manter seus serviços educacionais privados e fiscais para esta religião que “ocorre” de ser uma das maiores detentoras de terras do país.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cabral e Paes responsáveis por implementar ou continuar o “inovador” projeto que coloca aulas de ensino religioso nas escolas agora falam contra o “monstro” mas se ocultam do fato que ao educação que sustentam mete cada vez mais ideólogos da reação, de idéias como estas da “impureza” da mulher, nas escolas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cabral e Paes também são culpados pela situação da juventude e da educação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A violência ocorrida nesta escola em Realengo trás à tona a situação da educação e da juventude. Uma criança relata que no começo da ocorrência em Realengo achavam que eram bombas e não tiros, e que bombas são normais de explodir. Esta naturalização da violência por estas crianças é só uma expressão da situação da juventude e das escolas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Diariamente dezenas de jovens são esculachados, humilhados, torturados e mortos. Contra esta violência sistemática os governos e a mídia não se levantam. Ao contrário a defendem e a propagandeiam, com seus noticiários, filmes, entre outros. Esta violência é fruto da violência urbana mas também em grande parte feita pela própria polícia. Neste país dito não violento, não racista, todos os dias dezenas de jovens pobres e sobretudo negros são parados, humilhados, e sumidos pela polícia que quando registra estes assassinatos os faz como “autos de resistência” (mas até a ONU registra que são execuções).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta é a segurança e a ordem de Cabral e Paes que agora falam contra os “animais” violentos. De pouco em pouco aparecem imagens desta violência nas TVs e logo os governantes se apreçam em mostrar como são maças podres na polícia manaura ou carioca mas nunca o que é, uma violência diária, sistemática e não espetacular como a ocorrida em Realengo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A política de segurança que está sendo implementada em diversas cidades do país, começando pelo Rio de Janeiro que serve de exemplo a todo país, ainda mais agora com outras cidades como Salvador implementando a mesma ocupação policial testada no Haiti pelo exército brasileiro, é uma política que multiplica esta violência cotidiana. Os jovens nas favelas com UPPs são diariamente revistados, suas expressões culturais e políticas reprimidas. A UPP modelo, a primeira, instalada no Santa Marta em Botafogo, é alvo de denúncias por impedir manifestações e impedir bailes funks e hip-hop.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta prisão dita cidadã implementada nas UPPs é uma continuidade da prisão e precarização que impõe aos jovens nas escolas. A preocupação número um é com a presença física, pouco importando se estão cansados os jovens por virem do trabalho, se há transporte e sua qualidade, de como está a situação em casa e nos bairros, há controles de saída das salas e da localidade da escola, uma das novas obrigações dos professores fluminenses. A situação precária no trabalho e com os salários dos professores é mais uma expressão deste descaso com as novas gerações. A escola é repressora, organizadora de repressão, permitindo e autorizando o bullying e as humilhações diárias, multiplicadas agora por uma norma de todos os colégios públicos no Rio de Janeiro terem ensino religioso e reproduzirem aberta ou veladamente ideologias como as que motivaram o assassino Wellington e sua repressão às “mulheres impuras”. A escola que temos é erguida, inclusive fisicamente, de forma similar a um presídio, é uma fábrica de mão de obra para os capitalistas. Sua palavra chave é o controle e não a educação.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Não aceitar que façam de Realengo uma justificativa para mais repressão policial&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O massacre ocorrido em Realengo está servindo para um aumento da campanha que está ocorrendo em todo o país, com epicentro no Rio de Janeiro, de para tudo buscar mais polícia. As UPPs, ocupação do Alemão, fenômenos culturais como o filme Tropa de Elite, são a base para este fenômeno. Como que a presença de policiais em cada escola acabará com a violência? São estes mesmos policiais que são responsáveis pela violência contra a juventude. Não podemos permitir que este ocorrido sirva de justificativa para a continuação e aumentar desta repressão. Neste sentido é equivocado o eixo proposto pelo Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação do Rio de Janeiro (SEPE) de denunciar o ocorrido como expressão da falta de segurança nas escolas. Esta falta de segurança não se resolverá com inspetores e porteiros como quer o SEPE ou policiais como quer a mídia. Esta mesma violência é funcional à reprodução de uma situação das escolas e da juventude que liga-se as precárias condições de trabalho da juventude seja no Telemarketing ou nas grandes obras como Jirau. Ter mais inspetores e porteiros como quer o SEPE não ajuda a mudar esta escola repressora, a reproduz sem os cassetes e as armas da polícia. É necessário trazer abaixo esta escola e criar uma outra escola onde sejam os trabalhadores dos bairros, da educação, e os jovens que controlem as escolas do ponto de vista do currículo e até da segurança.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É preciso colocar de pé uma campanha contra a terrível situação das escolas, dos jovens, dos professores, e contra a militarização do Rio de Janeiro que chega a extremos de produzir 13 presos políticos por protestar contra Obama. Nosso eixo de denúncia não pode ser a falta de segurança mas sim a denúncia de um sistema que produz e reproduz a opressão das mulheres, a repressão e assassinatos de jovens, sua repressão e exploração pelos capitalistas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-8774215005237111041?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/8774215005237111041/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=8774215005237111041' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/8774215005237111041'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/8774215005237111041'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/04/massacre-em-realengo-uma-expressao-de.html' title='MASSACRE EM REALENGO: Uma expressão de violência contra a juventude e, antes de mais nada, contra as meninas'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-8FDMIy8Jamo/Tacrp1qMH1I/AAAAAAAADSw/mB7hlfuQKNI/s72-c/velorio-criancas-massacre-realengo-rio-janeiro-.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-8572561657675190972</id><published>2011-04-14T06:26:00.000-07:00</published><updated>2011-04-14T06:26:29.088-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Trabalho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Movimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mulheres negras'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Universidade'/><title type='text'>Apresentação do Livro A PRECARIZAÇÃO TEM ROSTO DE MULHER durante a greve das terceirizadas na USP</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;"Cinco anos depois a história se repete, e se aprofunda. Não começamos do zero"&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://1.gvt0.com/vi/WDYA9XQZ9dk/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/WDYA9XQZ9dk&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/WDYA9XQZ9dk&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em meio a esta revolta das terceirizadas, as Edições ISKRA e o grupo de mulheres Pão e Rosas publicaram o livro “A precarização tem rosto de mulher” que conta justamente a história de luta das trabalhadoras terceirizadas da USP em 2006. O livro é organizado por Diana Assunção, Diretora do Sintusp e dirigente da LER-QI.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cinco anos depois a história se repete como continuidade, e desta vez mais profunda, já que se tiraram lições da luta anterior – não começamos do zero. Hoje, é necessário entender a necessidade de que toda a energia voltada para esta luta, para arrancar estes direitos, também seja canalizada em organização dos homens e mulheres que decidirem ser donos de seus próprios destinos. As mulheres, nesse caminho, podem sempre cumprir um papel de linha de frente se se tornam conscientes da opressão e da necessidade de combatê-la como parte da luta contra esse sistema de exploração.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-8572561657675190972?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/8572561657675190972/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=8572561657675190972' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/8572561657675190972'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/8572561657675190972'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/04/apresentacao-do-livro-precarizacao-tem.html' title='Apresentação do Livro A PRECARIZAÇÃO TEM ROSTO DE MULHER durante a greve das terceirizadas na USP'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-2560469409985216372</id><published>2011-04-14T06:17:00.000-07:00</published><updated>2011-04-14T06:17:25.307-07:00</updated><title type='text'>GREVE DAS TERCEIRIZADAS: Revolta explode e se aprofunda, agora com apoio dos estudantes!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;por Diana Assunção&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;diretora do Sintusp e dirigente da LER-QI&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&amp;nbsp;﻿&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://2.gvt0.com/vi/GME1qqULqYo/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/GME1qqULqYo&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/GME1qqULqYo&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na última sexta-feira, na USP, explodiu uma revolta dos trabalhadores e trabalhadoras terceirizadas da limpeza contra o atraso de salários e as péssimas condições de trabalho. Esta revolta ocorre em meio a um cenário nacional marcado pelas impressionantes rebeliões de trabalhadores da Construção Civil que escancararam nacionalmente as condições semi-escravas de trabalho a que milhares de trabalhadores são submetidos justamente nas obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), peça chave do Brasil potência de Lula e Dilma, que mostra que as bases do milagre brasileiro mais lembram a escravidão. O discurso de aumento do emprego que o ex-presidente Lula sustentou durante seus 8 anos de mandato, agora encampado por Dilma, buscava esconder o fato de que muitos dos empregos gerados se davam sobre a semi-escravidão, péssimas condições de trabalho e o que comumente é chamado de terceirização.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É neste cenário que se dá a revolta dos terceirizados e terceirizadas da USP, já conhecida como “a insurreição das vassouras”. Mais de 300 terceirizados, em sua grande maioria mulheres, demonstrando que a precarização do trabalho tem rosto de mulher, levantaram suas cabeças pra exigir os seus direitos. Fizeram uma experiência política com a burocracia sindical (há um sindicato patronal das empresas terceirizadas), que apenas no primeiro dia de greve apareceu para enrolar os trabalhadores, e passaram, a partir disso, a ver a necessidade de que fossem os próprios trabalhadores que se organizassem, com a ajuda fundamental do Sindicato de Trabalhadores da USP.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Começando por aprender a organizar assembléias, tomar decisões, votar propostas e de forma organizada implementarem as decisões da maioria, os terceirizados que até 5 dias atrás andavam pelos cantos da universidade de cabeça baixa puderam sentir o papel político que podem cumprir: se transformaram em sujeitos de seu próprio destino. Pela primeira vez, adentraram as salas de aula, não para limpar, mas para falar a centenas de estudantes, que escutavam atentos ao drama de cada trabalhadora e trabalhador. Aqueles que aprendem sobre a escravidão na sala de aula ouviam nos corredores os gritos uníssonos de estudantes e terceirizados em luta “Não! Na USP está voltando a escravidão!”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tomando os corredores da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, os terceirizados se juntaram com centenas de estudantes e fizeram uma emocionante passeata, gritando pelo fim da semi-escravidão, pelo fim da terceirização, pelo fim da humilhação. A limpeza, que é resultado de seu trabalho, se transformou em lixo, para demonstrar que a universidade não pode funcionar se estiver sujo, e que portanto a limpeza é um serviço essencial da USP. Daí que a única medida efetiva para terminar com esta situação, que chegou ao extremo da suspensão das aulas por “falta de condições de higiene” é que a Reitoria incorpore todos os terceirizados e terceirizadas ao quadro de funcionários efetivos da USP, sem a necessidade de concurso público, já que a própria realização do serviço demonstra que estão aptos a cumpri-lo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nós, da Liga Estratégia Revolucionária, que integramos a Diretoria do Sintusp, atuamos no sentido de colocar em prática o programa que há anos levamos em nosso Sindicato, que é a defesa intransigente destes trabalhadores como parte de uma mesma classe, não aceitando a imposição da burguesia de nos dividir. Ao mesmo tempo, consideramos necessário construir a maior mobilização com inúmeros aliados, envolvendo estudantes, professores, intelectuais e todos os setores que se colocarem contrários a este verdadeiro escândalo dentro de uma universidade considerada de “excelência”. São nestes momentos em que se expressa a “USP profunda”, da segregação dos negros e da super-exploração.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É a mesma USP que precisa perseguir o Sintusp e seus dirigentes sindicais, como Claudionor Brandão, demitido político não somente por lutar contra a privatização da universidade, mas também por lutar em defesa dos trabalhadores terceirizados. Além das perseguições aos estudantes que sofrem com a possibilidade de expulsão por terem lutado contra a retirada da autonomia na universidade e por permanência estudantil. Enquanto lutamos contra a repressão na USP, lutando para acabar com esta estrutura de poder anti-democrática e conseguir colocar fim ao filtro social do vestibular, colocamos nosso Sindicato a serviço de aportar para a luta dos setores mais explorados da classe, que são os trabalhadores e trabalhadoras terceirizadas. No movimento estudantil, impulsionamos o Bloco ANEL às Ruas e o grupo de mulheres Pão e Rosas, que tem sido o setor mais conseqüente com a luta dos terceirizados, que conseguiu levar adiante a votação em Assembléia de curso da Ciências Sociais do programa de efetivação dos terceirizados sem concurso público, além de colocarem de pé, junto aos trabalhadores terceirizados e efetivos um Comitê de Luta Contra a Terceirização, após uma grande atividade com mais de cem estudantes onde os trabalhadores terceirizados tiveram voz. Também hoje, o curso noturno de História votou paralisação até sexta-feira em defesa dos terceirizados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Queremos, como parte deste processo, contribuir para forjar uma vanguarda que levante bem alto a bandeira da efetivação dos terceirizados, como uma forma estratégica de encarar o problema da terceirização na universidade – uma das vias de privatizá-la. Também, queremos ajudar a construir uma ala combativa e classista dentre os terceirizados, que possam se organizar e questionar os freios e limites da burocracia sindical, buscando retomar os sindicatos das mãos dos pelegos e colocá-los a serviço dos trabalhadores, como verdadeiras ferramentas de luta. Por esta perspectiva colocamos nossa organização revolucionária, entre trabalhadores, estudantes e intelectuais, a aportar para levar esta luta até o final e tirar lições para servir de exemplo em cada levante dos super-explorados, no sentido de exigir que a esquerda na Conlutas tome de uma vez por todas uma campanha nacional pela efetivação de todos os terceirizados e precarizados, com salários e direitos iguais aos efetivos, em todo o país, necessidade concreta que os peões das obras do PAC e os terceirizados da USP coloca na ordem do dia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-2560469409985216372?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/2560469409985216372/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=2560469409985216372' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/2560469409985216372'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/2560469409985216372'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/04/greve-das-terceirizadas-revolta-explode.html' title='GREVE DAS TERCEIRIZADAS: Revolta explode e se aprofunda, agora com apoio dos estudantes!'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-5644933399482180306</id><published>2011-04-14T06:05:00.000-07:00</published><updated>2011-04-14T06:05:56.942-07:00</updated><title type='text'>GREVE TERCEIRIZADAS USP: Hoje Rodas vai dormir com medo do que aconteceu na Ciências Sociais</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.ler-qi.org/IMG/jpg/cartaz-3.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" r6="true" src="http://www.ler-qi.org/IMG/jpg/cartaz-3.jpg" width="226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;por Alexandre Guimarães&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;estudante de Ciências Sociais - USP&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O conflito aberto de terceirizados contra a Reitoria tem sido um período muito intenso de reflexão e ação política. Desde o começo, nós, estudantes militantes da juventude da LER-QI temos nos impactado com a combatividade e o espírito guerreiro dos trabalhadores terceirizados que - demitidos e sem salário - lutam sem ter nada a perder. Arrepia lembrar todos os atos que estamos fazendo e a perspectiva de fazer ainda mais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Irritados com a velha dinamica do movimento estudantil, que pensa apenas em seu umbigo, sem olhar com seriedade para as companheiras e companheiros que trabalham num regime de escravidão - mesmo quando estes levantam a cabeça e dizem basta - construimos junto com essas valiosas combatentes a aliança que pode dar um fim a Reitoria e às empresas terceirizadas que reprimem trabalhadores, estudantes e professores, exploram e humilham nossos companheiros.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje Rodas vai dormir com medo do que ouviu falar: trabalhadores terceirizados pararam o curso de ciências sociais para falar sobre suas condições de trabalho e de como admiram os "verdadeiros profissionais" que são os estudantes que lutam ao lado dos trabalhadores. Nos orgulha muito estar ao lado destes companheiros e de todos os terceirizados do país e do mundo. Chamamos todos os estudantes a nos acompanhar, travando esta luta que pode ser um exemplo para a defesa da educação, mas ainda mais do que isso, para luta contra a escravização em roupagem de terceirização.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nas palavras de uma companheira, "assim como acabou a escravidão, tem que acabar a terceirização". Lutaremos inconciliávelmente pelo imediato pagamento de todos os terceirizados e estaremos a postos, com todos que tiverem disposição, para continuar a dedicar suor e sangue pela incorporação de todos os terceirizados, sem necessidade de concurso público, sabendo que a precarização do trabalho é umas das bases fundamentais do governo Dilma, e que se vencemos na USP, contagiamos os trabalhadores de todo país.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sigamos o exemplo de Marília que em 2010 ocupou sua direção e solidariedade aos trabalhadores da USP, conquistando ainda, que o bandejão que obtiveram com uma greve fosse estruturado com trabalho efetivo; e dos estudantes da História USP (noturno) que paralisam agora seu curso em aliança aos trabalhadores terceirizados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-5644933399482180306?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/5644933399482180306/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=5644933399482180306' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/5644933399482180306'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/5644933399482180306'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/04/greve-terceirizadas-usp-hoje-rodas-vai.html' title='GREVE TERCEIRIZADAS USP: Hoje Rodas vai dormir com medo do que aconteceu na Ciências Sociais'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-1814662898489185002</id><published>2011-04-11T05:30:00.000-07:00</published><updated>2011-04-11T05:40:03.323-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Trabalho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Universidade'/><title type='text'>Viva a luta das/os trabalhadoras/es da União! Revolta de trabalhadores e trabalhadoras terceirizadas da USP mostra o Brasil “precário”</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;em&gt;&lt;object height="349" width="560"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/nZ6ZwCfM66Q?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/nZ6ZwCfM66Q?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="349"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&amp;nbsp;&lt;em&gt;Por Diana Assunção e&amp;nbsp;Pablito, &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;em&gt;diretores do Sintusp e dirigentes da LER-QI&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Enquanto nas obras da construção civil no país inteiro os trabalhadores denunciam o regime semi-escravista das condições de trabalho que sustentam o crescimento econômico brasileiro, o PAC de Dilma e Lula, a Universidade de São Paulo, uma “universidade de excelência”, foi tomada pelos trabalhadores e trabalhadoras terceirizadas da limpeza. Na semana inteira todos se queixavam do não pagamento dos salários e do descaso da empresa com os trabalhadores, já que a empresa terceirizada União teve o “fim de seu contrato” com a USP, o que serve de justificativa para mascarar a demissão em massa destes trabalhadores, que já possuem salários de miséria e escassos direitos.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Da Faculdade de Educação, da Faculdade de Letras, Filosofia e Ciências Humanas, da Física, Geociências, entre tantas outras, os trabalhadores foram em marcha até a Reitoria, para exigir o pagamento dos salários, e também a garantia de que os trabalhadores pudessem ser recontratados pela nova empresa, como uma forma, ainda que parcial, de conseguir garantir a continuidade do emprego.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-H821DEURoxo/TaL0JNf_swI/AAAAAAAADSs/jARUQwRDywI/s1600/USP_Terceirizadas_Greve.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="250" r6="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-H821DEURoxo/TaL0JNf_swI/AAAAAAAADSs/jARUQwRDywI/s400/USP_Terceirizadas_Greve.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em frente à Reitoria, com as mulheres trabalhadoras na linha de frente, mostrou-se o quão explosiva pode ser a luta contra as condições precárias de trabalho. Aqueles que permanecem “invisíveis” nos corredores, nos cantos da Universidade, fizeram valer a sua voz, emocionaram os que estavam ali presentes. Diziam que não tinham nada a perder, e que não iam dar nenhum passo atrás. É a USP de excelência mostrando o quanto de precariedade a sustenta. Gritando “Ô Reitoria, cadê você? Eu vim aqui pra receber!” os trabalhadores mostraram até que ponto pode ir a truculência desta Reitoria, que já hoje ataca tantos setores na Universidade, desde demitir os trabalhadores aposentados, até de forma autoritária querer colocar fim no curso de Obstetrícia. Vale também dizer que hoje os trabalhadores entraram nas salas de aula para fazerem ouvir as suas vozes. Junto aos estudantes do Bloco ANEL às Ruas, mais de 30 terceirizados passaram nas aulas da Ciências Sociais, História e Letras para chamar o apoio dos estudantes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O SIEMACO, Sindicato dos trabalhadores terceirizados, por fora da organização dos próprios trabalhadores se reuniu com a Reitoria pra tentar chegar num acordo. Os trabalhadores, pacientes, aguardaram até o retorno desta Comissão. Enquanto aguardavam, discutiram as causas e conseqüências profundas da terceirização, a necessidade de uma unidade com os efetivos, com os estudantes, com os intelectuais e professores. Discutiu-se como organizar-se desde a base, colocando em prática a democracia operária, onde os terceirizados tomavam suas decisões a partir da decisão da maioria, debatendo as distintas posições, e sem dirigentes sindicais que impunham uma política por cima da opinião dos terceirizados. O Sintusp apresentou aos trabalhadores a necessidade de não lutar apenas pelo pagamento do salário, mas de que é necessário lutar pela efetivação de todos os terceirizados sem a necessidade de concurso público, condição elementar pra unir nas fileiras operárias.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A partir desta experiência, expressou-se o papel fundamental que cumpriu o Sindicato dos Trabalhadores da USP colocando-se a serviço da luta, colocando-se como um sindicato a serviço dos trabalhadores, um sindicato para fazer a diferença na luta de classes. Todos gritavam “Ô Reitoria, vê se escuta. Uma só classe, uma só luta!”. Também, os trabalhadores passaram a questionar o papel que cumpria o próprio SIEMACO, que, demonstrou na prática mais uma vez o papel da burocracia sindical pelega que, em nome de manter seus próprios interesses e os lucros dos patrões toma decisões à revelia dos trabalhadores defendendo descaradamente a conciliação de classes para garantir a “paz social” que perpetua as péssimas condições de trabalho destes companheiros há tanto tempo. Percebendo que não conseguiriam controlar a ira destas mulheres e homens contra a reitoria indicaram a dedo uma comissão que entrasse para tratar com a reitoria sem consultar os trabalhadores e, junto com a Guarda Universitária impediram à força a participação do Sintusp, tudo para ficar com as mãos livres para trair cinicamente os trabalhadores. A tragédia da burocracia sindical que consegue fazer os trabalhadores deixarem de acreditar em suas próprias forças.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas nesta sexta-feira, uma sexta-feira de fúria para os terceirizados, prevaleceu o ódio e a indignação. Prevaleceu a vontade de levantar a cabeça contra a humilhação, contra o projeto precário de universidade que nada mais é do que o projeto precário do país onde vivemos, que se sustenta sob o trabalho semi-escravo, sobre a morte do povo nas enchentes, sob a terceirização do trabalho. E é por isso que mesmo depois da Comissão ter informado aos trabalhadores que não chegou-se a nenhum acordo, que a Reitoria suspendeu o pagamento da empresa União por ela estar incluída em cadastro de inadimplentes, e que somente na segunda-feira o Sindicato iria entrar com alguma medida pra que a Reitoria repassasse o dinheiro à empresa.. ainda com todas estas manobras e respostas turvas que apenas demonstram que os de cima estão pouco preocupados com os de baixo, os trabalhadores e trabalhadoras terceirizadas da USP gritavam numa só voz: Acreditar em nossas forças, a paralisação continua na segunda-feira! Nenhum passo atrás!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por uma grande mobilização na segunda-feira!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Reitoria quer privatizar a USP e a terceirização do trabalho é um dos pilares fundamentais deste ataque. A importância de que sejam estes trabalhadores os que hoje se levantam é a importância de lutar contra todo o projeto da Reitoria. Todos os efetivos, estudantes, professores, intelectuais, artistas, organizações de direitos humanos devem comparecer a esta urgente manifestação, na segunda-feira, dia 11 de abril, a partir das 7h da manhã em frente a Reitoria. Os estudantes da USP Leste que lutam contra o fechamento de cursos, que lutam contra a precarização do ensino, devem comparecer em peso, e unificar a luta de trabalhadores, estudantes, terceirizados e professores. Enfrentar o governo tucano que quer destruir a universidade significa construir uma mobilização histórica. Sigamos o exemplo dos terceirizados e terceirizadas da União. Porque somos uma só classe, numa só luta!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;“A precarização tem rosto de mulher”: história e realidade&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando explode a mobilização das trabalhadoras e trabalhadores da União, as Edições ISKRA lançam o livro “A precarização tem rosto de mulher”, que conta a história da luta das trabalhadoras e trabalhadores da Dima. Muitas mulheres que hoje lutam, também estiveram nesta luta anterior. Aprenderam como se auto-organizar, aprenderam a diferença entre um Sindicato combativo e um Sindicato pelego, aprenderam que não tem nada a perder e que é necessário acreditar em suas próprias forças. Durante a paralisação, organizou-se uma apresentação do livro, com Diana Assunção, trabalhadora da Faculdade de Educação e organizadora do livro, onde expressou que se a precarização tem rosto de mulher a luta que acontecia naquele momento era uma prova disso, era apenas olhar para os lados e ver a quantidade de mulheres ali presentes. Terminou dizendo “Esse livro não é pra ficar na estante ou dentro das bolsas. É um livro pra luta. É um livro pra essa luta. E a luta de vocês, é a minha luta, a nossa luta”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;*Artigo extraído do site da &lt;a href="http://www.ler-qi.org/"&gt;LER-QI&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-1814662898489185002?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/1814662898489185002/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=1814662898489185002' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/1814662898489185002'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/1814662898489185002'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/04/viva-luta-dasos-trabalhadorases-da.html' title='Viva a luta das/os trabalhadoras/es da União! Revolta de trabalhadores e trabalhadoras terceirizadas da USP mostra o Brasil “precário”'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-H821DEURoxo/TaL0JNf_swI/AAAAAAAADSs/jARUQwRDywI/s72-c/USP_Terceirizadas_Greve.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-48551478125895177</id><published>2011-04-06T12:27:00.000-07:00</published><updated>2011-04-06T12:27:10.821-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sexualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Violência'/><title type='text'>Nota de repúdio do Pão e Rosas ao ataque a Guilherme Rodrigues, militante do Pstu e ativista do movimento LGBT</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;BASTA DE VIOLÊNCIA AOS HOMOSSEXUAIS! &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;TODA SOLIDARIEDADE A GUILHERME!&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;por Guilherme Teles* e Ravenna O'Camb** &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A onda de ataques a homossexuais vem aumentando paulatinamente como um dos frutos da reacionária campanha da Dilma e Serra à Presidência em 2010 contra os direitos democráticos das mulheres e dos homossexuais, contribuindo para um agravamento da violência praticada por grupos fascistas de skinheads. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na última quarta-feira (23), Guilherme Rodrigues, militante do PSTU e ativista do movimento LGBT, sofreu agressões em um ato homofóbico. Foi atacado quando viu um casal de homossexuais ser agredido e tentou ajudá-los, causando a fúria dos agressores. A polícia, ao chegar ao local, assistiu à agressão física e moral que Guilherme sofreu, não movendo uma palha para impedir; e como se isso não bastasse, tentou persuadir Guilherme a não registrar um BO e esquecer o que tinha ocorrido (!!). Porém, o BO foi registrado, e a polícia obrigou Guilherme a registrar seus dados pessoais, inclusive endereço, na frente dos agressores, os quais, minutos antes, também diante da polícia, haviam dito que “estavam na sua cola”. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ultimamente, temos presenciado ataques deploráveis de grupos radicais de direita e de candidatos à presidência do país, assim como da própria polícia militar, que vem cada vez mais evidenciando o seu verdadeiro papel social de reprimir as lutas dos trabalhadores e da juventude e se furtar a atender as mulheres e homossexuais vítimas de violência, fechando os olhos para a homofobia. A PM chegou a registrar ocorrência contra Guilherme, não apenas negando a punição de seus agressores, como fazendo recair a culpa contra a própria vítima, colocando-o em evidente situação de perigo ao forçá-lo a dizer seu endereço diante dos agressores. A polícia homofóbica que culpa as vítimas é a mesma que reprime com truculência os atos da juventude contra os ataques que os governos desferem contra os trabalhadores, a mesma que sobe às favelas para assassinar os jovens negros. Não podemos ter nenhuma ilusão na instituição policial, que demonstra cotidianamente que não existe para atuar em favor dos oprimidos e dos explorados, mas sim em favor da manutenção das propriedades e dos interesses políticos da classe capitalista.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguns casos de homofobia são noticiados na imprensa burguesa, como o caso do espancamento que causou a morte de Marcelo Campos, homossexual e negro, em 2009, ou das recentes agressões na Av. Paulista. Mas a imensa maioria dos casos não chegam ao conhecimento da população e os agressores saem impunes desses crimes desumanos! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Basta de violência a homossexuais, transexuais e ativistas do movimento LGBT! &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Repúdio e punição imediata ao grupo que violentou Guilherme!&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;HOMOFOBIA MATA!!! ATÉ QUANDO? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Precisamos confiar em nossas próprias forças para combatermos a homofobia, nos aliando à juventude e à classe trabalhadora!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Pela liberdade de expressão e exercício de nossa sexualidade!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;*&lt;em&gt;Guilherme Teles é estudante do Instituto de Artes da Unesp. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;**Ravenna O'Camb é&amp;nbsp;estudante de Ciências Sociais/USP e militante do Pão e Rosas.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-48551478125895177?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/48551478125895177/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=48551478125895177' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/48551478125895177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/48551478125895177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/04/nota-de-repudio-do-pao-e-rosas-ao.html' title='Nota de repúdio do Pão e Rosas ao ataque a Guilherme Rodrigues, militante do Pstu e ativista do movimento LGBT'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-1103461755505736554</id><published>2011-03-29T08:05:00.000-07:00</published><updated>2011-03-29T08:05:15.142-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Trabalho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teoria'/><title type='text'>Resenha do livro "A precarização tem rosto de mulher"*</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-84zPYTJqFDQ/TZH1BlhJAxI/AAAAAAAADSk/bKm-rsdNXyQ/s1600/livro-2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" r6="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-84zPYTJqFDQ/TZH1BlhJAxI/AAAAAAAADSk/bKm-rsdNXyQ/s320/livro-2.jpg" width="222" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;Por Paula Berbert,&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;graduada em Ciências Sociais &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;pela Unicamp. &lt;/em&gt;&lt;em&gt;Estudante da Usp, professora da &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;rede &lt;/em&gt;&lt;em&gt;estadual&amp;nbsp; &lt;/em&gt;&lt;em&gt;paulista e militante do Pão e Rosas.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Elas são as primeiras pessoas para as quais dou ‘bom dia’, negras, uniforme azul que as diferenciam de todos os outros funcionários da escola estadual onde trabalho. “Tão cedo no batente?” – pergunto às 6h40. “É claro, professora. Tudo precisa estar em ordem pra quando vocês chegarem, não é?” – responde uma das duas terceirizadas que limpam uma escola que atende mais de 800 alunos. Entram todos os dias às 5h da manhã, saem às 16h, param meia hora para o almoço que trazem de casa, zanzeam com vassouras e baldes nas mãos. Sempre juntas, a única coisa que lhes dá identidade é as luvas que usam, que têm seu nome escrito. Ali ninguém fala com elas, nem os alunos, nem os demais funcionários e professores.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Três dias antes de escrever essa resenha tive uma oportunidade de conversar com elas de fato. Numa janela entre duas aulas, folheava um jornal quando entraram na sala de professores. “Precisamos limpar, você se incomoda?” – perguntou com simplicidade. “Claro que não! Aliás, sempre falo com você, mas não sei seu nome”. Começamos a conversar. Trabalham na escola há quatro anos, ali a terceirização começou a partir da cooperativa do bairro, que alistava mulheres para trabalhar na limpeza de escolas e organismos públicos da vizinhança. “Sabe, professora, é sempre com o pessoal daqui de perto, porque eles não pagam vale transporte”. Logo foram transferidas para empresas, com as quais a diretora negocia para mantê-las ali. Assim que começaram a trabalhar eram sete funcionários que cuidavam da limpeza da escola, que funciona nos três períodos, com mais 50 turmas, hoje são apenas duas trabalhadoras. Pergunto se houve aumento do salário, já que o trabalho aumentou mais de três vezes. “Não, professora, eles vão aumentando o trabalho e a gente vai dando conta. Tem que fazer o serviço todo, né?”. Falavam também que terminavam o dia exaustas, com pernas e braços doendo, depois era limpar a casa, fazer o jantar e preparar a própria marmita e também a do companheiro . Tão cansadas que nem a novela dava para ver direito. O salário às vezes atrasa, benefícios não têm nenhum. Eu ouvia aquelas mulheres e me lembrava de outra que conheço, tão parecida com elas – Silvana, resolvi falar do livro. “Vou trazer um presente pra vocês na segunda-feira ...”. “O que, professora? Não precisa se incomodar com a gente!”. “É um livro que fala sobre vocês, sobre mulheres terceirizadas, que dão duro, trabalham limpando um lugar, à noite chegam e casa e trabalham mais ... Acho que vocês vão gostar!”. Mostro a elas o piloto do livro, que estava na minha mochila. Na capa duas terceirizadas, usando uniformes escuros e com vassouras na mão, uma diz para outra: “Olha, podia ser a gente!”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;***&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A terceirização faz parte da nossa vida cotidiana, na escola onde trabalho, no metrô que pego para chegar lá, que começa a ser privatizado e terceirizado, na limpeza do meu local de estudo, a Universidade de São Paulo, e em partes dos restaurantes desta universidade, na entrega do livro que lia horas atrás e da pizza que jantei ontem à noite. E como parte daquilo que é corriqueiro, muitas vezes passa por nós de maneira natural e irrefletida. O livro que apresento aqui, A precarização tem rosto de mulher, organizado por Diana Assunção, diretora do Sindicato de Trabalhadores da Usp (Sintusp), membro da Secretaria de Mulheres deste sindicato e fundadora do grupo de mulheres Pão e Rosas, nos mostra essa triste e injusta realidade, e narra uma luta importantíssima, travada em 2005 pelas trabalhadoras e trabalhadores terceirizados da Dima, empresa contratada para limpeza da Usp. Este é um livro militante, escrito de maneira simples e direta, acessível para jovens, estudantes, ativistas, militantes, estudiosos do tema da precarização e, especialmente, para trabalhadores. A partir de entrevistas com uma das principais protagonistas do conflito, Silvana, trabalhadora terceirizada, negra, mãe de família, a quem me referia, reconstruímos a história desta greve, em que os terceirizados se sublevaram contra as péssimas condições de trabalho, contra os assédios morais que sofriam das encarregadas, que chegavam a chamá-los de “escravos”, as humilhações da patronal e contra os atrasos do baixíssimo salário.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Logo que começaram a se organizar, os trabalhadores terceirizados da Dima enfrentaram muitas dificuldades. Estavam divididos em unidades diferentes da Usp, não podiam contar com o auxílio do seu sindicato, o SIEMACO (Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Prestação de Serviços de Asseio e Conservação e Limpeza urbana de São Paulo), constantemente sofriam ameaças de demissão e transferência para locais de trabalho longe da região do Butantã. As dificuldades eram muitas e a solução para elas ficou mais clara quando a organização dos terceirizados encontrou aliados, estudantes trotskistas da Usp, organizados no movimento A Plenos Pulmões, e trabalhadores efetivos da universidade e seu sindicato, o Sintusp. Exibições de filmes foram organizados por estes estudantes, dentre eles A greve, de Sergei Eisenstein, quando uma trabalhadora disse: “Tudo o que queremos fazer está nesse filme!”. Passaram eleger representantes dos trabalhadores terceirizados de cada unidade para compor o que eles chamavam de linha de frente. Eles discutiam semanalmente, debatiam sobre os problemas que aconteciam em cada local, pensando em soluções unitárias e coletivas. A luta contra a patronal se expandia, ganhava contornos mais claros.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este livro discute as grandes questões sociais e políticas das últimas décadas a partir de um pequeno exemplo. Nos últimos anos vimos o avanço neoliberal sobre a classe trabalhadora, retirando direitos sociais historicamente conquistados, dividindo-a entre efetivos, terceirizados, temporários, sub-contratados, rebaixando a qualidade de vida de milhões. No plano ideológico, a academia e a ideologia dominante produziram rios de tintas sobre o fim da história e sobre o deslocamento da centralidade operária enquanto sujeito de transformação social. Ouvimos todos os dias que não se pode fazer muito contra o atual estado de coisas e que devemos nos conformar nos dedicando a projetos pessoais e ao nosso desenvolvimento individual. Mas a pequena luta das trabalhadoras e trabalhadores terceirizados da Dima questiona tudo isso. A auto-organização operária se mostrou viável, a necessidade de recomposição da unidade das fileiras da classe se mostrou fundamental e possível, a partir da localização do Sintusp neste conflito. Os avanços da subjetividade dos trabalhadores em luta se concretizou na vida de Silvana, que entendeu ali que se ela lutava contra o patrão da Dima, não podia ter “um patrão em casa”. Com dados sobre a trajetória da terceirização da Usp, o livro mostra que o processo mundial de precarização do trabalho tem sim rosto de mulher, e mostra que a sua superação também tem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Contando com a apresentação das professoras Claudia Mazzei, da Universidade Federal de Santa Catarina, e Maria Beatriz Costa Abramides, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, esta publicação discute o processo da precarização, e da terceirização como uma de suas facetas, enquanto um processo mundial. A breve explanação sobre este tema em seu prólogo ganha carne nos artigos dos anexos. Um deles sobre a vida e luta de Konstantina Kuneva, trabalhadora terceirizada que sofreu um brutal atentado da patronal por sua organização política na Grécia em 2008, abalada pelas primeiras conseqüências da crise capitalista e também pelas primeiras respostas das massas. O outro é uma entrevista com duas dirigentes operárias do novo sindicalismo de base na Argentina, em que Catalina Balaguer e Lorena Gentile relatam suas lutas em defesa dos direitos das trabalhadoras e no combate contra a terceirização.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A precarização tem rosto de mulher é parte da coleção Iskra Mulher, que já publicou outros títulos, como Pão e Rosas – identidade de gênero e antagonismo de classe no capitalismo e Lutadoras – histórias de mulheres que fizeram história, e foi organizado por militantes da Liga Estratégia Revolucionária (LER-QI) e do grupo latino-americano Pão e Rosas, que organiza mulheres trabalhadoras, efetivas e terceirizadas, estudantes e jovens também na Argentina, Chile e México. Esperamos com essa publicação aportar para a reflexão, estudo, organização e luta daqueles que não naturalizam a divisão e exploração da classe trabalhadora, e que este livro seja um instrumento de combate à terceirização, que como diz a campanha de nosso grupo de mulheres, “escraviza, humilha e divide”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;***&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lançamos o livro no momento histórico em que vemos uma nova “primavera dos povos” na Tunísia, Líbia e Egito, onde as massas se levantam contra governos ditatoriais e pró-imperialistas que durante décadas oprimiram e espoliaram os trabalhadores e o povo pobre, e saem às ruas exigindo a queda destes ditadores e reivindicando também melhorias nas condições de vida, aumento de salários e liberdade de organização política. Estas mobilizações foram antecedidas por conflitos importantes na Grécia, Espanha e França, onde a classe trabalhadora recorreu aos seus métodos históricos de luta como piquetes, paralisações, manifestações de rua e greves gerais para combater as conseqüências da crise econômica, que se manifestam nas políticas governamentais destes Estados endividados, que têm por objetivo descarregar em suas costas o custo da crise capitalista. Vemos essas respostas iniciais das massas questionar o triunfalismo da burguesia, que imperou nas subjetividades dos trabalhadores e da juventude. Ao contrário dos postulados de Fukuyama, a história continua e as massas mobilizadas demonstram nas ruas a sua força.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por outro lado, no Brasil, onde os “tempos” da crise são mediados por um crescimento econômico baseado na alta dos preços das commodities e no consumo do mercado interno, ainda prima uma subjetividade gradualista e passiva. Apesar do crescimento vertiginoso dos postos de trabalho precário, das enchentes que assolam a população pobre nas favelas, morros e periferias, da violência policial contra a população negra, parte importante do povo tem ilusão de que a eleição da primeira presidenta, Dilma, pode solucionar os problemas que ainda afetam o país. Inclusive um setor importante do movimento de mulheres, que naturalizou a posição escandalosa da então candidata, usando a bandeira histórica da legalização do aborto como moeda de troca nas eleições, para ganhar o apoio de setores católicos e evangélicos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com esta publicação também queremos dialogar com essa realidade, em que vemos a crise capitalista se desenvolver e ganhar concretudes desiguais e combinadas no globo. É preciso que nos apropriemos das lutas, ainda que pequenas, que a classe trabalhadora começa a travar no Brasil. Essa é a forma de não partirmos do zero e aprendermos com as lições das vitórias e também das derrotas da classe. Por isso convidamos todas e todos a lerem o livro A precarização tem rosto de mulher e difundi-lo de forma militante, como um instrumento que sirva para fortalecer aqueles que lutam contra este sistema de exploração e opressão.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;*&amp;nbsp;&lt;em&gt;Resenha publicada na Revista Contra Corrente - revista Marxista de Teoria, Política e História Contemporânea, Nº 5.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-1103461755505736554?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/1103461755505736554/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=1103461755505736554' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/1103461755505736554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/1103461755505736554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/03/resenha-do-livro-precarizacao-tem-rosto.html' title='Resenha do livro &quot;A precarização tem rosto de mulher&quot;*'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-84zPYTJqFDQ/TZH1BlhJAxI/AAAAAAAADSk/bKm-rsdNXyQ/s72-c/livro-2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-963128573824739107</id><published>2011-03-20T03:35:00.000-07:00</published><updated>2011-03-21T05:31:07.575-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Internacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nacional'/><title type='text'>Gritamos todas: Liberdade imediata aos presos políticos do ato contra Obama no Rio! Fora Obama! Abaixo a militarização do Rio de Janeiro! Não à intervenção na Líbia!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-RQQtUpswc4s/TYXbTm7A75I/AAAAAAAADSY/wafuGZj1WhQ/s1600/Mulher+-+Megafone.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="175" r6="true" src="https://lh4.googleusercontent.com/-RQQtUpswc4s/TYXbTm7A75I/AAAAAAAADSY/wafuGZj1WhQ/s200/Mulher+-+Megafone.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Ontem, 18 de março de 2011, ocorreu no centro do Rio de Janeiro uma manifestação que chegou a contar com cerca de 400 pessoas para dizer Fora Obama. A manifestação ocorreu em meio a uma militarização do Rio de Janeiro que Dilma Rousseff e Sérgio Cabral promoveram para receber o principal representante do imperialismo mundial, o presidente dos EUA, Barack Obama. Manifestantes foram reprimidos pela polícia em frente ao consulado estado-unidense, e 13 pessoas foram presas, e sem direito à fiança, estão sendo levados para Bangu e Água Santa. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ruas inteiras do centro do Rio estão fechadas, manifestações, cartazes e faixas proibidas e todas pessoas com bolsas e mochilas são submetidas a revistas a ponta de fuzil. As crianças da Cidade Deus são obrigadas a andarem em fila indiana, e também lá esse "estado de sítio" é decretado. Enquanto isso Dilma Rousseff discursa agradecendo e dando boas-vindas à Obama, dizendo que a sua presença é uma “honra” ao povo brasileiro, enquanto existem presos políticos por manifestar-se contra a presença de Obama, contra os acordos bilaterais que favorecem este país imperialista, contra as tropas brasileiras no Haiti, contra a intervenção na Líbia. De qual "povo brasileiro" fala Dilma? Dos Eike Batista? Das centenas de manifestantes que foram reprimidos ontem e dos 13 que estão encarcerados por se manifestarem politicamente certamente não é.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neste mesmo mês que fazem 7 anos da invasão do Haiti por tropas de “paz” da ONU, dos EUA e do Brasil (entre outros), onde nosso país cumpre o papel de direção dessas tropas que reprimem manifestações contra a fome, tropas que violentam homens e mulheres haitianos, manifestantes são presos no Rio de Janeiro por protestarem, são reprimidos, revistados sob a mira de fuzis, e agora o povo do Rio de Janeiro é impedido de circular livremente pela cidade, tanques vão tomar as ruas amanhã, helicópteros e centenas de policiais já rondam o centro da cidade e amanhã serão milhares de policiais para garantir a "segurança" de Obama, contra o povo brasileiro! É do lado de Obama e dos EUA, e não da classe trabalhadora e do povo carioca, que estão o governador Sérgio Cabral e a presidente Dilma. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Exigimos a imediata libertação dos 13 presos políticos:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Gilberto Silva, Rafael Rossi, Pâmela Rossi, Thiago Loureiro, Yuri Proença da Costa, Gualberto Tinoco "Pitéu", Gabriela Proença da Costa, Gabriel de Melo Souza Paulo, José Eduardo Braunschweiger, Andriev Martins Santos, João Paulo, Vagner Vasconcelos e Maria de Lurdes Pereira da Silva. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pelo direito à manifestação seguimos levantando nossas vozes: &lt;strong&gt;Fora Obama! Abaixo a intervenção na Líbia! Imediata retirada das tropas brasileiras de Lula e Dilma, das tropas estado-unidenses e da ONU do Haiti! Abaixo a intervenção imperialista no norte da África e no Oriente Médio! Viva a primavera árabe! Sigamos o exemplo das egípcias, tunisianas e líbias! Sejamos milhares nas ruas pra arrancar nossos direitos!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pela unificação dos atos de amanhã, 20/03, domingo às 10h no Rio! Vamos gritar novamente "Fora Obama" e exigir a libertação imediata dos 13 presos políticos!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;19 de março de 2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo de mulheres Pão e Rosas﻿&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-963128573824739107?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/963128573824739107/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=963128573824739107' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/963128573824739107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/963128573824739107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/03/gritamos-todas-liberdade-imediata-aos.html' title='Gritamos todas: Liberdade imediata aos presos políticos do ato contra Obama no Rio! Fora Obama! Abaixo a militarização do Rio de Janeiro! Não à intervenção na Líbia!'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh4.googleusercontent.com/-RQQtUpswc4s/TYXbTm7A75I/AAAAAAAADSY/wafuGZj1WhQ/s72-c/Mulher+-+Megafone.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-9203651202502813368</id><published>2011-03-11T11:37:00.000-08:00</published><updated>2011-03-13T07:03:49.881-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Trabalho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Internacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Direito ao aborto'/><title type='text'>Saiu o novo jornal do Pão e Rosas! Neste Dia Internacional das Mulheres: Não adianta uma mulher no poder, precisamos ser milhares nas ruas para arrancar nossos direitos!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-93NDdNjf4fY/TXp5OKxp47I/AAAAAAAADSU/wJFo8mYgZ-Y/s1600/Jornal_P%2526R_03_2011.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="https://lh4.googleusercontent.com/-93NDdNjf4fY/TXp5OKxp47I/AAAAAAAADSU/wJFo8mYgZ-Y/s640/Jornal_P%2526R_03_2011.jpg" width="425" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Clique &lt;a href="http://www.ler-qi.org/IMG/pdf/JORNAL_PER_8.3.11.pdf"&gt;aqui&lt;/a&gt; para ler o jornal na íntegra.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Sans, sans-serif; font-size: 14px; font-weight: bold;"&gt;Chamamos a todas a se juntar neste 8 de março ao bloco anti-governista e anti-imperialista do grupo de mulheres Pão e Rosas!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Sans, sans-serif; font-size: 14px; font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Sans, sans-serif; font-size: 14px; font-weight: bold;"&gt;Sábado, 12 de março, às 9h&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Sans, sans-serif; font-size: 14px; font-weight: bold;"&gt;na Praça Roosevelt&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Sans, sans-serif; font-size: 14px; font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;(em frente à igreja da Consolação)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Sans, sans-serif; font-size: 14px; font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 16px;"&gt;Por&amp;nbsp;&lt;strong class="spip"&gt;educação sexual&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;nas escolas para decidir,&amp;nbsp;&lt;strong class="spip"&gt;contraceptivos&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;gratuitos para não abortar,&amp;nbsp;&lt;strong class="spip"&gt;direito ao aborto livre, legal, seguro e gratuito&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;para não morrer!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr"&gt;&lt;div dir="ltr"&gt;&lt;div class="spip" style="line-height: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;Basta de mulheres mortas por abortos clandestinos!&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="line-height: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;Abaixo o acordo Brasil-Vaticano!&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="line-height: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;A Igreja não pode decidir sobre nossas vidas e nossos corpos!&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="line-height: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="line-height: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;strong class="spip"&gt;Contra qualquer intervenção imperialista&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;no norte da África, no Oriente Médio e na Líbia! Fora Kadafi! Viva a primavera árabe! Sigamos o exemplo das egípcias, tunisianas e líbias!&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="line-height: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;Fora tropas brasileiras e imperialistas do Haiti!&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="line-height: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;strong class="spip"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="line-height: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;strong class="spip"&gt;Abaixo a precarização do trabalho e de nossas vidas!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="line-height: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;Educação pública e de qualidade em todos os níveis de ensino!&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="line-height: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;Por um SUS 100% estatal controlado por trabalhadoras e usuárias!&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="line-height: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;Passe livres imediato para todos os estudantes, desempregadas e trabalhadoras!&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="line-height: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;Combater a violência às mulheres!&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="line-height: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;Nenhuma confiança na justiça e na polícia! Fora a PM das favelas!&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="line-height: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;Pelo salário mínimo do Dieese!&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="line-height: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;Por igual salário para igual trabalho! Fim da terceirização com incorporação imediata das/os trabalhadoras/es sem necessidade de concurso público!&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="line-height: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="spip"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Convidamos todas a conhecer e confraternizar com o Pão e Rosas após o ato do Dia Internacional das Mulheres em São Paulo. Na&amp;nbsp;Casa Socialista Karl Marx, Pça. Américo Jacomino, 49 - em frente ao metrô Vila Madalena&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Compareça e convide suas amigas, familiares e colegas de trabalho!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;a accesskey="i" href="http://www.ler-qi.org/ecrire/?exec=articles&amp;amp;id_article=2810&amp;amp;bonjour=oui#access-i" name="access-i" style="color: #cda261; text-decoration: none;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="cadre-e-noir" style="border-bottom-color: rgb(102, 102, 102); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(102, 102, 102); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(102, 102, 102); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(102, 102, 102); border-top-style: solid; border-top-width: 1px;"&gt;&lt;div class="cadre-e" style="background-color: #dddddd; border-bottom-color: rgb(255, 255, 255); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(170, 170, 170); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(255, 255, 255); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(170, 170, 170); border-top-style: solid; border-top-width: 1px;"&gt;&lt;div style="position: relative;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="cadre-padding" style="font-family: verdana, arial, helvetica, sans; font-size: 12px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; padding-bottom: 6px; padding-left: 6px; padding-right: 6px; padding-top: 6px; position: relative;"&gt;&lt;div class="verdana1" dir="ltr" style="font-family: Verdana, Arial, Sans, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;div class="spip" style="line-height: 18px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="spip" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 16px;"&gt;&lt;b&gt;Neste Dia Internacional das Mulheres:&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 16px;"&gt;&lt;b&gt;Não adianta uma mulher no poder, precisamos ser milhares nas ruas para arrancar nossos direitos!&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; font-size: 12px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; font-size: 12px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;O Dia internacional das mulheres de 2011 ocorre no Brasil com a comemoração de vários setores da sociedade pela eleição da primeira mulher presidenta do país, o que gera distintos tipos de ilusões neste governo, colocado por algumas dirigentes feministas e sindicais, como um governo que permitirá o avanço dos direitos das mulheres. Neste momento achamos de maior importância discutir com as mulheres as contradições do governo Dilma e porque uma mulher no poder, governando para e com os capitalistas, não significa necessariamente uma conquista ás mulheres. Mais que uma mullher no poder somos as milhões de terceirizadas que vivem com salários e condições miseráveis, de negras massacradas pela miséria e a violência policial nas favelas, obrigando-as a viver entre a fome e o enterro dos seus filhos, maridos e companheiros assassinados, as milhões de jovens com empregos precarizados ou sem empregos, exploradas pela prostituição formal e informal, resignadas e sem perspectivas, abandonadas sem assistência sexual e de saúde, constituindo um exército de reserva para empregos precarizados ou as drogas e a prostituição.&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; font-size: 12px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; font-size: 12px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;Hoje na Europa, norte da África e Oriente Médio o povo e a classe trabalhadora se levanta contra as políticas de austeridade (corte de verbas sociais enquanto se garante os lucros capitalistas) e ataques aos direitos da classe trabalhadora em resposta ao endividamento dos estados nacionais para salvar os empresários e banqueiros da crise econômica. No coração do imperialismo, no estado Wisconsin (EUA), professoras junto com estudantes e funcionários públicos, se enfrentam ao governo contra os ataques e pelo direito de organização sindical. Em Oaxaca (sul do México), professora (e)s são reprimidos pela polícia por saírem as ruas contra a precarização da educação e do trabalho, retomando a grande luta de 2006. E no Norte da África o processo revolucionário no Egito e a insurgência do povo e dos trabalhadores na Líbia, Tunísia, Yemen, Bahrein permitem às revolucionárias e às organizações de mulheres, sindicais e estudantis trazerem com força a idéia de revolução. Mais que uma mulher no poder somos as milhões de mulheres árabes, da Líbia e da África do Norte que hoje mostram como podemos lutar por nossos direitos: derrubando governos e lutando contra a pobreza e o desemprego!&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; font-size: 12px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; font-size: 12px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;É com o espírito de luta e combatividade das mulheres egípcias, líbias, tunísias e de países do mundo árabe que saem às ruas junto com o povo e os trabalhadores para lutarem contra as ditaduras bancadas pelo imperialismo, as condições de misérias, colocando na ordem do dia as demandas das mulheres, que nós do grupo Pão e Rosas chegamos a este 8 de março.&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; font-size: 12px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; font-size: 12px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;O Brasil da subserviência ao imperialismo, precarização da vida, violência às mulheres e mortes por abortos clandestinos que não aparece no 8 de março nem nas palavras de Dilma&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; font-size: 12px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; font-size: 12px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;A idéia de um governo promissor de Dilma se dá sobre o discurso de continuidade do governo Lula, que acabou seu mandato com 80% de popularidade e o reconhecimento na política internacional por saber fazer o jogo do imperialismo e cavar seu espaço entre as grandes potências mundiais. Não à toa que Obama disse que Lula era “o cara” e “O presidente mais popular do mundo”. Lula fez direitinho o exercício de casa e com bastante “orgulho” mantém a tropas brasileiras no Haiti chefiando a MINUSTAH que há mais de um ano do terremoto que resultou em milhares de mortes, não garantiu a construção de moradia e saneamento para a população que ficou imersa num surto de cólera e se manteve a repugnante condição de estupros sistemáticos das mulheres haitianas pelas tropas da ONU e a troca de sexo por alimento, além da contenção das revoltas populares e operárias contra o desemprego e a miséria.&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; font-size: 12px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; font-size: 12px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;Dilma segue na forma o abstencionismo de seu antecessor ao não ter rompido relações com o Estado ditatorial do Egito, Mubarak, governo historicamente apoiado pelos EUA e financiado com um bilhão e meio de dólares pelos ianques! O governo de uma mulher não significa que este estará ao lado da luta do povo e das mulheres do mundo árabe! Ao contrário disso Dilma caminha para continuar contra as mobilizações no mundo árabe quando não denuncia a tentativa de intervenção imperialista na Líbia e conta com seu ministro Patriota fazendo declarações que aceitará intervenções caso a ONU autorize. Todas as mulheres que nos organizamos para lutar por nossos direitos devemos denunciar todo tipo de intervenção imperialista na Líbia assim como nos colocar ao lado da luta pela queda de Kadafi, mais um dos ditadores que historicamente oprimiu e explorou o povo árabe e que nas ultimas décadas também foi um dos amigos dos EUA.&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; font-size: 12px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; font-size: 12px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;O aumento do número de empregos com carteira assinada no governo Lula se deu em condições de regimes de contratos temporários, terceirizados e precários, ocupados majoritariamente pelas mulheres e a juventude. Para as mulheres, Lula só fez demagogia ao falar sobre o aborto como uma questão de saúde pública, mas assinou o acordo Brasil-Vaticano concedendo mais privilégios para a Igreja católica, enquanto milhares de mulheres morrem por abortos clandestinos e são criminalizadas. A lei Maria da Penha trouxe o debate para a sociedade sobre a violência contra as mulheres, mas é regida pelo mesmo Estado que legitima e reproduz a violência contra as mulheres. Nestes quase 5 anos da existência da lei a realidade das mulheres continua sendo de muita brutalidade com uma mulher violentada a casa dois minutos.&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; font-size: 12px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; font-size: 12px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;O baixo salário não alcança para garantir os serviços básicos da vida familiar e com o alto preço dos alimentos e das passagens de ônibus que aumentaram por todo o país, obriga as mulheres trabalhadoras a se redobrarem e garantir as tarefas domésticas. Se hoje o número de mulheres chefes de família é um pouco mais de 30%, as mesmas são as que ganham os salários mais rebaixados e continuam vítimas da dupla jornada de trabalho. Por isso exigimos do estado lavanderias, creches, e restaurantes públicos para que as mulheres possam se libertar das tarefas domésticas!&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; font-size: 12px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; font-size: 12px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;Dilma entra no governo tendo que provar seu potencial, mas não tem a popularidade de Lula e se encontra em um cenário mundial mais instável. Dilma começa a tomar suas medidas e preparar o terreno para quando a crise bater no país muito mais forte, com cortes públicos de 50 bilhões e o mísero aumento de R$ 35 (1,3% de aumento real) no salário mínimo e para os deputados o aumento foi de 62%. A campanha reacionária contra o direito elementar das mulheres que é o aborto e os discursos conservadores em nome da família e da moralidade cristã também são parte da preparação da burguesia para enfrentar a crise, pois reafirmam a opressão às mulheres subjugando-as ao destino da maternidade, refém da dupla jornada de trabalho e da morte decorrente de complicações por abortos clandestinos. Por isso gritamos pelo fim da dupla jornada! Basta de violência e de mulheres mortas por abortos clandestinos!&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; font-size: 12px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; font-size: 12px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;É sobre essas bases que Dilma diz que seu governo vai acabar com a pobreza e que todas as mulheres poderão ser o que desejarem. Enquanto Dilma aumenta as verbas para o programa social Bolsa Família, o investimento para moradia, saúde e educação vão diminuir. O que realmente aumenta no Brasil de Dilma continua sendo a desigualdade social! Não à toa que o último índice de novos bilionários conta com mais 12 brasileiros todos englobados em cerca de apenas cinco famílias, ligadas a grandes bancos com Itaú, Bradesco e Amil (plano de saúde privado)!&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; font-size: 12px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; font-size: 12px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;strong class="spip"&gt;Não somos uma mulher no poder! Somos milhares nas ruas para arrancar nossos direitos!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; font-size: 12px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;strong class="spip"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; font-size: 12px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;Enquanto as direções do movimento de mulheres ligado ao governo, como da Marcha Mundial de Mulheres (MMM), exaltam a chegada da primeira mulher no poder, dizendo que apenas o fato de ter uma mulher na presidência já é um grande passo para a luta dos direitos das mulheres e pela igualdade social, escondem que Dilma foi eleita através de uma campanha reacionária e se rifam de colocarem com tudo na ordem do dia o direito ao aborto para arrancarmos de uma vez, este direito elementar, do estado e do governo que falam em nome da vida, mas que limpam por debaixo do tapete os rios de sangue de milhares de mulheres mortas.&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; font-size: 12px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; font-size: 12px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;Essa política continua a moldar uma bancada parlamentar também religiosa e conservadora e até então nenhuma de suas ministras, que ocupam cargos de poder, saiu em defesa aberta dos direitos das mulheres e dos homossexuais. Nos últimos dias os setores religiosos saíram mais uma vez em propagar a campanha contra os homossexuais quando se disseram contrários a que casais homossexuais possam declarar juntos o importo de renda, como qualquer outro casal. O governo Dilma e suas ministras mulheres continuarão a fazer duplos discursos permitindo que os setores mais conservadores continuem pisando em nossos direitos? A cota de 30% para mulheres nos cargos ministeriais não significará o avanços para a vida das mulheres, pois o governo de Dilma segue sendo baseado na exploração da classe trabalhadora e na conciliação com a burguesia brasileira e a Igreja! Será que as feministas que apóiam Dilma continuarão caladas sobre essas questões?&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; font-size: 12px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; font-size: 12px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;Enquanto isso, ouvimos discursos dos governos que as catástrofes ocasionadas pelas enchentes, como na região Serrana do RJ, é culpa das ocupações irregulares nas áreas de risco, milhares de famílias tiveram seus parentes mortos e ficaram desabrigadas. Sem contar no aumento do investimento do governo Dilma para os grandes empresários do turismo, para sediar a Copa de 2014 e às Olimpíadas de 2016, que contará com uma grande rede de exploração do turismo sexual de mulheres e crianças e com a já atual política de desocupação de comunidades e favelas como já vem ocorrendo em cidades como o rio de Janeiro e Belo Horizonte.&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; font-size: 12px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; font-size: 12px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;strong class="spip"&gt;Sejamos a linha de frente no enfrentamento com os governos, o imperialismo e os empresários!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; font-size: 12px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;strong class="spip"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; font-size: 12px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;Ao contrário do que dizem, de que a vitória de Dilma é uma conquista para as mulheres no país ou que a chegada ao poder de uma ou meia dúzia de mulheres que mudará nossas vidas, a conquista de nossos direitos será obra das próprias mulheres, como vem dando exemplo às mulheres tunísias, egípcias e líbias e as dos países do mundo árabe. Neste 8 de março nos inspiramos nessas mulheres e também nas operárias russas que se colocaram as ruas para lutar contra miséria e por melhores condições de trabalho dando o ponta-pé inicial da Revolução Russa de 1917, no dia que ficou conhecido como o dia internacional das mulheres. Prova histórica de que as mulheres se colocam na linha na luta de classes. É nesta perspectiva que chegamos a este dia conformando um bloco antigovernista e anti-imperialista no ato unificado, e queremos discutir com cada mulher.&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; font-size: 12px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="spip" style="font-family: Georgia, Garamond, 'Times New Roman', serif; font-size: 12px; line-height: 16px; text-align: justify;"&gt;Diferentemente da política que defendem a Marcha Mundial de Mulheres e a CUT, atreladas ao governo Dilma, que fazem aprofundar as ilusões de que ela avançará nas demandas das mulheres e de que as reivindicações por nossos direitos se fazem pela via institucional, impedindo que as mulheres trabalhadoras e jovens se enxerguem enquanto sujeitos políticos e se organizem independente do governo e do Estado. Acreditamos que, ao contrário disso, é preciso que as organizações de mulheres não fiquem mais a reboque da política do governo, este que se mantêm atrelado ao imperialismo. É hora colocar de pé uma ampla campanha pela legalização e descriminalização do aborto e não mais aceitar a caminhada de mãos dadas do governo com os setores conservadores. Devemos unir nossas forçar para mostrar que estamos ao lado do povo e dos trabalhadores da Líbia pela queda de Kadafi e que somos contrárias a qualquer intervenção imperialista na região. Para tomar posição as organizações de mulheres não podem mais esperar o aval de Dilma. Temos que nos inspirar nas revoltas do mundo árabe e massificar uma luta pelos direitos das mulheres e dos homossexuais no marco de uma luta contra a opressão e a exploração. Chamamos a CSP-Conlutas, Intersindical, a direção majoritária do Movimento Mulheres em Luta e da ANEL (PSTU), e também as companheiras do PSOL a unificarem forças nessa campanha fazendo um chamado que permita aos setores antigovernistas terem uma política ofensiva por nossos direitos e assim influir nas organizações de mulheres e sindicais que apoiaram Dilma para que rompam com seu governo e que juntas façamos uma ampla campanha pela legalização e descriminalização do aborto!&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-9203651202502813368?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/9203651202502813368/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=9203651202502813368' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/9203651202502813368'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/9203651202502813368'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/03/saiu-o-novo-jornal-do-pao-e-rosas-neste.html' title='Saiu o novo jornal do Pão e Rosas! Neste Dia Internacional das Mulheres: Não adianta uma mulher no poder, precisamos ser milhares nas ruas para arrancar nossos direitos!'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh4.googleusercontent.com/-93NDdNjf4fY/TXp5OKxp47I/AAAAAAAADSU/wJFo8mYgZ-Y/s72-c/Jornal_P%2526R_03_2011.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-7036776059533452763</id><published>2011-03-07T19:12:00.000-08:00</published><updated>2011-03-11T14:02:04.476-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Direito ao aborto'/><title type='text'>Por um 8 de março anti-imperialista e anti-governista: venha marchar junto ao Pão e Rosas!</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Por educação sexual nas escolas para decidir,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Contraceptivos gratuitos para não engravidar,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Aborto legal, seguro e gratuito para não morrer!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://0.gvt0.com/vi/38_zVkckTeg/0.jpg" height="366" width="420"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/38_zVkckTeg&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="420" height="366" src="http://www.youtube.com/v/38_zVkckTeg&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;﻿&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-7036776059533452763?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/7036776059533452763/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=7036776059533452763' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/7036776059533452763'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/7036776059533452763'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/03/nesse-8-de-marco-venha-marchar-junto-ao.html' title='Por um 8 de março anti-imperialista e anti-governista: venha marchar junto ao Pão e Rosas!'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-2894277949304327544</id><published>2011-03-04T08:51:00.000-08:00</published><updated>2011-03-10T08:46:11.073-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Trabalho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Movimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Internacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Direito ao aborto'/><title type='text'>Por um 8 de março anti-imperialista e anti-governista: neste Dia Internacional de Lutas das Mulheres, junte-se ao bloco do grupo de mulheres Pão e Rosas!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-Ax9ovNakyGk/TXj_3uhRP9I/AAAAAAAADSE/wEye1fOXsck/s1600/Egito_mujer.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://lh4.googleusercontent.com/-Ax9ovNakyGk/TXj_3uhRP9I/AAAAAAAADSE/wEye1fOXsck/s320/Egito_mujer.jpg" width="254" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;*Por &lt;strong&gt;educação sexual&lt;/strong&gt; nas escolas para decidir, &lt;strong&gt;contraceptivos&lt;/strong&gt; gratuitos para não abortar, pelo &lt;b&gt;direito ao&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;strong&gt;aborto livre, legal, seguro e gratuito&lt;/strong&gt; para não morrer! &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Basta de mulheres mortas por abortos clandestinos!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Abaixo a campanha assassina antilegalização do aborto da Igreja, que tem o aval de Dilma!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;*&lt;strong&gt;Abaixo a intervenção imperialista&lt;/strong&gt; no norte da África, no Oriente Médio e no Haiti!&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Viva a primavera árabe! Sigamos o exemplo das egípcias, tunisianas e líbias! &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Fora tropas brasileiras do Haiti! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;*&lt;strong&gt;Abaixo a precarização do trabalho e de nossas vidas&lt;/strong&gt;! &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Moradia, educação, saúde dignas! &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;Pelo salário mínimo do Dieese!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Fora a PM das favelas!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Sábado 12 de março às 9h﻿&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Concentração na &lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;Pça. Roosevelt, em frente à Igreja da Consolação&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Após o ato:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Confraternização com bandas para continuarmos as discussões!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Local: Casa Socialista Karl Marx, Pça. Américo Jacomino, 49 - em frente ao metrô Vila Madalena&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-2894277949304327544?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/2894277949304327544/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=2894277949304327544' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/2894277949304327544'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/2894277949304327544'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/03/ato-em-sp-no-dia-internacional-de-lutas.html' title='Por um 8 de março anti-imperialista e anti-governista: neste Dia Internacional de Lutas das Mulheres, junte-se ao bloco do grupo de mulheres Pão e Rosas!'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh4.googleusercontent.com/-Ax9ovNakyGk/TXj_3uhRP9I/AAAAAAAADSE/wEye1fOXsck/s72-c/Egito_mujer.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-6207038534273183931</id><published>2011-03-04T08:35:00.000-08:00</published><updated>2011-03-10T08:57:01.081-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Movimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nacional'/><title type='text'>Por um 8 de março anti-imperialista e anti-governista:</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Carta às companheiras da CSP-Conlutas, da Anel e à direção majoritária do Movimento Mulheres em Luta&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-IdCw0esnHH8/TXkCxOJ94iI/AAAAAAAADSQ/SCXVEQIyAYM/s1600/mujer_y_puno.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="196" src="https://lh3.googleusercontent.com/-IdCw0esnHH8/TXkCxOJ94iI/AAAAAAAADSQ/SCXVEQIyAYM/s320/mujer_y_puno.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;Hoje, todas nós nos inspiramos no fervor das mulheres egípcias, tunisianas, líbias, que saem às ruas, junto à juventude pobre e aos trabalhadores, para dar um basta aos desmandos das ditaduras desses países e para lutar contra o desemprego, por melhores condições de trabalho e melhores condições de vida. O processo revolucionário no Egito e agora a insurgência dos trabalhadores e do povo da Líbia permitem às revolucionárias e às organizações de mulheres, sindicais e estudantis trazer com força a ideia de revolução. É com esta perspectiva que vemos a importância de abrir uma discussão com as companheiras sobre como podemos unificar as lutas dos setores antigovernistas e anti-imperialistas neste 8 de março. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesse ano, o fato da Presidência estar nas mãos de uma mulher instiga ilusões em diversos setores de mulheres a partir da ideia de que se abrem as portas para conquistas de igualdade entre homens e mulheres por dentro da sociedade capitalista, esta que se sustenta, além da exploração, na opressão de mulheres, negros, homossexuais, etc. Sabemos que isso não é possível. Porém, as direções do movimento de mulheres atreladas ao governo Dilma, como a Marcha Mundial de Mulheres, cumprem o papel de aprofundar essas ilusões, impedindo a organização independente das mulheres trabalhadoras e jovens e fazendo-as esperarem por respostas de Dilma às suas demandas. E é exatamente essa estratégia que estão implementando no 8 de março desse ano, ao se negarem a levantar com força a bandeira do nosso direito ao aborto, direito esse atacado diretamente pela presidenta que querem preservar, e ao não denunciar em nenhum momento a política do governo de explorar ainda mais as mulheres, com por exemplo os cortes públicos de R$ 50 bilhões já anunciados por Dilma, que atingirão mais profundamente as mulheres. Algumas delas inclusive vão diretamente exaltar e comemorar o fato de uma mulher ter chegado à presidência, como no bloco de carnaval que estão organizando, no qual desfilarão com faixas de presidenta. Porém, sabemos que esta política também é compartilhada e implementada pelas companheiras do PSOL, que tem uma política mais complacente com Dilma no seio das que nos reivindicamos antigovernistas. Vemos essa como uma estratégia que vai no sentido oposto ao exemplo das mulheres, do povo e dos trabalhadores árabes que começam a mostrar que a luta mais profunda por direitos, e dentre estes os das mulheres, se dá conjuntamente com o combate aos governos que nos oprimem. Ao contrário do que diz Dilma e os grupos de mulheres governistas, o momento histórico das mulheres será obra das próprias mulheres em uma luta independente dos Estados burgueses. Isso não se dará pela via da ascensão de uma ou meia dúzia de mulheres a cargos de poder nesse sistema capitalista. Isso será parte da luta de classes, como estão mostrando as mulheres árabes, no Egito, Tunísia e Líbia, fazendo reviver uma nova primavera dos povos!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesse ato unificado do 8 de março, a depender da Marcha Mundial de Mulheres, o que não aparecerá é que esse governo é sustentado também às custas de empregos precarizados, majoritariamente preenchidos por mulheres negras; que é este governo que se elegeu tendo que criminalizar as mulheres por fazerem aborto; que é o governo que mantém o seu exército liderando a invasão militar no Haiti, política forjada pelo imperialismo estadunidense, que estupra as mulheres, massacra o povo negro, e assassina todas e todos aqueles que se levantam contra a miséria que vivem, principalmente depois do terremoto de janeiro de 2010; que é o mesmo que não rompeu relações com o governo de Mubarak, contrapondo-se, assim, às justas demandas das mulheres, do povo e dos trabalhadores egípcios. Assim, defendemos que os setores antigovernistas devem ter uma política independente, com um bloco totalmente delimitado no ato e travando uma luta política para disputar o espaço com as direções governistas. Acreditamos que as mulheres da CSP-Conlutas e da Anel nesse momento devem desmascarar profundamente esse governo, apontando outro caminho para as jovens e trabalhadoras: o da organização independente aliada à classe trabalhadora para lutarmos pelo direito e pela legalização do aborto, contra a precarização do trabalho, pela retirada das tropas brasileiras e imperialistas do Haiti, e levantando a mais ampla solidariedade ao povo árabe pela queda de Kadafi e contra qualquer tipo de intervenção imperialista na região. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No último período, uma campanha gigantesca, liderada pela Igreja Católica, Evangélica, deputados e senadores – para a qual Dilma deu seu aval na sua campanha presidencial – foi impulsionada contra um direito elementar nosso: o direito ao aborto. Com esse tipo de campanha, os espaços que se abrem são para esses setores conservadores e assassinos só avançarem ainda mais sobre nós, dando mais “legitimidade” perante a população para a criminalização das mulheres que fazem abortos, assim como para a morte de muitas destas, em sua maioria mulheres pobres, negras e trabalhadoras (além de preservar os lucros homéricos das clínicas que fazem abortos clandestinos, com os quais se beneficiam, por baixo dos panos, esses mesmos setores antilegalização). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-B-4MgjbfAJE/TXkBVgUIevI/AAAAAAAADSM/fWNiMwqiAOM/s1600/Stencil+Bolivia.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="160" src="https://lh4.googleusercontent.com/-B-4MgjbfAJE/TXkBVgUIevI/AAAAAAAADSM/fWNiMwqiAOM/s200/Stencil+Bolivia.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;Nós, mulheres, temos o papel de reverter esse quadro, denunciando a hipocrisia do Estado brasileiro e seu governo atual que falam “em nome da vida”, mas que pisa no sangue de milhares de mulheres que são criminalizadas ou morrem por abortos clandestinos, que não disponibiliza condições dignas de vida às mulheres que decidem ter seus filhos e a seus filhos, com creches, escolas, moradia, alimentação, e que assassina todos os dias a juventude nas periferias, principalmente os jovens e negros – ou seja, as que mais sofrem com a falta desse direito são as trabalhadoras, justamente aquelas que, por conta do veneno ideológico que lhes é injetado, são contra o aborto; e por isso mesmo é que nós temos que mostrar a elas a crueldade do Estado e da Igreja, que além de não garantirem nem o direito ao aborto e nem o direito pleno à maternidade, ainda incutem em nossas mentes a culpa (pecado) por fazê-lo. Nós temos o direito de decidir sobre nossos corpos e nossas vidas, e não ficarmos submetidas à predestinação da maternidade simplesmente porque o Estado e a Igreja querem. Exigimos que a educação seja laica e que inclua a educação sexual nas escolas para decidir, anticoncepcionais gratuitos para não engravidar, e o aborto livre, legal, seguro e gratuito para não morrer, assim como o fim do acordo Brasil-Vaticano. E lançar com toda a força essa campanha hoje, iniciando-a no 8 de março e depois dando continuidade a essa luta, além de ser dela que dependem milhares de vidas de mulheres, é a forma mais concreta para desmascarar esse que é o primeiro governo de uma mulher no Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sabemos que essa é uma bandeira fundamental para todo o movimento de mulheres, e por isso propusemos nas reuniões unificadas de organização do 8 de março que fizéssemos desta um dos eixos centrais para a unidade da luta por nossos direitos. A unidade de todos os setores feministas seria um primeiro passo para uma ampla campanha massiva pelo direito ao aborto. Porém, mais uma vez as organizações como a MMM preferiram abrir mão da luta pelo direito ao aborto para manter seus acordos com o governo, a partir da estratégia de um embate puramente parlamentar, e nesse sentido contrapondo-se a uma luta com independência de classe frente ao governo Dilma. Nesse marco, essa unidade não serve para arrancarmos nossos direitos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No atual cenário de crise econômica, que hoje se abate principalmente sob os países da Europa e do norte da África, se coloca como necessidade para os governos, dentre eles o brasileiro, como forma de prevenção, a redução de custos e ataques aos direitos da classe trabalhadora. A aprovação do salário mínimo no valor miserável de R$ 545 vai nesse sentido, assim como o resgate bilionário de Lula aos banqueiros e grandes empresas em 2009, em detrimento de melhorias reais das condições de saúde, educação e moradia, dando de ombros para a tragédia das enchentes que vemos todos os anos acontecerem; assim como militariza as favelas, com as UPPs, e assassina a juventude pobre e negra para impor uma “paz social” capaz de receber endinheirados turistas para assistirem à Copa de 2014 e às Olimpíadas de 2016, o que traz rios de dinheiro a empresários brasileiros e ao próprio governo, e violência e desocupação de moradias aos pobres e trabalhadores; e assim também Dilma já anunciou um corte de gastos públicos de R$ 50 bilhões. E as mulheres sofrem duplamente com essa situação. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Também consideramos, por esses motivos, bastante importante levantar essas questões como uma das lutas que as mulheres trabalhadoras terão de travar, mas, ao invés de colocar isoladamente a questão do salário mínimo, mostrar como salário mínimo aprovado faz parte de um plano de precarização de todos os âmbitos da vida de trabalhadoras e trabalhadores, da juventude e dos negros. E com isso levantar como reposta a luta pelo salário mínimo do Dieese, que é o que corresponde de fato às necessidades das famílias, boa parte delas sustentadas pelas mulheres. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No entanto, se faz necessário, em primeiro lugar, desmascarar Dilma para que as trabalhadoras não tenham nenhuma ilusão nas promessas do governo de uma mulher, e saiam a lutar com independência de classe. Dizer que sua política não será a de honrar as mulheres e nem de erradicar a miséria, como ela alardeia, e que sua prática já desmente. Dizer que esse é o governo das mortes e criminalização de mulheres por abortos clandestinos, e da precarização da vida das mulheres que não fazem parte da classe dominante e que não estão em cargos de poder. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-gcgxBzV0izs/TXkAp7CpIEI/AAAAAAAADSI/X0PDNN5mlTU/s1600/Dia_Internaciona_Mujer.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="126" src="https://lh6.googleusercontent.com/-gcgxBzV0izs/TXkAp7CpIEI/AAAAAAAADSI/X0PDNN5mlTU/s200/Dia_Internaciona_Mujer.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;Frente aos levantes no mundo árabe, o processo revolucionário aberto no Egito e a rebelião popular na Líbia, os imperialistas norte-americanos e da União Europeia tentam se relocalizar. Após estabelecerem bons negócios com o regime líbio durante anos, agora os imperialistas querem criar condições para intervir direta ou indiretamente em defesa de seus interesses econômicos, e por isso tentam se descolar das figuras dos ditadores questionados. Aos que ocupam o Haiti, o Iraque e o Afeganistão cometendo todo tipo de massacres contra povos oprimidos, e que sustentam o Estado de Israel contra o povo palestino, não lhes interessam as reivindicações do povo árabe. Os imperialistas buscam se reacomodar depois da queda de Mubarak e com as fraturas do regime líbio. Temos que ser nós, as mulheres anti-imperialistas, as que nos colocamos ao lado das mulheres, do povo e dos trabalhadores da norte da África e do Oriente Médio que estão protagonizando levantamentos nestes países, e que não devem se deixar seduzir pela fraseologia imperialista, que busca substituir um despotismo por outro, como acontece hoje no Egito com o governo ditatorial da Junta Militar. Da mesma forma, devemos combater qualquer tipo de demagogia do governo Dilma que não rompeu relações com Mubarak, mostrando seu atrelamento com o imperialismo norte-americano, contrário às demandas do povo e dos trabalhadores que derrubaram o ditador, e que agora condena as violações cometidas por Kadafi sem denunciar a intervenção imperialista que se prepara para tentar subjugar ainda mais um povo. Apenas o exercício do poder por parte dos trabalhadores e camponeses pode garantir pão e liberdade aos que se levantam contra Kadafi! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por esses motivos, fazemos um chamado para construirmos juntas um bloco antigovernista e anti-imperialista que combata veementemente a estratégia de conciliação de classes das direções governistas e que faça uma denúncia contundente do governo Dilma, e que junto à sublevação das mulheres e dos povos árabes possamos mostrar que a luta das mulheres por seus direitos, aliadas à classe trabalhadora, é parte fundamental da luta de classes. Que por esta via nos colocamos pelo direito ao aborto e sua legalização, por educação sexual nas escolas e preservativos, e pelo fim do acordo Brasil-Vaticano. Que permita colocar nossa solidariedade à luta do povo árabe contra os regimes ditatoriais, assim como contra qualquer tipo de intervenção imperialista, denunciando o governo Dilma que não rompeu relação com Mubarak no Egito e que agora continua calada frente a mais uma tentativa de subordinação de povos oprimidos pelo imperialismo norte-americano e europeu. &lt;strong&gt;Fazemos esse chamado para que exista uma clara posição antigovernista e anti-imperialista no ato unificado para disputar a consciência das mulheres trabalhadoras e jovens que estarão no ato porque querem arrancar nossos direitos, e com nossas forças discutirmos também com as companheiras do PSOL para que rompam seus acordos com as governistas e que marchem junto a nós. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;Saudações, &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Grupo de Mulheres Pão e Rosas&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-6207038534273183931?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/6207038534273183931/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=6207038534273183931' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/6207038534273183931'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/6207038534273183931'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/03/por-um-8-de-marco-antigovernista.html' title='Por um 8 de março anti-imperialista e anti-governista:'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh3.googleusercontent.com/-IdCw0esnHH8/TXkCxOJ94iI/AAAAAAAADSQ/SCXVEQIyAYM/s72-c/mujer_y_puno.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-8483328109612039000</id><published>2011-03-02T17:40:00.000-08:00</published><updated>2011-03-02T17:40:55.347-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Internacional'/><title type='text'>EGITO: MULHERES NA REVOLUÇÃO</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Relato da ativista política Gigi Ibrahim&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;﻿&lt;/div&gt;&lt;em&gt;Reproduzimos&amp;nbsp;parte do artigo “ Women of the revolution” de Fatma Naib.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;tradução de Paula Litcha&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://english.aljazeera.net/mritems/Images/2011/2/17/201121716354350427_3.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="208" l6="true" src="http://english.aljazeera.net/mritems/Images/2011/2/17/201121716354350427_3.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A ativista política Gigi Ibrahim desempenhou um papel fundamental em espalhar as notícias sobre os protestos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Eu comecei [meu ativismo político] apenas por falar com as pessoas [que eram] envolvidas [no movimento dos trabalhadores]. Então eu me tornei mais ativa e a coisa toda se tornou viciante. Fui a reuniões e participei dos protestos. Aprendi muito rapidamente que a maioria das greves do movimento operário foram iniciadas por mulheres.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em minha experiência, as mulheres desempenham um papel crucial em todos os protestos e greves. Sempre em que a violência surgir, as mulheres iriam à frente e lutariam contra a polícia, elas seriam espancados tanto quanto os homens. Eu já vi isso durante os protestos de Khaled Said em junho de 2010, quando muitas mulheres foram espancadas e presas. Muçulmanas, cristãs - todos os tipos de mulheres protestaram.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Minha família sempre teve problemas em me ver participando de protestos. Eles me preveniram de ir em relação a minha segurança, porque eu sou uma menina. Eles estavam preocupados com os riscos. Eu tinha que mentir para poder ir aos protestos. Quando a polícia violentamente esvaziou a praça em 25 de janeiro, eu levei um tiro de bala de borracha nas costas ao tentar fugir da polícia enquanto eles nos atacavam com gás lacrimogêneo. Voltei para a praça, assim como muitos outros, no dia seguinte e fiquei lá todo o tempo pelos próximos 18 dias. Como o processo tomou uma escala maior, meu pai ficou cada vez mais preocupado. Em 28 de janeiro , minha irmã queria me trancar em casa. Eles tentaram me impedir de sair, mas eu estava determinado e fui embora. Mudei-me para a casa da minha tia, que é mais próxima da Praça Tahrir, e gostava de aparecer por lá de vez em quando para lavar-me e descansar antes de voltar para a praça. No começo minha família estava muito preocupada, mas como as coisas começaram a aumentar de dimensão, eles começaram a entender e se tornar mais solidários. Minha família não é&amp;nbsp;de forma alguma&amp;nbsp;politicamente ativa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As condições do dia-a-dia não foram fáceis. A maioria de nós usava o banheiro no interior da mesquita próxima. Outros iam para apartamentos nas proximidades, onde as pessoas gentilmente abriram suas casas para outras usarem. &lt;span style="border-bottom: windowtext 1pt; border-left: windowtext 1pt; border-right: windowtext 1pt; border-top: windowtext 1pt; color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-border-alt: none windowtext 0cm; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; padding-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Eu estava na Praça Tahrir em 02 de fevereiro,&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;quando os bandos pró-Mubarak nos atacaram&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;com coquetéis molotov e pedras.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Essa foi a noite mais terrível.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Fiquei presa no meio da praça.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Os arredores da praça eram como uma zona de guerra.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;Quanto mais as coisas esquentavam, mais &lt;/span&gt;determinados em não parar nós nos tornávamos.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Muitas pessoas ficaram feridas e muitos morreram, e isso nos levou a continuar e não desistir. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Eu pensei que se os bandos armados pró-Mubarak entrassem na praça, aquele seria o nosso fim. Estávamos desarmados, não tínhamos nada. Naquela noite eu senti medo, mas ele se transformou em determinação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As mulheres desempenharam um papel importante naquela noite. Porque nós estávamos em vantagem numérica, tivemos que defender todas as saídas da praça. Para chegar às saídas entre cada extremidade da praça, pode-se levar até 10 minutos. Assim, as mulheres andavam e alertavam os outros sobre onde havia perigo, certificando-se que as pessoas que estavam lutando trocassem de posições com outras para que elas pudessem descansar antes de entrar na batalha novamente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As mulheres também foram cuidar dos feridos em clínicas improvisadas na praça. Algumas mulheres estavam na linha de frente atirando pedras com os homens. Eu estava na linha de frente documentando a batalha com a minha câmera. Eu nunca tinha visto ou experimentado algo parecido antes. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Durante os 18 dias, nem eu nem nenhuma das minhas amigas fomos assediadas. Eu dormi em Tahrir com cinco homens ao meu redor que eu não conhecia e eu estava segura. Mas isso mudou no dia em que Mubarak caiu. Os tipos de pessoas que apareceram em seguida, não estavam interessados na revolução. Eles estavam lá para tirar fotos. Eles vieram para o clima de carnaval e então foi quando as coisas começaram a mudar. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando o anúncio foi feito, todos nós explodimos em alegria. Eu estava gritando e chorando. Abracei a todos ao meu redor. Eu mudei de um estado de felicidade e choro para um completo choque. Demorou um pouco para acalmar meus ânimos e entender o acontecido. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="border-bottom: windowtext 1pt; border-left: windowtext 1pt; border-right: windowtext 1pt; border-top: windowtext 1pt; color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-border-alt: none windowtext 0cm; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; padding-top: 0cm;"&gt;&lt;strong&gt;A revolução não está terminada&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="border-bottom: windowtext 1pt; border-left: windowtext 1pt; border-right: windowtext 1pt; border-top: windowtext 1pt; color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-border-alt: none windowtext 0cm; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; padding-top: 0cm;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="border-bottom: windowtext 1pt; border-left: windowtext 1pt; border-right: windowtext 1pt; border-top: windowtext 1pt; color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-border-alt: none windowtext 0cm; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; padding-top: 0cm;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="border-bottom: windowtext 1pt; border-left: windowtext 1pt; border-right: windowtext 1pt; border-top: windowtext 1pt; color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-border-alt: none windowtext 0cm; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; padding-top: 0cm;"&gt;Todas as nossas demandas ainda não foram alcançadas.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;Temos de continuar.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Aqui é onde o verdadeiro trabalho duro começa, mas vai tomar uma forma diferente de organizar ocupações na praça.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Reconstruir o Egito vai ser difícil e todos nós temos que participar deste processo.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Há greves organizadas exigindo os direitos dos trabalhadores por melhores salários e condições de trabalho, e essas são as batalhas para serem vencidas agora."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;em&gt;Texto completo em&lt;/em&gt;&amp;nbsp;http://english.aljazeera.net/indepth/features/2011/02/2011217134411934738.html &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-8483328109612039000?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/8483328109612039000/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=8483328109612039000' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/8483328109612039000'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/8483328109612039000'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/03/egito-mulheres-na-revolucao.html' title='EGITO: MULHERES NA REVOLUÇÃO'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-6493405065264475590</id><published>2011-01-20T07:21:00.000-08:00</published><updated>2011-01-20T07:43:30.883-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Movimento'/><title type='text'>Ato contra o aumento da passagem de ônibus em SP: Hoje às 17h, concentração na Praça do Ciclista (Av. Paulista esquina com a Consolação)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_6LLn7z8uDUI/TThSYcxx0EI/AAAAAAAADRM/ffC3SVRU3y8/s1600/Panfleto_baixa_para_blog.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="282" s5="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_6LLn7z8uDUI/TThSYcxx0EI/AAAAAAAADRM/ffC3SVRU3y8/s400/Panfleto_baixa_para_blog.png" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Contra o aumento da passagem! Serviços públicos para todos! &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Ns ruas por melhores condições de vida!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;Todo início de ano é marcado pelas fortes chuvas e, também, pelas enchentes que atingem as principais capitais brasileiras. A intensa chuva que caiu em São Paulo, na semana passada, foi noticiada pelo Jornal Nacional como uma das mais fortes em décadas e a previsão do tempo dizia que a frente fria responsável se dirigia ao Rio de Janeiro. No dia seguinte, a população serrana do Rio foi massacrada, não pela chuva que foi prevista e é esperada todos os anos, mas sim pela falta de moradia digna, pelo descaso dos governos, pela sede de lucro dos empresários. Enquanto imóveis ficam vazios nos centros das cidades, para movimentar a especulação imobiliária, a população que ganha baixos salários é obrigada a viver afastada dos locais de trabalho e, muitas vezes, em áreas de risco. Em meio a tanta desigualdade, Kassab aumenta em cerca de 11% o preço do transporte ‘público’ e o salário mínimo apenas em 5,08% (R$538,00). Somente a locomoção de casa para o trabalho (com apenas uma condução) representa 33% do salário. O aumento da passagem limita ainda mais a juventude trabalhadora do acesso à cultura, lazer, cinema, teatro, que hoje já é restrito à uma pequena parcela da população.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O salário deve garantir – para que os trabalhadores sigam trabalhando todos os dias – moradia, alimentação, educação, saúde e transporte. É preciso, também, casa limpa, roupa lavada, comida feita, cuidar das crianças. Essas atividades são realizadas gratuitamente pelas mulheres dentro de casa, após o trabalho nas empresas, indústrias, lojas etc., é o que chamamos de dupla jornada. O aumento do transporte, assim como do conjunto dos serviços públicos, significa mais precarização na vida das pessoas, que com um salário de miséria são impedidas de recorrer ao conjunto dos serviços necessários para a manutenção de suas vidas. Dentro de casa, no âmbito "privado" isso significa piores condições para sobreviver, certamente tendo que tirar de algum outro gasto o dinheiro suficiente para garantir o transporte, que agora custa R$ 3,00. Inevitavelmente, estas condições precárias recaem de forma duplamente mais cruel sobre as mulheres, que são as que garantem as tarefas domésticas que se tornarão mais difíceis com um salário menor e mais gastos com transporte e outros serviços. Aceitas como tarefas das mulheres, não se questiona que os patrões não as ofereçam gratuitamente através de creches, restaurantes e lavanderias comunitárias. E se não precisam pagar por este trabalho socialmente necessário, aumentam seus lucros. Além disso, a dupla jornada impede que as mulheres participem da vida política e social de seus locais de trabalho, dificultando que se organizem para lutar pelos seus direitos. Os trabalhos precários são outra forma de tornar cotidiano a falta de direitos, contribuindo para rebaixar as condições de vida, pois permitem aos patrões não pagar os direitos dos trabalhadores, além de serem empregos de grande rotatividade o que enfraquece as lutas com a divisão entre efetivos, terceirizados e temporários. Somos todos/as trabalhadores/as.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O trabalho precário é realizado principalmente pelas mulheres e a juventude, por isso dizemos A terceirização tem rosto de mulher. A terceirização é um dos pilares de crescimento do país, uma estratégia levada a todas as empresas e Universidades que avança a passos largos sobre o funcionalismo público para acabar com seus direitos (que deveriam ser garantidos a todos, pois não são privilégios). Direitos que servem de referência para a classe trabalhadora de que é possível mais do que as terceirizações oferecem. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É preciso exigir nossos direito não a partir dos limites impostos pelos patrões e governo, mas das necessidades cotidianas e dos anseios da juventude por acesso à cultura, esporte etc. Licença maternidade, creche, férias remuneradas, todos esses direitos diminuem o lucro dos capitalistas e só foram conquistados por meio de lutas de trabalhadores(as) organizados(as) para barrar a exploração desumana da burguesia. Por isso, hoje dizemos Ônibus lotado, falta de moradia, aumento da passagem é lucro da burguesia! Se tudo aumenta, então aumenta o salário! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Passe livre imediato para todos os estudantes e desempregados! &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Passe Livre a tod@s trabalhador@s e a População! &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Estatização das Empresas Privadas de todo o sistema de transporte público. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;sob controle de trabalhadores e usuários!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Pelo direito à cultura, ao lazer e ao esporte para todos os trabalhadores e à juventude! &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Contra a precarização dos postos de trabalho, para barrar o aumento das passagens é preciso organização e luta! &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Venha conhecer e se organizar com o grupo de mulheres Pão e Rosas.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3860028098796638974-6493405065264475590?l=nucleopaoerosas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/feeds/6493405065264475590/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3860028098796638974&amp;postID=6493405065264475590' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/6493405065264475590'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860028098796638974/posts/default/6493405065264475590'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2011/01/ato-contra-o-aumento-da-passagem-de.html' title='Ato contra o aumento da passagem de ônibus em SP: Hoje às 17h, concentração na Praça do Ciclista (Av. Paulista esquina com a Consolação)'/><author><name>Quem somos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06904105364100861769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_6LLn7z8uDUI/TThSYcxx0EI/AAAAAAAADRM/ffC3SVRU3y8/s72-c/Panfleto_baixa_para_blog.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860028098796638974.post-5867463081358256928</id><published>2011-01-19T02:23:00.000-08:00</published><updated>2011-01-21T16:22:52.068-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Internacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Violência'/><title type='text'>PRONUNCIAMENTO DIANTE DO ASSASSINATO DE MARISELA ESCOBEDO E SUSANA CHÁVEZ NO MÉXICO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;Basta de feminicídios! Nenhuma mulher morta mais!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Participe e ajude-nos a difundir este pronunciamento unitário&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="mailto:panyrosasmexico@gmail.com"&gt;panyrosasmexico@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.ler-qi.org/IMG/jpg/fotomitin.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="196" s5="true" src="http://www.ler-qi.org/IMG/jpg/fotomitin.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;Assine e difunda esta campanha internacional -&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;Coloquemos em pé uma grande campanha unitária internacional &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No México os feminicídios tem aumentado sob o governo de Felipe Calderón. A imensidão do problema não é resultado da violência e do crime organizado em geral, mas sim de um estado com altos níveis de impunidade, no qual os direitos das mulheres estão entre as mais baixas prioridades &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um país com pelo menos 10 mil mulheres e meninas assassinadas nos últimos 10 anos. Onde 22 milhões de mulheres maiores de 14 anos realizam trabalhos não remunerados. Com milhares sem acesso a saúde, além 60% das mulheres trabalham sem direito a previdência. Com 120 mil mulheres violentadas a cada ano. Onde 8 de cada 100 mulheres não sabem ler e nem escrever. Com o recrutamento de centenas meninas e mulheres para as redes de tráfico e prostituição. Os feminicídios também se consolidaram no país onde os ativistas sociais são condenados a 100 anos de prisão e as mulheres que abortam clandestinamente sofrem penas de 35 de prisão. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O narcotráfico tem sido o pretexto por parte do governo para militarizar o país. E trouxe consigo um aumento sem precedentes da impunidade, violação de direitos humanos, horas de combates nas ruas, detenções ilegais, assédio sexual, toque de recolher, o assassinato de civis mortos e desaparecimento de ativistas sociais em alguns estados são algumas das conseqüências da militarização. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mesmo antes do Governo de Calderón os feminicídios eram uma tragédia, as cifras só no estado Ciudad Juarez, de 1993 a 2002, alcançaram os 413 assassinatos de mulheres e meninas. Só em 2010, o estado de Chihuahua contabilizou mais de 446 mortes e coincidentemente é o mais militarizado e violento do país. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=
